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FAA emite alerta sobre risco de descompressão em aviões Boeing 737 NG e MAX

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FAA emite alerta sobre risco de descompressão em aviões Boeing 737 NG e MAX
Calebe Murilo

FAA emite alerta sobre risco de descompressão em aviões Boeing 737 NG e MAX

A Federal Aviation Administration (FAA), autoridade estadunidense de aviação civil, emitiu uma nova diretriz de aeronavegabilidade, dessa vez voltada para as aeronaves da família Boeing 737 NG e MAX.

Após relatos, de rachaduras no encaixe do batente da porta de entrada dianteira, depois de investigar vários relatórios, a FAA identificou que “a espessura da parede subdimensionada da alça tornou-a passível a rachaduras por fadiga”.

Em consequência ao que foi averiguado, poderia se resultar na porta dianteira da aeronave ser incapaz de sustentar a carga limite, podendo provocar uma descompressão rápida da cabine.

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Com isso, a FAA solicitou aos operadores do modelo que identificassem o conjunto de encaixe de parada instalado em suas aeronaves e, se caso as peças apresentassem defeito, imediatamente sejam substituídas. Um conjunto de encaixe recém-projetado, melhorou a espessura e a resistência da parede da peça.

Ademais, a nova diretriz de aeronavegabilidade, efetiva em 29 de março de 2021, afeta 1075 aviões Boeing 737 NG e MAX registrados nos Estados Unidos, em diversas companhias aéreas.

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Pix custa até R$ 10 para clientes PJ e MEI no Itaú, BB e Santander

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Bancos cobram por transferências no Pix
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Bancos cobram por transferências no Pix



O Pix é 100% gratuito para pessoas físicas, mas o Banco Central não exige que contas empresariais tenham esse tipo de isenção. Após um período gratuito, Itaú , Banco do Brasil , Bradesco e Santander passaram a cobrar pelas as transações instantâneas, enquanto Caixa e outras fintechs continuam isentando a tarifa.

As transferências do Pix passaram a funcionar em novembro de 2020, e o método de pagamento está cada vez mais presente no dia a dia do brasileiro por permitir envio instantâneo de dinheiro a qualquer hora, mesmo em finais de semana e feriados. No entanto, os bancos já começaram a cobrar pelo uso nas contas de pessoa jurídica .

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O agravante é que as empresas podem ter que pagar pelo Pix tanto para transações efetuadas e recebidas. A tarifa pode ultrapassar a faixa de R$ 150 por evento, e é importante considerar a cobrança na hora de aceitar esse tipo de pagamento.

Quanto os grandes bancos cobram pelo Pix

O Tecnoblog reuniu as taxas do Pix dos maiores bancos brasileiros. Os preços foram consultados na tabela geral de tarifas divulgada pelas próprias instituições financeiras:

Banco Tarifa de transferência via Pix Tarifa de recebimento via Pix
Santander 1% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,50 e máxima de R$ 10 QR Code estático ou dinâmico: R$ 6,54 QR Code via checkout: 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,95 Recebimento por chave Pix: não consta na tabela de tarifas
Itaú 1,45% do valor pago com tarifa mínima de R$ 1,75 e máxima de R$ 9,60 QR Code: 1,45% do valor pago com tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$ 150 Recebimento por chave Pix: não consta na tabela de tarifas
Bradesco 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1,65 e máxima de R$ 9 QR Code: 1,4% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 0,90 e máxima de R$ 145 Recebimento por chave Pix: não consta na tabela de tarifas
Banco do Brasil (vigente a partir de 15/03/2021) 0,99% do valor da transação, com tarifa mínima de R$ 1 e máxima de R$ 10 QR Code: 0,99% do valor da transação, com tarifa máxima de R$ 140 Recebimento por chave Pix: não consta na tabela de tarifas
Caixa (não possui) (não possui)

Bradesco, Banco do Brasil e Santander aplicam essas tarifas inclusive para contas de empresários individuais (EI) ou microempreendedores individuais ( MEI ); enquanto isso, o Itaú isenta os custos para esses tipos de CNPJ .

A tarifa mais ingrata é a do Santander para recebimento por QR Code: o banco cobra R$ 6,54 nos códigos estáticos ou dinâmicos. A taxa pode ser ainda maior para vendas de lojas virtuais com valores altos, uma vez que o custo é de 1,4% sobre o valor da compra, sem o teto máximo estabelecido por outras instituições financeiras.

Para comércios , pode ser interessante aceitar Pix , mesmo com a tarifação por transação recebida: a porcentagem é menor do que as taxas cobradas pela maioria das máquinas de cartão de débito e crédito, e o dinheiro cai imediatamente na conta corrente.

Vale ficar atento para os custos do seu banco , uma vez que existem instituições financeiras que não cobram (ainda) pelo envio e recebimento de Pix de pessoas jurídicas, como Nubank , Banco Inter e PicPay .

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