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Eventos adversos das vacinas estão dentro do esperado, afirma Anvisa

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Segundo o órgão, as reações observadas não são graves e estão dentro do esperado.
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Segundo o órgão, as reações observadas não são graves e estão dentro do esperado.

Passado pouco mais de um mês desde o início da vacinação contra a Covid-19 no Brasil, o balanço feito pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisa ) sobre os eventos adversos das vacinas em uso no país é positivo. Segundo o órgão, as reações observadas não são graves e estão dentro do esperado.

A agência avalia “qualquer ocorrência médica indesejada que aconteça após a vacinação e que, não necessariamente, tenha relação causal com o uso de uma vacina ou outro imunobiológico”.

Segundo Suzie Gomes, gerente-geral de Monitoramento de Produtos Sujeitos a Vigilância Sanitária da Anvisa, os efeitos adversos da CoronaVac e da Covishield têm sido monitorados desde “a primeira agulhada”.

Ela ressalta que ainda é cedo para qualquer tipo de avaliação, mas que não houve notificação capaz de alterar o perfil de segurança dos imunizantes. “Não existe, até o momento, nenhum sinal importante para que se desencadeie um processo regulatório ou uma ação regulatória”, afirma Susie.

Segundo ela, dor de cabeça, febre e sensação de gripe foram eventos adversos mais frequentes. No entanto, nenhuma dessas reações é grave e todas são “esperadas”. Nos próximos dias, a Anvisa deve receber relatórios de benefício-risco das fabricantes Sinovac (CoronaVac) e AstraZeneca (Covishield) com dados referentes ao primeiro mês de vacinação no país . Essas informações reforçarão o monitoramento da segurança das vacinas.

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Vacina da Pfizer

A notificação de não ocorrência de casos adversos dos imunizantes em uso no Brasil sai um dia após a Pfizer rejeitar as exigências do ministério da Saúde brasileiro para que o imunizante seja comprado pelo país. Uma das polêmicas é o fato de o governo federal não concordar em se responsabilizar se a vacina da farmacêutica apresentar efeitos adversos nos vacinados.

Esse foi um dos motivos para a substância ainda não ter sido comprada — e, nesta terça-feira (23), a fórmula foi a primeira a receber o registro definitivo da Anvisa para uso no Brasil. Outros impasses envolvem o pedido para que conflitos sejam resolvidos em uma Corte Arbitral de Nova York e condições impostas como garantia do pagamento dos imunizantes.

Via: Agência Brasil

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

400 mil mortes poderiam ter sido evitadas no Brasil, diz epidemiologista

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Pedro Hallal na CPI da Covid
Divulgação/Agência Senado/Jefferson Rudy

Pedro Hallal na CPI da Covid


Segundo o epidemiologista Pedro Hallal, 400 mil mortes poderiam ter sido evitadas no Brasil caso fossem adotadas medidas de controle da pandemia. Ele participou da sessão desta quinta-feira (24) da CPI da Covid, destinada a ouvir especialistas sobre o impacto da pandemia e da ausência de medidas nos óbitos do país.

Caso seguissem o padrão na pandemia em outros países, o Brasil poderia ter evitado 4 em cada 5 mortes por Covid-19, afirmou Hallal. “Então, é um número composto, são 400 mil vidas que poderiam ter sido salvas por diferentes mecanismos de ação que o Brasil poderia ter adotado”, disse o especialista.

Também esteve presente a coordenadora do Movimento Alerta e diretora-executiva da Anistia Internacional Brasil, Jurema Werneck. Junto com Hallal, ela endossou medidas não farmacológicas, como o isolamento social e uso de máscara, além de uma vacinação mais rápida.

Segundo Hallal, com uma suposta rápida e eficiente política de vacinação, até 145 mil mortes poderiam ter sido evitadas. Já Jurema apontou um estudo que indica que 120 mil mortes poderiam ter sido evitadas até março deste ano.

Ambos atribuíram ao governo de Jair Bolsonaro a responsabilidade pela não adoção de medidas adequadas para o enfrentamento da pandemia e as consequentes mortes.

Fonte: IG SAÚDE

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