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Ex-prefeita de Colniza morre no Rio de Janeiro vítima da Covid-19

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Ex-prefeita de Colniza, Nelci Capitani

A ex-prefeita de Colniza, Nelci Capitani faleceu nesta quarta-feira (05.05), ela estava internada no Hospital Copa D’or, no Rio de Janeiro, para tratamento da Covid-19, mas não resistiu às complicações da doença.  

Nelci Capitani foi a primeira mulher a administrar Colniza, município localizado a 1.025 quilômetros da Capital, na região Noroeste do Estado. Muito conhecida pela sua trajetória destemida na política de Mato Grosso, foi prefeita para gestão de 2000 a 2004, período em que muito contribuiu com o desenvolvimento do município. Ele se elegeu novamente para a gestão de 2009 a 2012. 

A ex-prefeita integrou a diretoria da Associação Mato-grossense dos Municípios, na gestão do ex-presidente, Meraldo Figueiredo Sá, nos anos de 2011 e 2012, no cargo de segunda secretária na diretoria. Ela também integrou a diretoria na gestão do ex-presidente da AMM, Pedro Ferreira de Souza, entre os anos de 2009 a 2010, no cargo de segunda tesoureira.  

A ex-prefeita era gaúcha, natural de Lajeado, Rio Grande do Sul. Nelci morreu aos 71 anos, deixando uma filha e dois netos. A notícia sobre a morte da ex-prefeita, deixou muita gente abalada na região, tanto na política quanto na área empresarial. A família informou que o corpo será cremado no Rio de Janeiro.

O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios, Neurilan Fraga, lamenta a morte da ex-prefeita de Colniza, Nelci Capitani.

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Colniza comemora 22 anos de emancipação com parcerias com o Governo do Estado

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Colniza, no noroeste mato-grossense (1.022 quilômetros de Cuiabá), comemora seu 22º ano de emancipação administrativa nesta quinta-feira (26.11), com parcerias do Governo do Estado em infraestrutura, saúde e agricultura familiar. A cidade conta com 39.861 mil habitantes.

Por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), foi assinado um convênio com o município para a construção de uma ponte de madeira, com 40 metros de extensão, na MT-206. O investimento será de R$ 403 mil.

Beneficiada pelo Programa Mato Grosso Produtivo Café, a agricultura familiar municipal conseguiu melhorar sua produtividade por hectare – saltou de pouco mais de 20 sacas na safra passada para 114 sacas na atual. Colniza responde por mais da metade do café de Mato Grosso. Na safra de 2019, segundo o IBGE, foi o primeiro do ranking estadual de produção.

Programa Mato Grosso Produtivo Café possibilitou que produtividade quintuplicasse | Foto: Empaer/MT 

Foram enviados ao município 3. 275 mil testes rápidos para detecção do coronavírus e medicamentos para combatê-lo. São 141.210 mil comprimidos, entre azitromicina (17.362), ivermectina (13.889) e dipirona (109.959), também em gotas (2.701 frascos).

Entre janeiro e setembro deste ano, o Governo do Estado repassou R$ 14,67 milhões aos cofres municipais em ICMS, IPVA e Fethab, além de R$ 2,98 milhões em assistência social, transporte escolar e convênios na área de saúde, entre 2019 e julho de 2020.

Economia

A administração pública, com R$ 189,78 milhões, e serviços (R$ 134,88 milhões) são os principais responsáveis pelo PIB (Produto Interno Bruto, de 2017) municipal de R$ 528,69 milhões, respondendo por 61,4% deste total. Indústria (R$ 103 milhões), agropecuária (R$ 60,3 milhões) e impostos (R$ 40,63 milhões) fecham a conta. O PIB per capita é de R$ 14.620,57.

Com uma agricultura diversificada, Colniza tem boa performance no ranking mato-grossense. Pelos dados de 2019, do IBGE, é o primeiro na produção de café e cacau, segundo na produção de mandioca, quarto na produção de castanha do Brasil, sexto na produção de laranja e melancia, e décimo na produção de banana.

Produz ainda limão, mamão, maracujá, pimenta do reino e urucum, em lavoura permanente; arroz, cana de açúcar, feijão, milho e tomate, em lavoura temporária; castanha do Brasil, borracha, óleo de copaíba, carvão vegetal, lenha e madeira, na extração vegetal.

Colniza é o primeiro do ranking estadual na produção de cacau | Foto: Empaer/MT

Segundo dados do IBGE, de 2019, sua pecuária é formada por piscicultura. São 160 toneladas entre pintado, tambacu e tambaqui. O rebanho bovino conta com 642,7 mil cabeças, das quais 8,4 mil vacas ordenhadas, com 11,4 milhões de litros de leite. A criação de aves soma 150,5 mil galinhas, além de 620 mil dúzias de ovos. O rebanho suíno contabiliza 12,49 mil cabeças, das quais 3.227 matrizes.

História

Cidade projetada, os primeiros povos a habitar a região foram seringueiros e ribeirinhos, chamados “beiradeiros” por viverem às margens do rio Roosevelt. Em 1986, com abertura das primeiras estradas e as primeiras ruas, em meio à mata amazônica, Colniza começava a sair do papel. Por um bom período, garimpos mantiveram a economia local.

Em 1991, famílias de agricultores gaúchos foram assentadas na região. Por dificuldades de adaptação, poucas permaneceram. A partir de 1994, um novo fluxo de imigração, desta vez, vindo de Rondônia, se apropriou das terras devolutas ainda existentes em assentamentos. Neste mesmo ano, o distrito de Colniza foi criado.

Em 26 de novembro de 1998, foi elevado a município, desmembrado de Aripuanã. Entre 2010 e 2020, a população cresceu 50%, saltando de 26.381 para 36.861 habitantes.

Com extensão territorial de 27,946 mil km2, superior a de Alagoas e Sergipe, sua densidade demográfica, que em 2010 era de 0,94 habitantes por quilômetro quadrado, saltou para 1,43 habitantes em 2020.

Fonte: GOV MT

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