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Espinha no couro cabeludo: entenda as causas e saiba como tratar

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Espinha no couro cabeludo: entenda as causas e saiba como tratar
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Espinha no couro cabeludo: entenda as causas e saiba como tratar

Ter espinhas no couro cabeludo pode ser algo bem comum. Só quem sofre do problema com frequência sabe que fica difícil de pentear os cabelos , ou até mesmo de lavá-los. Para que isso aconteça com menos constância, entenda como o problema surge e saiba alguns hábitos que podem fazer essas infecções desaparecerem.

Essas “espinhas” no couro cabeludo, na verdade, são foliculites, que são as inflamações de um ou mais folículos pilosos, estrutura que lembra uma bolsa e onde crescem os pelos do corpo. A infecção de um ou mais folículos pode ter origem bacteriana, e isso resulta em um couro cabeludo com áreas avermelhadas, inflamadas, podendo apresentar pus.

Para os ansiosos de plantão, quando a inflamação aparecer, não se deve de jeito nenhum ficar mexendo nela ou espremer! “Cutucar pode gerar mais inflamações, com a sujeira das mãos e das unhas, que pode contaminar o local”, recomenda a dermatologista Renata Marques Sitler.

Em relação ao tratamento, o ideal é ir a um especialista para examinar e diagnosticar, visto que cada um tem um método específico. Se não é possível visitar um médico no momento, é possível fazer uma esfoliação do couro cabeludo e utilizar produtos com ácido salicílico para fazer as espinhas sumirem.

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“Muitos shampoos já têm esta substância na fórmula, que ajuda a amenizar o problema. Uma dica muito importante é usar a tesoura para cortar os cabelos e não usar máquina perto do couro cabeludo”, especifica a Dra.

Segundo a Renata, para evitar as infecções, lavar o cabelo frequentemente ajuda a não aparecer mais a acne, principalmente quem tem as madeixas oleosas. “A indicação é lavar o cabelo em intervalos mais curtos e não os abafar. É bom evitar o uso de bonés, chapéus, turbantes ou prendê-los logo após lavar”, finaliza.

Consultoria: Dra. Renata Marques Sitler, dermatologista.

Fonte: IG Mulher

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“Poderia ter morrido”, diz Carla Prata após Covid somada a doença rara

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Carla Prata
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Carla Prata


Carla Prata passou por uma cirurgia delicada em 2016 para retirar um tumor de 20 cm que estava no timo, uma glândula que participa da regulação da defesa imunológica do organismo e, pouco tempo depois, começou a ter pequenas paralisias que a impediam até de falar. Tudo isso começou a soar muito estranho até que ela procurou um médico e foi diagnosticada com uma doença autoimune chamada miastenia gravis, que afeta a comunicação entre o sistema nervoso e os músculos, podendo levar a uma trombose.

Já não bastasse ter de conviver com uma doença incurável, em setembro do ano passado, a apresentadora foi infectada — talvez pela segunda vez — com a Covid-19, que resultou em uma trombose e embolia pulmonar e a deixou por meses com sequelas. Em entrevista exclusiva ao iG Delas, Carla afirma que teve muito medo de que o pior acontecesse, pois a miastenia tem consequências muito similares às do coronavírus.


“Fiquei com receio porque a Covid e a crise miastênica causam insuficiência respiratória. Na época em que fui infectada, cheguei a tomar seis injeções de anticoagulantes na barriga e, em novembro, tive uma trombose e embolia pulmonar pós-Covid. Eu poderia ter morrido, isso é muito sério. Faço tratamento até hoje com a minha médica”, diz.

Sobre a miastenia gravis, ela lembra que o diagnóstico a deixou apavorada, pois a doença afeta a comunicação entre o sistema nervoso e os músculos, podendo ter complicações, e uma de suas características é fazer o pulmão parar de funcionar.

“Os sintomas variam de pessoa para pessoa, mas, para mim, o pior mesmo é quando bate a fraqueza, que você não consegue fazer nada. Isso é muito ruim, principalmente para uma pessoa tão ativa igual a mim. Para me tratar, optei pela medicina integrativa que tem como objetivo equilibrar o nosso organismo. Tomo várias vitaminas todos os dias, uso pallets de vitamina D, mas quando percebo que passei por um estresse muito grande e que meu olho está fechando, que a pálpebra está caída, uso a piridostigmina também”, conta.

Desde que teve o tumor, passando pela doença autoimune e a Covid, tudo em apenas quatro anos, ela se apegou ainda mais à sua fé e no apoio do filho, Kauê Prata, de 15 anos, a quem ela dedica todo seu carinho.

“Quando eu estava com crise de ansiedade, era ele quem me acalmava. Além de filho, é um superamigo, tem um coração gigante, é muito amoroso, inteligente e coerente também. Às vezes eu digo que é um adulto no corpo de um adolescente. Estar com ele é o que me traz paz e me dá forças para querer sempre buscar novos desafios e melhorar.”

Carla Prata e o filho, Kauê
Reprodução/Instagram

Carla Prata e o filho, Kauê


Relacionamentos abusivos

Carla hoje em dia está solteira, mas já passou por três relacionamentos abusivos que a fortaleceram para não cair mais em ciladas. Ela relata ao Delas que, na primeira vez, não conseguia identificar que estava em uma união “extremamente infeliz e tóxica”, mas foi enxergando aos poucos e conseguiu se livrar deles. A má experiência não a impediu de ser enganada mais uma vez.

“Na segunda, eu demorei um pouco, mas consegui enxergar, graças à ajuda da minha mãe, Rosangela. Na terceira vez, já foi mais fácil. Tive ajuda da minha mãe, amigas e não demorei muito para cair fora dessa relação que não tinha como ser feliz. Era briga em cima de briga, por causa de coisas tão simples, como, por exemplo, uma barriga de fora na academia. Não dava para continuar sendo infeliz. Fui em busca da minha felicidade. A vida é muito curta para perder tempo”, avisa ela que chegou a ser agredida em um dos relacionamentos.

Agora, a apresentadora dá forças para as mulheres que passam pela mesma situação e não conseguem se desvencilhar do namoro ou casamento abusivo. Ela afirma que, depois das três experiências, sabe exatamente o tipo de pessoa que não quer mais em seu convívio.

“Algumas frases da pessoa como ‘não estou com ciúme, é apenas zelo por você’, ‘por que você vai com essa roupa? Não acha que está vulgar?’ ou ‘não quero você andando com fulana’ já dá para perceber as falas machistas. Em resumo, quando a pessoa não aceita você do jeito que é e vê defeitos em tudo que faça ou usa, cai fora logo”, alerta.

Seus planos futuros estão todos focados na família e no trabalho. Com quase 500 mil seguidores no Instagram, ela aproveita a boa fase das redes sociais que a mantém financeiramente durante a pandemia da Covid-19. Quando a vida voltar ao normal, ela quer abraçar sua carreira de apresentadora e ajudar ainda mais quem já esteve ao seu lado nos momentos mais difíceis.

“São meus planos sempre, independente de pandemia: quero ter meu programa de TV e ajudar mais a minha família e estar mais perto deles”, pontua.

Carla Prata
Reprodução/Instagram

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Fonte: IG Mulher

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