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EUA: imigrante morre após policiais ajoelharem em seu pescoço por 5 minutos

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homem sorrindo para a câmera segurando um peixe no anzol em uma das mãos

Um imigrante filipino de 30 anos morreu três dias após policiais ajoelharem sobre as costas e lateral do pescoço dele por cinco minutos enquanto o imobilizavam, na Califórnia, nos Estados Unidos . O advogado da vítima disse que os policiais utilizaram a  mesma “técnica aplicada em George Floyd” e afirmou que eles ignoraram os pedidos de socorro do homem.

Angelo Quinto estava “sofrendo de ansiedade, depressão e paranóia nos últimos meses”, segundo a defesa dele disse em entrevista coletiva na última quinta-feira (18). No mesmo dia, a família de Quinto abriu uma ação por homicídio culposo, quando não há a intenção de matar, contra a cidade de Antioquia, conforme a KABC-TV .

O advogado da família, John L. Burris, disse que a irmã da vítima, Isabella Collins, chamou a polícia no dia 23 de dezembro depois que o homem se descontrolou, por medo que ele machucasse a mãe. Enquanto aguardavam a chegada dos policiais, a mãe de Angelo o abraçou durante algum tempo e, de acordo com os depoimentos, “ele já havia começado a se acalmar”.

Assim que os dois agentes chegaram, agarraram o homem e não perguntaram sobre a situação que acontecia. Enquanto a vítima era algemada no chão, os oficiais colocaram os joelhos sobre as costas e lateral do pescoço de Angelo. Parte da ação foi filmada por Maria Quinto-Collins, mãe de Angelo. Em determinado momento, ela questiona o que aconteceu ao ver o filho desfalecido, algemado e de bruços.

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Depois, é possível ver o rosto dele coberto por sangue, segundo a emissora. Então, outros policiais aparecem, que colocam Angelo em uma maca e começam a fazer compressões contra o tórax dele, enquanto a mãe segue filmando e questionando o que está acontecendo. Na filmagem não é possível identificar se os policiais usavam câmeras corporais.

Causa da morte

“Esses policiais de Antioquia já haviam algemado Angelo, mas não pararam de atacar o jovem e inexplicavelmente começaram a usar a técnica aplicada em ‘George Floyd’ de colocar um joelho nas costas e na lateral de seu pescoço, ignorando os apelos do Sr. Quinto de ‘por favor não me mate'”, disse o advogado, que acredita que a vítima morreu por asfixia , assim como George Floyd .

Segundo as informações, o imigrante foi levado até um hospital após a filmagem, mas morreu três dias após a internação. Até o momento, a polícia não informou detalhes do caso à imprensa. O Departamento de Polícia de Antioquia não respondeu aos questionamentos da CNN Internacional e também não deu os nomes dos policiais envolvidos na ocorrência.

A causa da morte de Angelo ainda está pendente e é investigada pelo procurador distrital, informou o xerife do condado de Contra Costa disse na segunda-feira (22).

Fonte: IG Mundo

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Policial que matou negro após abordagem de trânsito é presa

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 A policial que baleou e matou um homem negro durante uma briga ocorrida após uma abordagem de trânsito de rotina no estado norte-americano de Minnesota foi presa e formalmente acusada de homicídio culposo nesta quarta-feira (14).

Kim Potter, veterana com 26 anos de serviço que se demitiu da força policial de Brooklyn Center na terça-feira, foi posta sob custódia na manhã desta quarta-feira e fichada na prisão do condado de Hennepin por matar a tiro Daunte Wright, de 20 anos, na tarde de domingo, disse o Órgão de Apreensão Criminal de Minnesota em um comunicado.

Potter, de 48 anos, estava detida sem direito a fiança, segundo registros da prisão.

Wright foi parado no domingo devido a um registro de veículo vencido, disse a polícia. Policiais descobriram que existia um mandado de prisão contra ele e Potter sacou a arma de fogo ao invés da arma de choque acidentalmente durante uma luta com Wright, que voltou para o carro, disse na segunda-feira o chefe policial de Brooklyn Center, Tim Gannon, que também pediu demissão na terça-feira.

No vídeo da polícia, ouve-se Potter gritando um palavrão e, em seguida, “acabei de atirar nele”.

Para que ela seja condenada pela lei do Minnesota por homicídio culposo, os procuradores precisam mostrar que Potter foi “culposamente negligente” e que correu um “risco insensato” em suas ações contra Wright. A acusação implica uma pena máxima de 10 anos de prisão e uma multa de 20 mil dólares.

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