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Facebook: maior parte do conteúdo antivacina é produzido por poucas pessoas

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Facebook tenta descobrir de onde vem a desinformação sobre a vacina
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Facebook tenta descobrir de onde vem a desinformação sobre a vacina



O Facebook está conduzindo um estudo com usuários americanos para entender o comportamento de quem duvida de vacinas , sobretudo as utilizadas contra a Covid-19 , revelam documentos obtidos pelo The Washington Post. A ideia é usar as informações obtidas na pesquisa para orientar melhor o algoritmo da rede social, a fim de evitar o compartilhamento de desinformação.

A principal descoberta do Facebook até o momento foi de que a maior parte das publicações que duvidam de vacinas vêm de um pequeno número de pessoas. No estudo, cientistas de dados da rede social dividiram os usuários em 638 segmentos populacionais, cada um com pelo menos três milhões de pessoas.

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Com isso, eles perceberam que só 10 dos 638 grupos são responsáveis por metade de todo o conteúdo antivacina que circula no Facebook. Além disso, dentro do grupo que mais dissemina esse tipo de desinformação, só 111 usuários são responsáveis por metade do conteúdo antivacina.

Nesses pequenos grupos, é mais fácil disseminar informações falsas , já que as pessoas costumam ter pensamentos parecidos e, então, compartilham esse tipo de publicação – é o que os especialistas chamam de  câmara de eco .

A porta-voz do Facebook  Dani Lever disse ao Washington Post que a rede social ainda não tomou uma decisão sobre o que fazer com os resultados da pesquisa. Apesar disso, ela afirmou que o Facebook pode, por exemplo, direcionar informação confiável a grupos específicos ou informar esses pequenos grupos sobre as políticas da rede social para lidar com conteúdo problemático.

O maior problema é que essas publicações estão, em sua maioria, em uma “zona cinzenta” entre o que pode e o que não pode ser publicado no Facebook . Notícias falsas sobre a vacinação já são proibidas na rede social, mas comentários sobre possíveis efeitos colaterais, por exemplo, podem levar a uma descrença sobre o imunizante mas, ao mesmo tempo, são difíceis de serem proibidos.

No estudo, o Facebook também descobriu que muitas comunidades que expressam ceticismo a respeito da vacina também estão relacionadas ao movimento conspiratório QAnon .

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Gamers brasileiros devem movimentar R$ 12 bilhões este ano, diz pesquisa

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Jogadores vão movimentar muito dinheiro no Brasil em 2021
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Jogadores vão movimentar muito dinheiro no Brasil em 2021

Uma pesquisa realizada pela Newzoo, empresa que faz análises sobre games e levantamentos referentes ao setor, revelou que o mercado de jogos no Brasil vai ter uma receita de US$ 2,3 bilhões, ou mais de 12 bilhões de reais este ano. Isso representa um aumento de 5,1% em comparação a 2020.

Ainda de acordo com o estudo, o Brasil é o maior em receitas de jogos da América Latina e ocupa a 12º colocação no mundo. E os bons resultados no país são impulsionados principalmente por conta dos games para dispositivos mobile , que representam 47% do mercado. Os títulos para consoles chegam a 29%, enquanto jogos para PC são 24%.

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A Newzoo ainda acrescentou que o meio mobile impulsiona não somente o Brasil, mas todo o mercado global de jogos. Para a empresa, o hardware dos dispositivos está se tornando mais sofisticado, e a infraestrutura da rede móvel e fixa está melhorando em todos os países do mundo. Os aparelhos móveis são o principal, ou até o único meio de jogo para determinados grupos demográficos.

Os títulos do gênero battle royale como Fortnite , PUBG e Clash Royale são os que geram maior receita em terras brasileiras.

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