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Etapa on-line do Bazar da Assembleia Social arrecadou mais de R$ 7 mil

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Foto: Karen Malagoli

Mais de R$ 7 mil foram arrecadados na etapa on-line do Bazar da Assembleia Social, em apenas três dias, um sucesso surpreendente. E todo recurso já foi depositado diretamente para a entidade filantrópica beneficiada: as Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda.

Com a antecipação do fim do bazar on-line, a etapa presencial também será antes: dia 5 de outubro, das 16h às 22h, no estacionamento do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, a céu aberto.

O Bazar da Assembleia Social já é reconhecido por oferecer roupas, calçados, acessórios e brinquedos em excelente estado, a baixo custo, com renda vertida para alguma instituição filantrópica. Mas precisou ser repensado para garantir a segurança na pandemia: a etapa on-line previu agendamento de retirada e o bazar presencial será ao ar livre, respeitará o distanciamento das araras e terá controle de entrada.

Foram reservadas mais de três mil peças para a etapa presencial, com valor máximo de R$ 50, e todos os cuidados estão sendo tomados. “Nós teremos uma enfermeira do Qualivida [Superintendência de Saúde da ALMT] na entrada para medir a temperatura, todos os visitantes receberão luvas descartáveis, haverá totens com álcool em gel e nossa equipe está orientada a controlar o acesso às araras, além, é claro, do distanciamento. Nosso estacionamento é bem amplo e aberto”, explica o planejamento a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

A diretora está muito feliz com o sucesso da primeira etapa e convida o público também para a etapa presencial. “Não esperávamos que as vendas on-line seriam concluídas tão rapidamente. Colocamos cerca de 350 peças e no segundo dia já havia bem poucas. E sabemos que esse sucesso é devido ao acolhimento do nosso comprador, que sabe que são produtos de qualidade. Por isso, convido para nossa etapa presencial, com muito mais opções e o mesmo cuidado”, ressalta Dani Paula.

A entidade filantrópica contemplada – As Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda atendem no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá, e regularmente desenvolvem atividades complementares no contraturno escolar (no período da tarde, para alunos que estudam de manhã e vice-versa), em parceria com o Comitê Pró-Infância, para crianças e adolescentes, como karatê, aulas de flauta e violão e de educação física, de segunda a sexta-feira. Os participantes recebem também toda a estrutura necessária, como kimono, material escolar, instrumento musical e alimentação.

Aos sábados, geralmente há evangelização espírita às crianças e adolescentes e aulas de artesanato para as mães, que saem de lá com alimentos perecíveis e não perecíveis, repassados pelo Centro de Distribuição, e sopa.

Em função da pandemia, as atividades presenciais (aulas durante a semana e programação de sábado) foram suspensas e, agora, há apenas a entrega dos alimentos na manhã de sábado, sem aglomeração.

Com o valor arrecadado com o bazar, a entidade filantrópica pretende melhorar a estrutura física da instituição. “Nós temos turmas divididas por idade e precisamos de mais salas. Faremos o que for possível, como erguer uma varanda ou comprar material de construção”, contou o vice-presidente das Obras Sociais, Rafael Martine.

 

SERVIÇO

Bazar da Assembleia Social
Instituição beneficiada: Obras Sociais Manoel Philomeno de Miranda
Roupas, calçados, brinquedos e acessórios, adulto e infantil, novos e seminovos
Preço: de R$ 2 a R$ 50
Data: 05/10, das 16h às 20h
Local: Estacionamento do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros, a céu aberto

Fonte: ALMT

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Presidente da Comissão de Segurança vai ao Ministério da Justiça discutir situação da fronteira

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

O presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado Delegado Claudinei (PSL), se reuniu na terça-feira (20), com o coordenador geral de Combate ao Crime Organizado (CGCCO), Carlos Augusto Bock, da Secretaria de Operações Integradas, do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). O encontro ocorreu na sede do Ministério da Justiça, em Brasília (DF). Na pauta, as principais demandas das forças de segurança pública que atuam na faixa de fronteira entre Mato Grosso e Bolívia. 

