AGRO & NEGÓCIO

Festa virtual do Morango abordará produção integrada

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A pesquisadora Fagoni Calegario, da Embrapa Meio Ambiente (Jaguariúna, SP) participa de live na primeira festa virtual do morango, de 14 a 18 de setembro, promovida pela Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), com apoio da Emater-DF, da Secretaria de Agricultura e da Administração Regional de Brazlândia.  

Fagoni contribuirá em um painel sobre produção integrada de morango no DF, a partir das 14h de 16 de setembro, junto com a engenheira agrônoma Loiselene Trindade, diretora executiva da Emater-DF e Rosilene Souto, auditora agropecuária e coordenadora de produção integrada da cadeia agrícola do Departamento de Cadeias Agrícolas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), com a mediação de Hélio Lopes, da Emater-DF. A pesquisadora irá compartilhar algumas experiências de grupos de produtores que já conquistaram o selo Brasil Certificado para o morango no Brasil, como forma de inspirar os produtores do DF a também adotarem a produção integrada. 

O Programa de Produção Integrada de Morango (PIMo) – desenvolvido na região de Atibaia e Jarinu, SP desde 2006 – é uma ferramenta de orientação para implementação de boas práticas agrícolas na produção de morangos. A adesão pelos produtores é voluntária e passível de certificação. De acordo com Fagoni, responsável pelo Programa, a PIMo orienta a correta adoção de diversos procedimentos para produção, colheita e pós-colheita do morango, como, por exemplo, estímulo ao equilíbrio da planta e do ecossistema, monitoramento de pragas e doenças, priorização de métodos físicos e biológicos de controle fitossanitário, uso racional de defensivos agrícolas, rastreabilidade em todas as etapas, higiene e cuidado no manuseio dos morangos, entre outros. O sistema garante a segurança do produto, ou seja, os morangos são livres de qualquer contaminação química, física ou biológica que coloque em risco a saúde do consumidor. O produto é identificado no mercado pelo selo “Brasil Certificado”, chancelado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e pelo Mapa. No Brasil já existem produtores certificados nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná.

A Emater-DF é uma empresa pública que atua na promoção do desenvolvimento rural sustentável e da segurança alimentar, prestando assistência técnica e extensão rural a mais de 18 mil produtores do DF e Entorno. 

As lives podem ser acessadas pelo site da festa.

Fonte: Embrapa

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AGRO & NEGÓCIO

Aplicativo PlanejArroz é apresentado para uso de celulares

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Nesta segunda-feira, 28 de setembro, a Embrapa em parceria com a equipe FieldCrops da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), o Instituto Riograndense do Arroz (IRGA) e o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet/8º Disme) apresentam a versão do aplicativo “PlanejArroz – a decisão na palma da sua mão”  para dispositivos móveis. A tecnologia é uma ferramenta da Agricultura 4.0 e a primeira do mundo a aliar manejo e produtividade. O aplicativo é voltado ao setor orizícola e será apresentado em uma “live”, a partir das 16h, pelo canal da Embrapa no Youtube. 
O PlanejArroz foi uma das tecnologias lançadas durante a Abertura Oficial da Colheita do Arroz, em fevereiro deste ano, mas numa versão para web, e agora, é  apresentado o software no Apps da Embrapa, no Google Play. O aplicativo permitirá a simulação do crescimento e desenvolvimento da cultura do arroz; auxiliará na tomada de decisão de produtores/técnicos/pesquisadores quanto ao manejo da cultura do arroz irrigado no Rio Grande do Sul, com base nas fases fenológicas da cultura; a apresentação ao usuário a expectativa de produtividade da sua lavoura, baseado na localidade e época de semeadura.

A live contará com a participação dos parceiros no desenvolvimento da ferramenta, através das falas do professor da UFSM, Nereu Streck e do pesquisador da área de agroclimatologia da Embrapa Clima Temperado, Silvio Steinmetz. O moderador será o diretor técnico do IRGA, Ivo Mello.

Como o aplicativo ajudará o produtor

O Estado do Rio Grande do Sul é o maior produtor de arroz do Brasil sendo responsável por cerca de 70% da produção desse cereal. Embora os níveis médios de produtividade sejam relativamente altos, acredita-se que essa produtividade possa ser ainda maior se as práticas de manejo forem realizadas na época mais apropriada, considerando-se a data de ocorrência dos distintos estádios de desenvolvimento da planta (EDP), como recomendado pela Sociedade Sul Brasileira de Arroz Irrigado.

O problema é que os EDP, em especial o de diferenciação da panícula, é muito variável por ser dependente da temperatura. Por isso, é preferível expressar-se esse estádio e os demais EDP em dias, porém estimados por meio de graus-dia (GD), ou soma térmica, ao invés do número de dias do calendário.

Além do manejo, a época de semeadura, bem como o ciclo da cultivar, também podem ter grande interferência na produtividade da cultura sendo que os modelos de simulação de processos podem estimar essa produtividade em diferentes épocas e regiões produtoras. Foi com base nessas informações que foi desenvolvido o software PlanejArroz.

 

Esse aplicativo permite o acesso a um conjunto de informações de 131 municípios produtores de arroz irrigado do Rio Grande do Sul. Ele indica quando deve ocorrer cada um dos seis mais importantes EDP, para 41 cultivares, por meio das datas médias (30 anos) e do ano da safra, e os respectivos desvios entre elas. Essas informações são muito importantes para o planejamento e a tomada de decisão sobre o manejo da cultura. Além disso, o PlanejArroz também permite a estimativa da produtividade, na média dos anos e na safra, e o desvio entre essas duas variáveis, das três cultivares mais semeadas no estado.

 

Fonte: Embrapa

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