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“Eu espero 14 dias, mas o Pazuello vem aqui”, diz presidente da CPI da Covid

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Senador Omar Aziz (PSD-AM), durante audiência na CPI da Covid
Reprodução TV Senado

Senador Omar Aziz (PSD-AM), durante audiência na CPI da Covid

O presidente da CPI da Covid , Omar Aziz (PSD-AM) declarou nesta terça (4) durante audiência da comissão que até o momento, a presença do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello para depor no Senado está mantida para quarta-feira (5).

Pela manhã, o general alegou que teve contato com pessoas que testaram positivo para Covid-19 recentemente, e por conta disso, não poderia prestar depoimento presencialmente no Senado.

Aziz, em primeiro momento, pediu ao ex-responsável pela pasta da Saúde fazer um teste, em uma demonstração de “boa vontade com a Comissão Parlamentar de Inquérito”. Além disso, reiterou que todos os depoimentos dessa natureza deverão ser feitos presencialmente.

“Se o ministro Pazuello está de quarentena, não tem problema ele esperar 14 dias para vir aqui, mas será presencial. Não terá subterfúgio na minha presidência”, afirma o presidente da CPI .

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Os senadores, Ciro Nogueira (PP-PI)  e Marcos Rogério (DEM-RO) tentaram interferir a favor do general, mas Omar Aziz manteve a posição e até ironizou a tentativa dos parlamentares governistas:

 “Até semana passada não tinha pressa, agora tem pressa para ouvir“, declarou.

Apesar de ter pedido para Eduardo Pazuello fazer um teste para saber ele está infectado, o presidente da CPI voltou atrás na fala, e alegou que caso o comandante do exército, o General Paulo Sérgio , confirmar a situação, “a palavra dele basta”, declarou.

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POLÍTICA NACIONAL

Moro diz que não influenciou na atuação da PF sobre vazamentos da Lava-Jato

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Ex-juiz Sergio Moro
Reprodução, iG Minas Gerais

Ex-juiz Sergio Moro

O ex-ministro da Justiça e ex-juiz Sergio Moro prestou depoimento nesta segunda-feira à Justiça Federal do Distrito Federal, no âmbito da Operação Spoofing, que investiga a interceptação de mensagens entre autoridades e membros da Lava-Jato. O ex-juiz foi uma das vítimas das invasões dos hackers.

Na audiência, realizada pela 10ª Vara de Brasília, Moro falou na condição de testemunha ao juiz federal Ricardo Augusto Soares Leite sobre a invasão de celulares e explicou que não influenciou a atuação da Polícia Federal na investigação sobre as invasões às contas de Telegrama de autoridades.

– Nunca foi feita a gestão alguma da minha parte para conduzir neste caso ou na Polícia Federal “, disse o ex-ministro da Justiça por videoconferência, que complementou: – O delegado teve autonomia total para conduzir o caso da forma que ele entendia apropriado.

O ex-ministro da Justiça ainda possui que “os ataques e as mensagens roubadas foram utilizadas com sensacionalismo para frear o combate à corrupção e condenações anulares de corruptores e corruptos”.

Além de Moro, também foi ouvida a ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB), citada pelo hacker Walter Delgatti Neto, o “Vermelho”, como elo entre ele o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, que, depois , publicou série de reportagens que ficou conhecida como “Vaza Jato”.

Deflagrada em julho de 2019, uma Operação Spoofing prendeu quatro pessoas suspeitas da invasão de celulares de autoridades.

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