Com as visitas realizadas aos pólos regionais de Tangará da Serra, Pontes e Lacerda e Cáceres, que pertencem à Região Integrada de Segurança Pública de Mato Grosso (Risp), a Comissão de Segurança da ALMT identificou as deficiências e necessidades existentes nas instituições de segurança que atuam diretamente na fronteira. 

Viaturas – Um dos grandes problemas, segundo Claudinei, é a carência de apoio do governo federal quanto à substituição de viaturas que foram adquiridas em 2012, por meio de um antigo convênio entre a Estratégia Nacional de Segurança Pública na Fronteira (Enafron) com os governos estadual e federal. 

“Infelizmente, grande parte dos veículos tiveram baixa ou estão parados por falta de manutenção. Outras viaturas voltam a funcionar, por meio de custeamento, com apoio ou parcerias – seja financiado pela sociedade civil organizada ou pelas prefeituras municipais. Há uma urgência para melhorias nestes quesitos, para que as forças de segurança da fronteira atenderem os propósitos das unidades de segurança pública”, expõe o parlamentar.  

Um das principais atuações das forças de segurança na fronteira é o combate ao tráfico internacional de drogas e a apreensão de veículos roubados, sendo que no estado de Mato Grosso há uma área seca de 750 km e fluvial de 233 km de fronteira junto à Bolívia, o que totaliza 983 km e abrange cerca de 28 municípios. 

De acordo com Bock, o encontro com o deputado Claudinei foi bastante relevante e estratégico, considerando essa vulnerabilidade existente de quase mil quilômetros de fronteira. “Este olhar na fronteira de Mato Grosso é um olhar para o Brasil e é um argumento que cabe perfeitamente perante os órgãos federais, buscando a captação de recursos em atenção à fronteira do estado”, salienta o coordenador geral do CGCCO. 

Equipamentos – Além da necessidade de incremento com a aquisição de novas viaturas, o parlamentar apresentou os equipamentos apontados pelas instituições de Tangará da Serra, Pontes e Lacerda e Cáceres. Tais como, drones de alta tecnologia para auxiliar no mapeamento da região de fronteira por meio de sensor infravermelho, equipamentos de visão noturna, câmeras de monitoramento com sistema OCR – Reconhecimento Óptico de Caracteres e aparelhos telefônicos móveis com sistema via satélite. 

Fronteira – No encontro, Claudinei apresentou a demanda da delegada titular de Cáceres, Cinthia Cupido, da Delegacia Especial de Fronteira (Defron). A Defron já conta com a planta de um projeto, terreno disponível e precisa de investimento de R$ 4 milhões para concretizar a construção de uma nova sede, que visa fortalecer o trabalhos dos policiais civis de fronteira da instituição. 

Em relação ao Grupo Especial de Fronteira (Gefron), em Porto Esperidião, que envolve a atuação de 140 profissionais – sendo 70 policiais militares, 50 policiais civis e 20 bombeiros militares, a demanda apresentada diz respeito à blindagem das viaturas da unidade em razão dos confrontos com traficantes e a implantação de uma base aérea e aeronave para atender as forças de segurança da região.

Conforme Bock, que já atuou na região de fronteira por sete anos – antes de assumir os trabalhos no MJSP, não se falava em confrontos com traficantes até 2012. “De lá para cá, os confrontos só crescem. Há três anos atrás, não se ouvia falar sobre abordagens do Gefron com reação. Este ano, já estamos na casa dos vinte”, enfatiza o coordenador geral. 

Comissão – Além de Claudinei que preside a Comissão de Segurança Pública da Casa de Leis, também compõem a Comissão, os deputados Sílvio Fávero (PSL), como vice-presidente e como membros titulares, os deputados Thiago Silva (MDB), Elizeu Nascimento (DC) e Ulysses Moraes (PSL).

Integram o MJSP, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp), Secretaria Nacional de Justiça (Senajus),  Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP) e o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD). 

 

Fonte: ALMT

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