BRASIL E MUNDO

Faxineira atacada com ácido por ex-patrão está sem visão: “Não posso trabalhar”

Publicados

em


source
Faxineira atacada com ácido por ex-patrão, em Catanduva (SP)
Reprodução

Faxineira atacada com ácido por ex-patrão, em Catanduva (SP)

Atacada com líquido ácido no rosto pelo ex-patrão em Catanduva, SP,  a faxineira Francieli Priscila Correa Froelich, de 31 anos, afirmou que está com lesões nos olhos e que teme pela perda de total de sua visão. Ao Uol , ela disse que, além da dificuldade em enxergar, enfrenta problemas financeiros por não poder trabalhar devido à recuperação.

“Meu olho está muito inflamado. Os medicamentos são pagos e as pessoas da igreja estão bancando pra mim, porque perdi meu trabalho, perdi as outras faxinas que eu tenho e estou sem dinheiro”, conta Francieli, agredida nesta segunda-feira (19).

O ataque foi filmado por uma vizinha de Francieli. No vídeo, é possível ver que o idoso se aproxima e espirra o líquido no rosto dela. Em seguida, o agressor diz: “nunca mais vai usar produto de beleza” (assista abaixo).


Você viu?

 “No momento eu não consigo ir trabalhar porque eu não tenho visão pra exercer a função e também porque meu psicológico está muito abalado com tudo isso. E não tenho como deixar meu filho sozinho”, desabafou a trabalhadora.

Segundo ela, o ex-patrão Luiz Sérgio teria planejado o ataque, já os dois vinham discutindo nos dias anteriores à agressão. 

“Doeu muito. Precisou as meninas do posto [de saúde] me lavarem. A roupa que eu estava usando derreteu”, relata.

Segundo o G1 , o agressor, Luiz Sérgio Artigo, relatou em depoimento que não se lembra qual foi o líquido atacado na ex-funcionária, mas negou que fosse ácido.

Comentários Facebook
Propaganda

BRASIL E MUNDO

Estados Unidos descartam lockdown; OMS alerta para novos surtos

Publicados

em


A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou hoje (29) que a variante Ômicron do novo coronavírus impõe alto risco de novos surtos de infecção.

A OMS advertiu as 194 nações afiliadas de que a possibilidade de um novo surto pode ter consequências severas, mas ressaltou que nenhuma morte foi registrada até o momento em decorrência da nova variante.

Também hoje, o presidente norte-americano, Joe Biden, afirmou em discurso na Casa Branca que a nova variante é motivo de preocupação, mas não de pânico. Segundo Biden, a variante chegará em solo americano cedo ou tarde; portanto, a melhor abordagem no momento é a vacinação.

Na próxima quinta-feira (2), a Casa Branca, sede do governo dos Estados Unidos, divulgará uma nova estratégia para lidar com a pandemia e suas variantes durante o inverno. Joe Biden adiantou que o plano não incluirá novas ações restritivas à circulação de pessoas ou contenção de aglomerações. “Se as pessoas estiverem vacinadas e usarem máscaras, não há necessidade de novo lockdown [confinamento]”, afirmou.

O presidente ressaltou, entretanto, que ainda demorará algumas semanas até a comprovação da eficácia dos imunizantes disponíveis contra a Ômicron.

O especialista em saúde Anthony Fauci, conselheiro do governo nas ações contra a pandemia, disse que que o país “obviamente está em alerta vermelho”. “É inevitável que se espalhe amplamente”, afirmou em entrevista a uma rede de televisão neste sábado (27), de acordo com a agência internacional de notícias Reuters.

Segundo projeções de órgãos de saúde internacionais, o número de casos da variante Ômicron deve ultrapassar 10 mil nesta semana, em comparação aos 300 registros feitos na semana passada, informou o professor Salim Abdool Karim, infectologista que trabalha no combate à pandemia no governo sul-africano.

Ontem (28), o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, denunciou em redes sociais o que chamou de abordagem “injustificada e anticientífica” em relação país. Para Ramaphosa, o fechamento de fronteiras e a proibição de voos de países da África Austral fere profundamente economias que dependem do turismo, além de serem “uma espécie de punição pela capacidade científica de detectar novas variantes”.

O presidente da África do Sul fez um apelo para que autoridades internacionais não estabeleçam restrições de voo para a região.

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana