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Falha em cinto de castidade conectado pode prender homens para sempre

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Cinto de castidade
Reprodução/Qiui

Cinto de castidade tem falha que pode ser explorada por hackers

Pesquisadores de segurança da Pen Test Partners descobriram uma falha que podem prender o pênis de usuários de um cinto de castidade para sempre. A descoberta foi divulgada pelo site TechCrunch, e está presente no aplicativo que desbloqueia o cinto Cellmate, da empresa Qiui Chastity.

O cinto funciona para manter o pênis dos usuários literalmente preso até que alguém de confiança desbloqueie o dispositivo. A liberação é feita por um aplicativo para celular , que se conecta ao cinto de castidade via Bluetooth

A falha descoberta está justamente na API do aplicativo, que tem uma vulnerabilidade. Através dela, hackers conseguem tomar o controle do cinto para sempre. Isso poderia “impedir que a trava do Bluetooth seja aberta, bloqueando permanentemente o pênis do utilizador no dispositivo”, relatam os pequisadores. 

Para piorar a situação, o cinto de castidade não pode ser desbloqueado de outra forma. De acordo com a fabricante, apesar do dispositivo ser plástico, seus anéis de segurança são de uma liga de metal – que precisariam de um procedimento complicado para serem quebrados. 

Além do bloqueio do pênis, a falha no aplicativo do Cellmate também permite o vazamento de informações dos usuários, como senhas e dados pessoais. Os pesquisadores de segurança já avisaram a empresa sobre a falha. A companhia prometeu correções mas, por três vezes, estourou os prazos – a vulnerabilidade, portanto, continua existindo. Ainda não se sabe, porém, se hackers realmente já chegaram a explorar a falha. 

O cinto de castidade Cellmate é vendido nos Estados Unidos por US$189, o equivalente a R$1.060 em conversão direta.

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Ataques cibernéticos aumentam antes da Black Friday; saiba como se proteger

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Cibercriminosos aplicam golpes antes mesmo da Black Friday

Um estudo da empresa de segurança digital Kaspersky mostra que, nas semanas que antecedem a Black Friday , os ataques de  phishing aumentaram em 9%. Entre os dias 29 de outubro e 18 de novembro de 2020, a companhia registrou 196 tentativas de golpe do tipo por minuto na América Latina.

O phishing  é o método mais comum de ser usado por hackers para roubar senhas e credenciais de acesso, bem como clonar cartões de crédito de compradores na internet.

Segundo a Kaspersky, o mês de novembro tem sido especialmente único no e-commerce durante o período de Black Friday. É normal que varejistas online criem promoções que perdurem todo o mês de novembro, mas devido à pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), algumas lojas expandiram suas ofertas, seja em volume ou tempo de duração.

Quase seis milhões de golpes

De acordo com Fabio Assolini, analista sênior do time de investigação e análise da empresa, foram bloqueadas 5.936.074 tentativas de acesso a sites de phishing na América Latina no período de 29/10 a 18/11 deste ano. Em 2019, este número foi de 5.464.524 no mesmo período, o que representa um aumento de 9% na comparação ano-a-ano.

“A Black Friday é uma data muito especial. Já é tradição em muitos países latinos e não surpreende ver um crescimento nos ataques. Mas é curioso ver que existe uma tendência de leve queda nas atividades maliciosas e isso indica que os cibercriminosos não estão focando nessa fraude neste ano. Revisando as detecções por país na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, verificamos um grande crescimento das atividades na Argentina, de 25%. Porém, nos demais países, houve queda de 40%, 22%, 52%, 37% e 43%, respectivamente”, disse Assolini.

O especialista continuou sua conclusão afirmando que o contexto pode estar “ligado aos impactos da pandemia nos países e em como o cibercrime reagiu frente a este cenário, priorizando os ataques contra empresas ou focando a fraude nos beneficiários dos auxílios emergenciais devido à pandemia”.

Como forma de assegurar sua proteção durante o período de ofertas, a Kaspersky ressalta algumas medidas que podem ser conduzidas rotineiramente pelo usuário, como verificar o link de uma promoção antes de clicar nele e sempre preferir fazer as compras em lojas oficiais , averiguando os canais de reputação online para assegurar a idoneidade da empresa.

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