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Energisa (ENGI4) confirma oferta de ações da Rede Energia a R$8,42 por papel

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Energisa (ENGI4) confirma oferta de ações da Rede Energia a R$8,42 por papel
Redação 1Bilhão Educação Financeira

Energisa (ENGI4) confirma oferta de ações da Rede Energia a R$8,42 por papel

Energisa (ENGI4) confirma oferta de ações da Rede Energia a R$8,42 por papel

A elétrica Energisa (ENGI4) informou que obteve aprovação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e lançará uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) de emissão da Rede Energia Participações.

A oferta terá preço de R$ 8,42 por ação, observados mecanismos de ajuste que constarão do edital da operação, disse a companhia em comunicado nesta quinta-feira.

O edital deverá ser publicado até 19 de abril, segundo a empresa.

Energisa (ENGI4) confirma oferta de ações da Rede Energia a R$8,42 por papel

Energisa

A companhia reportou lucro líquido de R$ 192 milhões no quarto trimestre de 2020, queda de 45,6% ante igual período do ano anterior, conforme relatório encaminhado ao mercado.

De acordo com o documento, no acumulado do ano a companhia registrou lucro líquido de R$ 1,6 bilhão, crescimento de 204,9% no ano a ano

Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) somou R$ 1,12 bilhão no último trimestre do ano passado, avanço de 15,7% na comparação anual.

No acumulado do ano, o indicador Ebitda teve aumento de 12,3% na mesma base, para R$ 3,9 bilhões.

Resultado

Com negócios em distribuição, transmissão e geração de energia, a empresa somou receita operacional líquida de R$ 5,57 bilhões de outubro a dezembro, alta de 25,2% ano a ano.

O resultado financeiro foi negativo em R$ 495,7 milhões, contra uma queda de R$ 231,4 milhões no quatro trimestre de 2019.

A Energisa disse que esse número refletiu a contabilização de uma opção de conversibilidade do bônus de subscrição de uma emissão de debêntures, que teve impacto negativo de R$ 393,9 milhões, contra R$ 144,2 milhões no mesmo período de 2019.

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Os investimentos da Energisa totalizaram R$ 677,3 milhões no trimestre, com queda de 32,1% no comparativo anual, enquanto fecharam o ano com recuo de 14,5%, em R$ 2,7 bilhões.

Pandemia

Devido à pandemia, a empresa postergou alguns investimentos. A Energisa também buscou fortalecer a liquidez com medidas de proteção ao caixa e captação de recursos de financiamento e capital de giro, além de alongamento da dívida de curto prazo e cortes de despesas.

“Como resultado, concluímos o ano com caixa de R$ 6,6 bilhões e uma redução de 11% no PMSO”, afirmou, em referência a sigla para despesas com pessoal, material, serviços e outros.

Indicadores

Já o consumo consolidado de energia elétrica nos mercados cativo e livre atendido pelas distribuidoras da companhia teve crescimento de 5,2% no trimestre.

“O mercado consolidado das distribuidoras da Energisa cresceu 2,5 pontos percentuais acima do consumo energia elétrica do Brasil em 2020, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Nos últimos 12 anos, este diferencial foi na média 2,25 pontos percentuais por ano”, apontou a empresa.

A companhia encerrou o ano com 8,05 milhões de unidades consumidoras atendidas, aumento de 2,9% em um ano.

A taxa de inadimplência consolidada da Energisa dos últimos 12 meses, considerando os impactos da pandemia de Covid-19 e medidas impostas pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foi de 1,64% no trimestre, contra 0,93% no fim de 2019.

Com isso, a elétrica registrou provisões para calotes de R$ 380,4 milhões em 2020, ante R$ 212,5 milhões um ano antes.

Veja ENGI4 na Bolsa :

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Câmara do Rio aprova reforma da Previdência que afetará quase 100 mil; conheça

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Câmara do Rio de Janeiro aprovou aumento da alíquota de servidores da ativa e aposentados e pensionistas
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Câmara do Rio de Janeiro aprovou aumento da alíquota de servidores da ativa e aposentados e pensionistas

Por 23 votos a 22, a Câmara dos Vereadores do Rio aprovou na noite desta terça-feira (13), em discussão final, o projeto que aumenta de 11% para 14% a alíquota previdenciária de todos os servidores da ativa e os aposentados e pensionistas que ganham acima do teto previdenciário de R$ 6.433,57. A medida atingirá quase cem mil servidores do Executivo, da Câmara do Rio e do Tribunal de Contas do Município (TCM): 87.079 servidores da ativa e 12.658 aposentados e pensionistas, totalizando 99.737 matrículas. O texto vai agora a sanção do prefeito Eduardo Paes.

O desconto não pode ser aplicado de forma imediata, já que tem que obedecer ao princípio da noventena, a partir da sanção do projeto. A previsão é que, por ano, a reforma da Previdência do Rio gere uma receita extra de R$ 200 milhões para o Funprevi.

O governo argumentou que o aumento da contribuição tem o objetivo de adequar a legislação previdenciária carioca às regras federais que preveem a alíquota de 14% para todos os servidores da ativa e para os aposentados. A mudança foi proposta em um projeto que tenta reduzir o rombo do Fundo de Previdência do Município (Funprevi), com déficit de cerca de R$ 1 bilhão por ano. O plano inclui ainda um aumento de 22% para 28% da contribuição da prefeitura para a aposentadoria dos servidores.

O projeto ainda aponta outras fontes de recursos para financiar o Funprevi, como a exploração (aluguel ou venda) do patrimônio imobiliário do Rio e operações financeiras para antecipar parte das receitas futuras dos royalties do petróleo até o limite de R$ 28,2 milhões por mês. No ano passado, o ex-prefeito Marcelo Crivella tentou realizar feito semelhante, mas não foi autorizado pelo Tribunal de Contas do Município (TCM). Segundo a corte, a operação configuraria uma tipo de empréstimo. E operações dessa natureza são proibidas pela legislação nos quatro últimos meses do governo.

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Ânimos exaltados durante a sessão extraordinária

Depois que os vereadores aprovaram à tarde as mudanças em primeira discussão com diferença de só um voto , a segunda aconteceu em sessão extraordinária e com os ânimos exaltados. Tarcísio Motta (PSOL) e Reimont (PT) propuseram que o debate final fosse adiado. Havia a expectativa de que com a presença de Jones Mour (PSD), que não participou da primeira votação, o placar poderia terminar em 23X23. Nesse caso, o presidente Carlo Caiado (DEM) teria que dar o voto de minerva.

Oposição diz que desconto maior é ‘duro golpe’

A vereadora Tainá de Paula (PT) afirmou que o aumento da alíquota de contribuição é um “duro golpe” em plena pandemia para os profissionais de saúde que se esforçam nas unidades públicas para tentar salvar vidas:

“Não é reforma previdenciária. É uma retirada de direitos de servidores à toque de caixa”, diz.

Antes da votação, Vera Lins, líder do Progressistas na Casa e presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, disse que a proposta encaminhada pelo prefeito Eduardo Paes “é uma verdadeira covardia contra todos os servidores, sejam ativos ou inativos”. Segundo a vereadora, não dá para entender porque em todo ou qualquer debate sobre déficits no sistema previdenciário, seja municipal, estadual ou federal, sempre é proposto o aumento da contribuição dos trabalhadores.

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