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Facebook: Irlanda e Itália questionam privacidade em novos óculos inteligentes

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Óculos Ray-Ban Stories, criado em parceria com o Facebook
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Óculos Ray-Ban Stories, criado em parceria com o Facebook

Irlanda e Itália questionaram o Facebook a respeito de seus  novos óculos inteligentes, desenvolvidos e lançados em parceria com a Ray-Ban. O modelo consegue fazer fotos e vídeos, o que preocupa os países europeus em relação à privacidade.

A empresa foi acionada pela Comissão de Proteção de Dados da Irlanda e pela Autoridade de Proteção de Dados da Itália na última sexta-feira (17). Os órgãos afirmaram que querem entender se os óculos são capazes de garantir a privacidade das pessoas no entorno do usuário quando são usados para filmagens.

Quando lançou os chamados Ray-Ban Stories, o Facebook disse que estava preocupado com a privacidade de todos e que, por esse motivo, os óculos acenderão uma luz toda vez que estiverem gravando.

Os órgãos de proteção de dados da Irlanda e da Itália, porém, se disseram, por meio de comunicado, “preocupados com os meios pelos quais as pessoas capturadas nos vídeos podem saber que estão sendo gravadas”.

De acordo com as entidades, é muito mais fácil perceber que uma pessoa está sendo filmada por um celular do que pelos Ray-Ban Stories. “Com os óculos, há uma luz indicadora muito pequena que acende quando a gravação está ocorrendo”, disseram.

Os reguladores disseram ainda que não ficou claro se Facebook e Ray-Ban fizeram testes para garantir que as luzes são o suficiente para que as pessoas percebam uma filmagem. Por isso, os órgãos pediram à rede social para confirmar essa questão e orientar os consumidores de que os óculos podem servir para coletar imagens de outras pessoas sem consentimento, o que exige atenção.

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Elon Musk diz que irá implantar chips em cérebros de humanos em 2022

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Elon Musk
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Elon Musk

O bilionário Elon Musk afirmou que sua empresa Neuralink deve começar a implantar chips em cérebros de humanos a partir do ano que vem. O pequeno processador, que vem sendo testado em macacos, permitiria que pessoas com lesões graves na medula espinhal pudessem realizar atividades através do pensamento.

“O chip da Neuralink está funcionando bem em macacos, e na verdade estamos fazendo muitos testes e apenas confirmando que é muito seguro e confiável e que o dispositivo pode ser removido com segurança”, disse Musk na segunda-feira (6), durante entrevista ao vivo ao The Wall Street Journal.

“Esperamos ter isso em nossos primeiros humanos – que serão pessoas com lesões graves na medula espinhal, como tetraplégicos, tetraplégicos – no próximo ano, dependendo da aprovação do FDA”, continuou. O FDA é o órgão estadunidense que regulariza, entre outras coisas, medicamentos.

Na terça-feira (7), Musk voltou a falar sobre o prazo em uma publicação no Twitter. “O progresso será acelerado quando tivermos dispositivos em humanos (difícil ter conversas matizadas com macacos) no próximo ano”, escreveu.

O bilionário é conhecido, porém, por seus prazos exagerados. Em 2019, Musk havia dito que os chips seriam testados em humanos até o final de 2020. Em fevereiro deste ano, ele disse que a tecnologia chegaria a pessoas até o final de 2021.

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