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Empresário da Sibéria compra ativos do McDonald’s na Rússia

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McDonald's encontra comprador para suas operações na Rússia: um empresário da Sibéria
Lorena Amaro

McDonald’s encontra comprador para suas operações na Rússia: um empresário da Sibéria

A rede de lanchonetes McDonald’s encontrou um comprador local para sua operação na Rússia, informou a BBC nesta quinta-feira (19). Ele é Alexander Govor, que atualmente administra 25 unidades da rede na Sibéria.

Ele vai assumir tanto as unidades físicas como os empregados, mas sob uma nova marca, disse o McDonald’s à BBC.

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A rede americana estava na Rússia há 32 anos. Em março, em resposta à invasão da Ucrânia pelos russos, suspendeu temporariamente suas operações.

Na última segunda-feira, informou que sairia definitivamente do país. Como a empresa vai manter consigo os direitos de uso da marca na Rússia, Govor terá de reabrir as lanchonetes sob outro nome, ainda não divulgado.

Na Rússia há cerca de 850 unidades do McDonald’s. A empresa espera que as autoridades reguladoras aprovem a venda nas próximas semanas.

Segundo a BBC, Govor é franqueado do McDonald’s desde 2015. Ele ainda é cofundador da refinaria Neftekhimservice.

O ministro de Indústria e Comércio da Rússia, Denis Manturov, disse que o acordo foi resultado de um “longo e difícil” processo de negociação e que o governo dará toda a assistência a Govor. Pelos termos do acordo, segundo a BBC, os 62 mil funcionários locais do McDonald’s terão pelo menos dois anos de estabilidade.

Também esta semana, a Renault vendeu uma fábrica nos arredores de Moscou e sua participação na AvtoVaz, que produz a tradicional marca Lada. O prefeito de Moscou disse que a fábrica será usada para ressuscitar um antigo carro soviético, o Moskvich.

*Com agências internacionais


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Aneel mantém bandeira tarifária verde para julho

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Hoje, há 212 localidades isoladas do SIN, com consumo energético abaixo de 1%
Agência Brasil

Hoje, há 212 localidades isoladas do SIN, com consumo energético abaixo de 1%

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu acionar a bandeira verde no mês de junho para todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). De acordo com a agência, dessa forma, não haverá cobrança extra na conta de luz no próximo mês.

É o segundo anúncio de bandeira verde realizado pela Aneel desde o fim da Bandeira Escassez Hídrica , que durou de setembro de 2021 até meados de abril deste ano. Em maio, a agência já havia acionado a bandeira verde . Segundo a Aneel, na ocasião, a bandeira verde foi escolhida devido às condições favoráveis de geração de energia.

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica. Divididas em níveis, as bandeiras indicam quanto está custando para o SIN gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias.

Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre qualquer acréscimo. Quando são aplicadas as bandeiras vermelha ou amarela, a conta sofre um acréscimos, que variam de R$ 1,874 por 100 quilowatt-hora (kWh) consumido a 9,492 por 100 kWh.

O Sistema Interligado Nacional é dividido em quatro subsistemas: Sudeste/Centro-Oeste, Sul, Nordeste e Norte. Praticamente todo o país é coberto pelo SIN. A exceção são algumas partes de estados da Região Norte e de Mato Grosso, além de todo o estado de Roraima.

Atualmente, há 212 localidades isoladas do SIN, nas quais o consumo é baixo e representa menos de 1% da carga total do país. A demanda por energia nessas regiões é suprida, principalmente, por térmicas a óleo diesel.

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