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Festival Cinemato prorroga inscrições para a categoria curta-metragem até 7 de março

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Para ampliar a oportunidade a mais realizadores, o Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, o Cinemato, prorroga inscrições para a categoria Curta-Metragem Brasileiro até 7 de março. A 20ª edição será realizada entre os dias 7 e 12 de abril, com programação online.

Podem ser inscritos filmes de até 25 minutos nos gêneros ficção, documentário ou animação e que tenham sido produzidos entre os anos de 2019 e 2020. Além da remuneração simbólica de R$ 500,00 pela seleção no festival, concorrem ao prêmio Coxiponés de Melhor Curta-Metragem Brasileiro.

O formulário online e regulamento estão disponíveis no link: http://cinemato21.com.br/inscricao/ .

Com o tema “Conexões e Circulações Audiovisuais”, terá ainda, seminário homônimo, oficinas de formação e capacitação, outras seis mostras competitivas e debates com os realizadores nos dias seguintes à exibição dos filmes.

O Cinemato volta à cena com incentivo da Lei Aldir Blanc. O projeto foi aprovado no edital Circuito de Mostras e Festivais da Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer (Secel-MT) em parceria com o Governo Federal, via Secretaria de Cultura do Ministério do Turismo.

A edição 2021 conta ainda com apoio da Assembleia Legislativa Mato Grosso, via Assembleia Social, da Universidade Federal de Mato Grosso (IGHD/UFMT), Cineclube Coxiponés e Rede Cineclubista de Mato Grosso (REC-MT), Laboratório de Comunicação e Cultura – A Lente e Inca – Inclusão, Cidadania e Ação.

Serviço

20º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá – Cinemato

Com programação virtual entre os dias 7 e 12 de abril

Inscrições para realizadores de produções em curta-metragem: até às 23h59 de 7 de março

Formulário online e regulamento disponíveis no link: http://cinemato21.com.br/inscricao/

Mais informações pelo e-mail [email protected]

Fonte: GOV MT

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Artesãos de Mato Grosso têm divulgação em site do Governo do Estado

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Há 30 anos, Leonice da Silva, 59 anos, procurou o artesanato como forma de se distrair e diminuir o estresse. Era funcionário de uma estatal de telecomunicações em meio a uma privatização e encontrou na cerâmica um hobby. De lá para cá, aprendeu a trabalhar o barro e, desde 2013, decidiu encarar como profissão.

“Aprendi com dona Antônia, lá no São Gonçalo, e me apaixonei. Hoje, coordeno um coletivo de artesãs para comprarmos materiais mais baratos, como argilas diferenciadas, investi em um forno elétrico e trabalho muito em minhas obras os temas indígenas”, explica.

Duílio Sampaio, 61 anos, encontrou no entalhe das violas de cocho uma profissão e, ainda mais, uma forma de ressignificar sua vida. Há 20 anos, ele trabalhava “com tudo um pouco”, mas estava cansado. Desde criança, via os vizinhos tocando a viola de cocho e gostava muito do instrumento e, quando adulto, aprendeu com seu tio-avô a técnica para construir o tradicional instrumento cuiabano.

“Comecei fazendo casinhas de bonecas e outras peças e foi como me tornei artesão. Mais tarde, chegou a oportunidade de aprender a técnica da viola de cocho, com meu tio-avô Mestre Paulino Salomé de Almeida. Hoje, me tornei também um luthier, que é um profissional especializado na construção e reparo de instrumentos com cordas”, conta.

A pandemia do novo coronavírus, obviamente, acertou em cheio as vendas dos artesãos que comercializavam seus trabalhos em feiras, exposições e locais de grande circulação no Estado e em todo o País. “Antes da pandemia, eu vendia de 15 a 20 violas de cocho por mês. Eu ia aos eventos e fazia meu trabalho ao vivo, para todo mundo ver. Agora, as vendas caíram 80%”, conta Duílio.

Para auxiliar na divulgação dos trabalhos dos artesãos mato-grossenses, o Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec), criou um site com a história do trabalho destes profissionais e também o contato.

“O objetivo é que possamos dar visibilidade aos artesãos do Estado que fazem um belo trabalho e, neste momento, estão sendo muito prejudicados com as vendas. O site é uma ferramenta para colocar comprador e vendedor em contato”, explica César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico.

Para a artesã Leonice, o site veio em boa hora. “A gente tem a técnica, faz o nosso trabalho, mas na hora da divulgação precisa deste apoio do Governo do Estado. O site veio para ajudar neste momento sensível”, afirma. Duílio acredita que é um grande avanço: “precisamos deste apoio, pois não temos onde comercializar e, com o site, abrimos a oportunidade de comercializar em qualquer lugar do país ou do mundo”.

O assessor técnico da Sedec, Gabriel Portão, informa ainda que está sendo estudada a possiblidade de ligar o site com o Mercado Pago, o que facilitaria ainda mais a comercialização entre artesãos e compradores.

O site artesanato.sedec.mt.gov.br está no ar e os artesãos cadastrados no Programa do Artesanato Mato-grossense podem tirar dúvidas com a Coordenadora do Artesanato da Sedec pelo telefone (65) 3613-0007.

Fonte: GOV MT

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