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Erika Schneider diz que ex-affair já pediu para que ela largasse a carreira

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Erika Schneider
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Erika Schneider revelou, nesta quinta-feira (15), que um ex-affair já pediu que a modelo e ex-bailarina do Faustão parasse de trabalhar. Aos 30 anos, a modelo, que foi bailarina do Faustão por quase oito anos, estampa diversas campanhas de moda, tem sua própria marca de roupas e tem diversos sonhos para o futuro. Para a empresária, essa independência é o que motivou o pedido do antigo companheiro.

“Já aconteceu. E por isso não fiquei com ele. Convivi, infelizmente, com pessoas que não queriam que eu trabalhasse”, disse Schneider. Mas a empresária também acredita que ninguém deve “apedrejar” a mulher que abre mão de sua vida profissional por amor. “Cada caso é um caso. Eu não julgo ninguém. Cada um tem sua linha de pensamento. Eu gosto de trabalhar e amo o meu trabalho. Acredito que, em um relacionamento, um deve ajudar o outro. Se me relaciono com uma pessoa que me dá força, não vou negar uma ajuda. Agora, parar de trabalhar para ser submissa a uma situação, jamais”, afirma Erika.

Para Erika, muitos homens não estão preparados para se relacionar com mulheres fortes e independentes. “Existem os que estão prontos para lidarem com isso e vêm para acrescentar. Mas eu estou fugindo de homens que não estejam preparados e quero alguém que me ajude e venha para somar em minha vida, que vai ser recíproco”, completa a dançarina, que está solteira.

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“É difícil para os homens porque ainda querem se comportar como machos alfa. E uma mulher dependente é mais fácil de se submeter às suas vontades e ser controlada. Claro que depende do caso, não estou generalizando”, reflete sobre o motivo que leva alguns homens a não aceitarem a independência financeira da mulher.

A independência financeira da empresária vem dos seus 16 anos, logo após sair de casa, então, Erika não demonstra interesse em abrir mão dessa independência.”Deixei a casa dos meus pais com 15 anos e conquistei a independência financeira aos 16. Eu trabalho desde os 11 anos. Sempre fazia bicos para ter meu dinheirinho, comprar minhas material escolar e coisas que queria a mais. Passei a ser uma mini empreendedora desde novinha”, revela a empresária que conta, também, que seus pais enfretavam dificuldades financeiras durante a infância da ex-bailarina.

Erika acredita que ter propósitos de vida parecidos é muito importante em seus relacionamentos. “Cada um tem o seu. O meu é esse: sou uma mulher que gosta de trabalhar. Desde novinha, eu trabalho. Sou independente, conquisto minhas coisas. E a pessoa que está do meu lado tem que ter esse mesmo propósito. Se um ajudar o outro, melhor ainda”.

Erika finaliza com dicas para as mulheres que querem conquistar liberdade financeira: “O primeiro de tudo é você querer e batalhar por isso. Comecei trabalhando com as oportunidades que apareceram e, a partir daí, fui galgando novas oportunidades até chegar onde estou hoje. A gente tem que entender que nada cai do céu. Às vezes, você quer um trabalho X, mas até chegar a ele, você tem que passar por muitos outros desafios. As pessoas não estão dispostas a percorrer esse caminho, mas é necessário”, conclui.

Fonte: IG Mulher

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Livraria em São Paulo tem apenas livros escritos por mulheres

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A livraria tem uma seleção de livros infantis escritos e ilustrados por mulheres
Reprodução/Instagram/GatoSemRabo

A livraria tem uma seleção de livros infantis escritos e ilustrados por mulheres


A Gato Sem Rabo, primeira livraria do Brasil que tem apenas livros escritos e ilustrados por mulheres, será inaugurada nesta quarta-feira (19), na Vila Buarque, no centro de São Paulo. O nome do local é uma homenagem a um ensaio de Virginia Woolf em “Um Teto Todo Seu”, de 1929. Nele, a autora compara a presença das mulheres na literatura como com um gato sem rabo — ambas situações estranhas. 

“Nosso catálogo propõe um recorte de mundo, entre muitos possíveis, no qual as mulheres estão no centro do debate, da publicação e da leitura”, explica o perfil do local idealizado por Johanna Stein, ex-modelo formada em artes visuais.

A Gato Sem Rabo se propõe a ter uma curadoria bastante cuidadosa na escolha dos títulos, atendendo as “urgências do presente e a importância do acervo histórico”.

“Criamos uma sociedade mais colaborativa entre homens e mulheres quando as fronteiras limitadoras de gêneros são dissolvidas. Até que isso aconteça, é preciso revisitar algumas algumas lacunas na história e reverter a ausência de protagonismo das escritoras”, explica Johanna no Instagram da livraria.

“A Gato Sem Rabo é uma homenagem às mulheres que escrevem: animais estranhos e deslocados, que, desfalcadas de tempo, espaço e legitimidade, tiveram o atrevimento e a coragem de escrever — ou não encontraram outra saída senão essa”.


Fonte: IG Mulher

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