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Escola de Governo se fortalece como Instituição de Ensino Superior

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O Colegiado de Ensino da Escola de Governo, unidade ligada à Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag), aprovou esta semana o Projeto Pedagógico Institucional (PPI) e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI), ambos com vigência entre 2021 e 2025. A aprovação dos documentos fortalece o órgão como Instituição de Ensino Superior (IES).

De acordo com o titular da Seplag, Basílio Bezerra, quem ganha com isso é a população. “Este fortalecimento da Escola de Governo trará benefícios diretos à população, pois com a melhoria da qualificação de nossos servidores, consequentemente quem ganha é a sociedade com a prestação de serviços públicos de excelência”.

Segundo a secretária adjunta da Escola de Governo, Marioneide Angélica Kliemaschewsk, os instrumentos aprovados fazem parte de várias ações da Escola de Governo para fortalecê-la enquanto Instituição de Ensino Superior. “A atuação do Colegiado de Ensino fortalece, democratiza e torna transparente as ações da Escola de Governo, permitindo assim uma resposta mais adequada à formação dos servidores e à sociedade em geral”.

Os dois são importantes instrumentos político, pedagógico, de gestão e de planejamento. O PPI serve para projetar o futuro da instituição, estabelecendo diretrizes que levem ao seu avanço contínuo. Já o PDI trata sobre as normativas do Conselho Estadual de Educação que versam sobre estruturação, articulação com os instrumentos de planejamento, ampliação da oferta de cursos e de inovação.

O PDI é composto pelo perfil institucional (identificação da IES, histórico, missão, objetivos, metas com foco nos objetivos gerais); planejamento e gestão institucional (objetivos e metas do planejamento e gestão, organização acadêmica e administrativa, planejamento e organização pedagógica, oferta de cursos e programas, infraestrutura física e acadêmica, aspectos financeiros e orçamentários); e avaliação e acompanhamento do desempenho institucional (objetivos e metas para a avaliação e acompanhamento, projetos de acompanhamento e avaliação).

A Seplag também tem estruturado a Escola de Governo com o objetivo de oferecer meios que auxiliem na melhoria do desempenho do serviço público aprimorando e valorizando os servidores pela qualificação profissional, pautada pela eficiência, eficácia e efetividade.

Para tanto incluiu em sua estrutura o Colegiado de Ensino, a Comissão Própria de Avaliação, e os núcleos docentes estruturantes de cursos, pós-graduação e editorial da Revista da Escola de Governo do Estado de Mato Grosso.

Fonte: GOV MT

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Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso entram em greve pedindo 20% de reajuste

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Professores, administradores e funcionários de escolas, do governo de Mato Grosso, anunciaram paralisação de 24 horas nesta quinta-feira (28/10) – Dia dos Servidores Públicos – contra o que eles chamam de “calote do pagamento da Revisão Geral Anual (RGA) dos servidores da educação, o que resultaria num reajuste salarial de 20%.

O valor, segundo o Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep-MT), membro do Fórum Sindical, foi um dos signatários do movimento dos servidores, mais de 700 escolas de Mato Grosso tiveram suas atividades suspensas nesta quarta.

O presidente do Sintep, Valdeir Pereira, disse que o governo não paga o reajuste integral dos servidores desde 2018. Ele destaca que a inflamação registrada é superior a 10%, nos últimos 12 meses. Afirma que o governo deve fazer um reajuste no próximo ano, mas que não atingirá a totalidade da inflação.“Vai ficar pela metade, tivemos um aumento da alíquota previdenciária e o governo não sinaliza em pagar os valores defasados”, disse.

Fora a cobrança da RGA, os professores exigem o cumprimento da Lei 510 de 2013, que assegura a dobra do poder de compras dos salários, a convocação dos aprovados no concurso público, reforma das escolas em condições precárias e aplicação de leis que asseguram recursos para a educação.

“A lei 510 foi, inclusive, uma greve que fizemos pela exigência da parcela fixa. O governo, junto com o Ministério Público, pediu a inconstitucionalidade da lei, mas outros setores, como o Tafe e Sema, o governo fez o pagamento dos percentuais. Ou seja, pra educação a tratativa é uma, pros outros setores a tratativa é outra”, recorda.

Além disso, os profissionais aproveitam para protestar também contra a volta as aulas na pandemia, o fechamento de escolas e a falta de políticas públicas para auxiliar estudantes que foram prejudicados por conta da covid-19.

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