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Esposa do Ministro da Infraestrutura ganha cargo de confiança na Embratur

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Mulher de Tarcisio de Freitas comanda coordenação de Integridade e Integração
Alan Santos/PR

Mulher de Tarcisio de Freitas comanda coordenação de Integridade e Integração

A mulher do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, ganhou um cargo de confiança na Embratur. Cristiane Ferreira da Silva Freitas ocupa, desde ao menos novembro do ano passado, a coordenação de Integridade e Integração, com um salário de R$ 18.375,37. A informação foi revelada pelo jornal “O Estado de S. Paulo” e confirmada pelo Globo.

Cristiane é subordinada à gerente Catiane dos Santos Monteiro Seif que, por sua vez, é casada com o secretário de Pesca do governo federal, Jorge Seif. Catiane recebe um salário de R$ 25.767,50.

Em nota, o Ministério da Infraestrutura afirmou que “não tem nenhuma ligação com qualquer contratação que seja realizada pela agência, da qual sequer o ministério faz parte do conselho deliberativo”.

A pasta também afirmou que “não há qualquer fundamento jurídico para a caracterização de nepotismo, pois se trata de uma contratação por pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, que não pertence à administração pública direta ou indireta”. Procurada, a Embratur ainda não se manifestou.

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POLÍTICA NACIONAL

Senado: partidos indicam membros para CPI da Covid-19

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Os blocos partidários do Senado definiram os nomes dos indicados para compor a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da covid-19. A CPI, destinada a apurar eventuais omissões do governo federal no combate à pandemia, terá 11 membros titulares. A CPI também vai apurar como os estados administraram as verbas federais repassadas para enfrentar a covid-19.

Os membros titulares da comissão são: Eduardo Braga (MDB-AM), Renan Calheiros (MDB-AL), Ciro Nogueira (PP-PI), Otto Alencar (PSD-BA), Omar Aziz (PSD-AM), Tasso Jereissati (PSDB-CE), Eduardo Girão (Pode-CE), Humberto Costa (PT-PE), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Marcos Rogério (DEM-RO) e Jorginho Mello (PL-SC).

Os suplentes serão Jader Barbalho (MDB-PA), Luis Carlos Heinze (PP-RS), Angelo Coronel (PSD-BA), Marcos do Val (Pode-ES), Rogério Carvalho (PT-SE), Alessandro Vieira (Cidadania-SE) e Zequinha Marinho (PSC-PA). Os nomes foram apurados pela reportagem da EBC junto às assessorias dos senadores e partidos.

Agora, cabe ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, decidir se as reuniões do colegiado serão presenciais, semipresenciais ou remotas. Ele, no entanto, já indicou que os encontros, a princípio, ocorrerão nas dependências da Casa.

“Uma CPI impõe atos como interrogatórios, inquirição de testemunhas incomunicáveis, reunião e exame de documentos sigilosos, perícias. Tudo isso recomenda que, por ser um trabalho investigativo, seja feito presencialmente”, disse. Pacheco frisou, porém, que a própria comissão terá a liberdade de decidir o formato do seu trabalho, e inclusive de conduzir atividades não presenciais.

Os membros da comissão deverão eleger seu presidente e o vice. A relatoria será definida em seguida. A CPI terá poderes de investigação equivalentes aos de autoridades judiciais. Primeiramente, o colegiado deverá aprovar um plano de trabalho, proposto pelo relator. Trata-se das ações da comissão para cumprir o seu objetivo. Entre elas, podem estar a requisição de informações oficiais, a solicitação de auditorias e perícias, a intimação e oitiva de testemunhas, a convocação de ministros de Estado e a realização de diligências variadas.

* Com informações da Agência Senado

Edição: Fábio Massalli

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