Saúde

Enfermeira atravessa rio para vacinar idosa contra Covid-19

Em um vídeo compartilhado na internet, a profissional atravessa o rio com os equipamentos necessários para a imunização.

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Uma enfermeira viralizou nas redes sociais após atravessar um rio para conseguir vacinar uma idosa, em São José de Espinharas (PB). O caso aconteceu na última quinta-feira (04.03), quando o serviço de imunização da cidade realizava a vacinação em idosos.

Em um vídeo compartilhado na internet, a profissional atravessa o rio com os equipamentos necessários para a imunização.

Em entrevista ao G1, a enfermeira Mayane Brito contou que tomou a atitude após ver a dificuldade de locomoção até o bairro onde a moradora estava. Ela lembra que ainda precisou de uma carona de moto para conseguir imunizar a idosa, que seria a última a ser vacinada no dia.

“Não dava para atravessar de carro para ir vacinar essa idosa e só faltava ela. O carro ficou me esperando, eu atravessei a pé e eu pedi a uma pessoa amiga da senhora para me pegar de moto do outro lado do rio para eu poder vacinar a senhora”, afirmou.

Mayane ressaltou o pensamento de querer que alguém fizesse o mesmo pela própria mãe, o que reforço a ideia de atravessar o rio.

“Quando eu cheguei em casa nesse mesmo dia, me vi pensando que se fosse minha mãe – que infelizmente não está aqui mais hoje comigo, pois vai fazer cinco meses que ela faleceu – eu gostaria que um profissional de saúde atravessasse o rio para vacinar ela também”, completou.

A Secretaria da Saúde de São José de Espinharas informou que a profissional participava do programa de imunização para idosos entre 80 e 89 anos na cidade. Segunda a pasta, 24 moradores foram imunizados até o momento.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Brasil recebe 2,3 milhões de kits de intubação vindos da China

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Chegou ao Brasil na noite de hoje (15), no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP), um lote de 2,3 milhões de kits para intubação de pacientes com covid-19. Os medicamentos foram fabricados em Lianyungang, na China. Os kits, que serão doados para o Ministério da Saúde, são compostos de sedativos, neurobloqueadores musculares e analgésicos opioides – insumos básicos para realizar a intubação.

Os medicamentos foram trazidos ao Brasil e serão doados ao Sistema Único de Saúde (SUS) por um grupo de empresas formado pela Engie, Itaú Unibanco, Klabin, Petrobras, Raízen e TAG, além da Vale, que deu início a ação há duas semanas.

Os 2,3 milhões de kits são um primeiro lote de um total de 3,4 milhões que devem chegar ao Brasil até o final do mês. No total, os medicamentos têm capacidade para serem utilizados em 500 leitos pelo período de um mês e meio. Os itens possuem autorização para importação emitida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o grupo de empresas, a ação foi motivada pelo recrudescimento da pandemia de covid-19 no Brasil e pela escassez de insumos para o atendimento a pacientes em unidades de terapia intensiva (UTIs).

Na terça-feira (13), a Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) fez um alerta sobre o desabastecimento de anestésicos e medicamentos do kit intubação e considerou o cenário “gravíssimo”. 

Os cerca de 160 hospitais que responderam ao levantamento apontaram que os estoques de anestésicos, sedativos e relaxantes musculares tinham, então, em média, de 3 a 5 dias de duração e que os antibióticos também começaram a ficar escassos. 

Ministério da Saúde

Em coletiva de imprensa, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, disse que a ação vai reforçar a assistência ao Sistema Único de Saúde (SUS). “A obrigação de adquirir esses medicamentos é de estados e municípios. Todavia, estamos em uma emergência pública internacional e nós temos que tomar as providências necessárias para assegurar o abastecimento em todo o país, principalmente em municípios menores que não têm condições de compra”, disse Queiroga. 

Segundo o Ministério da Saúde, assim que chegarem ao Brasil, os medicamentos serão enviados para todos os estados e ao Distrito Federal. “Com base em experiências anteriores, a expectativa é de que em menos de 48 horas os medicamentos sejam distribuídos para todos os estados”, disse o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Rodrigo Cruz.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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