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Erupção de vulcão em Tonga foi som mais alto da Terra em 139 anos

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Erupção de vulcão em Tonga foi som mais alto da Terra em 139 anos
Reprodução / BBC News

Erupção de vulcão em Tonga foi som mais alto da Terra em 139 anos

erupção do vulcão Hunga Tonga-Hunga, na ilha de Tonga, em janeiro deste ano, provocou o som mais alto já ouvido no planeta em 139 anos. A explosão superou a de outro vulcão, o Krakatoa, na Indonésia, ocorrido em 1883.

As informações são de um estudo publicado no dia 12 deste mês por pesquisadores da Universidade da Califórnia.

“Este evento de ondas atmosféricas foi sem precedentes no registro geofísico moderno”, disse Robin Matoza, um dos pesquisadores responsáveis pelo artigo publicado na revista Science.

Os sons emitidos pela erupção do vulcão e audíveis por seres humanos foram detectados em locais tão distantes quanto o Alasca, mais de 9 mil quilômetros de distância de Tonga.

Segundo um outro estudo publicado no dia 10 de maio por pesquisadores de Berkeley, também na Califórnia, os efeitos do vulcão de Tonga foram sentidos até mesmo no espaço.

Dados do satélite Ionospheric Connection Explorer (ICON), da Nasa, indicaram que fortes ventos foram formados na ionosfera da Terra, que fica situada entre 100 e mil quilômetros da superfície do planeta.

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Fonte: IG Mundo

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PGR diz que sugestões da Defesa sobre urnas eletrônicas são legítimas

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Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira
Billy Boss/Câmara dos Deputados

Ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira

A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou uma manifestação nesta quarta-feira para o Supremo Tribunal Federal (STF) em que classifica como legítima a atuação do  Ministério da Defesa ao encaminhar sugestões ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o funcionamento das urnas eletrônicas e do sistema eleitoral.

O parecer foi dado em uma ação em que um advogado pede investigação e acusa o general Marco Antônio Freire Gomes, o brigadeiro Carlos de Almeida Baptista Junior e o almirante Almir Garnier Santos de supostos crimes de terrorismo e de tentativa de “abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais”.

Segundo o autor do pedido, as Forças armadas lançariam mão de “ameaças veladas e às vezes abertas” às eleições. O caso está com a ministra Rosa Weber, que solicitou a manifestação da PGR.

No parecer assinado pela vice-procuradora-geral da República, Lindôra Maria Araújo, o pedido de investigação não deve ser acolhido, e representa um “possível inconformismo particular à atuação, em princípio, legítima do Ministério da Defesa”.

“Com a devida venia, qual terrorista ou transgressor da ordem democrática identificar-se-ia ao presidente do TSE em documento oficial com sugestões para o alegado aprimoramento e a ampliação da transparência do sistema de votação?”, diz Araújo.

“Para mais, não se vislumbra indícios de materialidade e de autoria no fato de, por meio de expediente teoricamente subscrito por Ministro da Defesa, as Forças Armadas não se sentirem “devidamente prestigiadas” ou no fato de Paulo Sergio Nogueira afirmar que “secreto é o exercício do voto, não a sua apuração”.

Segundo a PGR, “o Ministro da Defesa não tenta nem ameaça abolir a urna eletrônica ou o método empregado nas últimas eleições, mas sim propõe diretamente ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral medidas aditivas sob o pretexto da melhoria da apuração”.

As Forças Armadas foram convidadas em 2021 pelo ex-presidente da Corte Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso, a integrar o Comitê de Transparência das Eleições (CTE). 


Isso ocorreu diante da insistência do presidente da República Jair Bolsonaro questionar, sem provas, a confiabilidade das urnas eletrônicas, usadas há mais de 20 anos nas eleições do país sem qualquer caso de fraude comprovado.

Desde o início do ano, o ministro da Defesa e o presidente da Corte Eleitoral, ministro Edson Fachin, têm trocado uma série ofícios. O general Paulo Sérgio Nogueira Oliveira tem cobrado que o TSE acate as sugestões feitas por militares. 

Em um documento enviado no dia 10 de junho, o ministro disse que as Forças Armadas, convidadas a participar da comissão, não se sentiam prestigiadas e cobrou medidas para eliminar divergências.

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Fonte: IG Nacional

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