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Família de novo ministro teria tentado expulsar indígenas de terra em SP

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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro
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O novo ministro do Meio Ambiente e o presidente Jair Bolsonaro

O novo ministro do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Pereira Leite , integra uma tradicional família de fazendeiros de café que disputa uma porção da Terra Indígena Jaraguá, em São Paulo. As informações são da BBC Brasil.

Um documento da Funai (Fundação Nacional do Índio) diz que capatazes da família do ministro chegaram a destruir a casa de uma família indígena ao tentar expulsá-la do território.

A terra tem 532 hectares e fica nos municípios de São Paulo e Osasco. Nela moram indígenas dos povos Guarani Mbya e Ñandeva, segundo a Comissão Pró-Índio de São Paulo.

Segundo relatório de identificação da terra indígena, o pai do novo ministro, Joaquim Álvaro Pereira Leite Neto, teria, em 1986 exigido a Funai “retirasse os marcos físicos do processo demarcatório da área indígena Jaraguá, alegando ser o proprietário da área, acusando agressivamente a Funai de estar praticando um crime”.

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“Tal agressividade, no entanto, extrapolou para além das missivas, e passaram então esses cidadãos a fazer ameaças aos índios, a intimidá-los com capatazes, e mesmo destruindo uma de suas casas”, segue o relatório.

Como a Funai não paralisou a demarcação, os indígenas teriam passado a sofrer ameaças da família.

No entanto, o Ministério Público Federal teria acionado a Polícia Federal, que interveio e evitou a expulsão.

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MG: Homem de 34 anos é preso por abusar de criança de 10 anos

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Homem foi preso pela Polícia Civil na cidade de Pocrane, região do Rio Doce
Reprodução: Jovem Pam

Homem foi preso pela Polícia Civil na cidade de Pocrane, região do Rio Doce

Suspeito de abusar sexualmente de uma criança de 10 anos de idade foi preso na cidade de Pocrane, Minas Gerais. Segundo a Polícia Civil, a vítima já foi enteada do autor do crime.

O vizinho e amigo do avô da criança, homem de 56 anos, também é supeito de abusar da vítima em uma outra circuntância. Os dois homens teriam se aproveitado da liberdade que tinham com a família para abusar da criança.

Os crimes aconteceram entre 2018 e 2019, mas na época, a família ainda não sabia do ocorrido. A vítima procurou o Centro de Referência da Assistência Social (Cras) da cidade no ano passado. O departamento que levou o caso até a polícia.

Enquanto eram realizadas as investigações contra os dois suspeitos, eles ainda coagiram a mãe e a avó da criança para não prestarem depoimento. De acordo com o ocorrido foi pedido a prisão temporária dos dois imediatamento, segundo a Polícia Civil.

O homem de 56 anos ainda não foi localizado, portanto, as buscas continuam. Já o homem de 36 foi achado. A polícia declarou que a prisão de ambos será de 30 dias até que sejam finalizadas as investigações.

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