POLÍTICA NACIONAL

Fachin segue relator e vota contra atividades religiosas coletivas presenciais

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Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)
Reprodução/TV Justiça

Edson Fachin, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)

O ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), acompanhou nesta quinta-feira (8) o ministro Gilmar Mendes, relator do caso, e votou contra a realização de práticas religiosas coletivas e presenciais em meio à pandemia da Covid-19. O placar provisório está em 3 a 1 para a proibição.

Em sua argumentação, Fachin disse que um decreto proibindo que cultos e missas sejam realizados “não impede a realização de atividades religiosas”. “Não se trata de uma proibição permanente e absoluta, tampouco se trata de estabelecer uma preferência”, afirmou o ministro.

“Não se trata de restrição somente a igrejas, mas a todos os locais de aglomeração. A proibição de presença se dedica a enfrentar a pandemia do novo coronavírus. Também foram afetados a realização de esportes, a presença de pessoas em espaços públicos”, completou Fachin.

O ministro também lembrou da situação da pandemia no Brasil e especificamente em São Paulo, estado que registra mais mortes pela Covid-19. “Inconstitucional não é o decreto, mas a omissão. É não promover meios para que as pessoas fiquem em casa e não ter vacinas”, disse.

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Presidente da Câmara lamenta morte de Bruno Covas

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O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), lamentou, por meio de suas redes sociais, a morte do prefeito de São Paulo, Bruno Covas. Covas morreu neste domingo vítima de câncer. “Era um jovem talento na política, e que travou com coragem e otimismo uma árdua batalha”, afirmou.

Lira também elogiou a condução do prefeito durante a pandemia na cidade de São Paulo. “Admiro a forma aguerrida como conduziu a pandemia na maior cidade do País e como fez sua campanha de eleição para a prefeitura. Meus sentimentos aos familiares, amigos e em especial ao seu filho Tomás”, disse Lira.

Bruno Covas foi deputado federal entre 2015 e 2017 e integrou a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania quando Lira foi presidente do colegiado.

Reportagem – Luiz Gustavo Xavier
Edição – Natalia Doederlein

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