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Esperança renovada: campanha de vacinação completa um mês em Cuiabá

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Por Ozenira Félix 

Hoje faz um mês que começamos a campanha Vacina Cuiabá e só tenho a agradecer à equipe da Secretaria Municipal de Saúde, que não tem medido esforços para que a vacinação seja um sucesso! O comprometimento e o empenho de cada servidor da SMS envolvido na campanha é admirável e me dá mais energia para estar à frente desta pasta tão complexa, que é a Saúde Municipal.

Quem esteve no Centro de Eventos para se vacinar e viu a estrutura montada para a campanha não tem ideia da dificuldade que foi para chegarmos até aquele resultado. Entre o anúncio do Governo Federal de que a vacinação começaria no dia 20 de janeiro até a data propriamente dita, tivemos menos de uma semana para decidirmos tudo e colocarmos em prática. Desde a escolha de um lugar para centralizarmos a vacinação até a elaboração do site onde é feito o agendamento com geração de QR Code, tudo foi feito dentro deste prazo.

Elaborar e colocar em prática uma campanha de vacinação deste porte, sem ter dados antecipados como número de doses a serem recebidas e sem saber quando vamos recebê-las tem sido um grande desafio tanto para mim, como gestora da pasta da Saúde Municipal quanto para minha equipe, que tem se desdobrado entre o trabalho na Secretaria e o trabalho na campanha. Cuiabá é uma das poucas cidades no Brasil que estão seguindo à risca o Plano Nacional de Imunização, o que tem gerado elogios por parte de representantes de órgãos de controle.

Neste momento foi necessário fechar o nosso polo de vacinação pois recebemos poucas doses e as que ainda temos no estoque estão sendo utilizadas para a vacinação dos idosos acamados e para a segunda dose dos idosos institucionalizados. Mas peço a todos que fiquem tranquilos, pois o Governo Federal já sinalizou o envio de novas doses e em breve poderemos reabrir a campanha no Centro de Eventos.

Assim que retomarmos a vacinação no polo central, continuaremos seguindo o Plano Nacional de Imunização. É importante ressaltar que os grupos prioritários são definidos pelo Ministério da Saúde, não pela Prefeitura. Da nossa parte seguiremos com o compromisso de oferecer uma campanha de vacinação organizada, sem aglomerações, seguindo as medidas sanitárias e com toda a segurança que este momento de pandemia requer. Se Deus permitir em breve teremos uma grande parte da população imunizada, e poderemos voltar a viver sem medo desta doença tão terrível, que já ceifou milhares de vidas.

Ozenira Félix é secretária interina de Saúde de Cuiabá

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A crença nos Espíritos como “Vantagem Adaptativa”

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Por Paiva Netto

Entender o que ocorre quando se deixa o plano físico, crer na eternidade da vida, comunicar-se com os ancestrais em Espírito, entre outras questões, acompanham os grupos humanos desde o princípio das eras. Estudiosos têm buscado compreender como essas crenças se manifestam psicológica e socialmente. Para muitos deles, a exemplo do antropólogo franco-americano Pascal Boyera crença em seres sobrenaturais é universal às religiões e é considerada pelos pesquisadores uma “vantagem adaptativa”.

O igualmente antropólogo norte-americano Michael Winkelman, em entrevista também ao programa Conexão Jesus — O Ecumenismo Divino, da Super Rede Boa Vontade de Comunicação (rádio, TV, internet e publicações), afirmou:

 — Por que é tão natural que a gente acredite nos Espíritos? (…) Nossos princípios biológicos nos levam a ter esse tipo de crença, por isso é natural para o ser humano acreditar nos Espíritos, pois temos evoluído certas capacidades mentais que nos conduzem a esse tipo de crença. (…) O mundo dos Espíritos tem um papel muito importante na evolução das pessoas e da sociedade. A ideia dos Espíritos nos dá uma referência a ser incorporada para melhorar nosso próprio comportamento. Ela igualmente nos oferece uma possibilidade de uma sociedade maior, mais bem integrada e com melhor funcionamento.  

A influência do Mundo Espiritual sobre o mundo da matéria, da qual trata o dr. Winkelman, é corroborada por vários pesquisadores. O debate ainda se amplia em relação à hipótese de estarmos programados para crer em Espíritos e exteriorizar nossa Religiosidade. Podemos mesmo dizer que esse sentido espiritual favoreceu nossa sobrevivência. Afinal, estamos nós, Homo sapiens sapiens, aqui para contar a história e não outro tipo de hominídeo.

Imaginem os benefícios que herdamos, como coletivo social, do indispensável cuidado da Espiritualidade Superior para conosco?! Quantos nobres e elevados valores podemos desenvolver por inspiração consciente ou inconsciente, vinda do coração generoso de abnegadas Irmãs e devotados Irmãos que, do Outro Lado da Vida, derramam sobre nós o amparo celestial? Citemos o perdão para ilustrar isso. A sociedade entraria em colapso sem esse divino postulado. E ele está na base das tradições de fé em todo o mundo, porquanto é ensinamento cuja origem vem do mais alto. Não foi sem propósito que Jesus, o Supremo Ligador do Céu à Terra, tanto difundiu esse princípio de transcendente teor espiritual:

 Quantas vezes se deve perdoar a um irmão 

21 Então, Pedro, aproximando-se do Cristo, Lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu lhe perdoarei? Até sete? 

22 Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete (Evangelho, segundo Mateus, 18:21 e 22).

Educar nossas capacidades sensitivas, sob os auspícios do Amor Divino, para estabelecer a perfeita sintonia com o Governo Invisível da Terra é a salvação da humanidade neste Fim dos Tempos. Já advertia o saudoso Alziro Zarur:

— Não há segurança fora de Deus. 

José de Paiva Netto é jornalista, radialista e escritor – [email protected] — www.boavontade.com 

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