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Empate mantém CSA longe do G-4 e impede Chape de disparar na Série B

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Chapecoense e CSA não saíram do zero em partida realizada nesta terça-feira (27) à noite, na Arena Condá, em Chapecó (SC), pela Série B do Campeonato Brasileiro. Apesar de ser o 18º jogo das equipes na competição, o duelo valeu pela segunda rodada. O confronto seria em agosto, mas teve que ser adiado porque o elenco alagoano sofreu um surto de casos do novo coronavírus (covid-19).

O resultado impediu que a Chape, agora com o mesmo número de jogos que os principais adversários, disparasse na ponta da Série B. O Verdão do Oeste continua em primeiro lugar, com 37 pontos, abrindo dois de vantagem para o América-MG, que aparece em segundo. O CSA, com 25 pontos, permanece em oitavo, perdendo a chance de se aproximar do G-4. O Azulão está a três pontos do Juventude, quarto colocado e último time na zona de acesso à Série A.

Depois de um primeiro tempo de pouca intensidade, as equipes fizeram uma etapa final animada, com gols perdidos de ambos os lados. O goleiro Matheus Mendes, do CSA, fez pelo menos duas grandes defesas. Uma com o rosto, em uma cabeçada do atacante Anselmo Ramon, e outra em finalização do meia Paulinho Mocellin. Já pelo time alagoano, o volante Marquinhos acertou o travessão e os atacantes Paulo Sérgio e Pedro Lucas pararam no goleiro João Ricardo.

Os times voltam a campo neste sábado (31). Às 16h30 (horário de Brasília), a Chapecoense visita o Confiança em Aracaju e pode sacramentar o título simbólico de campeã do primeiro turno da Série B. Já o CSA recebe o Náutico em Maceió às 21h. Os duelos serão válidos pela 19ª rodada da competição.

Confira a classificação da Série B do Campeonato Brasileiro.

Edição: Liliane Farias

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Felipe Santana agradece Chapecoense pela oportunidade de poder jogar

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Após mais de dois anos sem entrar em uma partida oficial, na última terça-feira (24), Felipe Santana completou o segundo jogo com a camisa da Associação Chapecoense de Futebol. Junto com a oportunidade de voltar a jogar, chegou a reponsabilidade de substituir a altura os companheiros da posição. Dona da defesa menos vazada da competição, a equipe demonstra empenho de todos dentro das quatro linhas e a qualificação no setor defensivo. Aos 34 anos de idade, com experiência e rodagem no futebol, desde sua chegada o zagueiro buscou contribuir e repassar seus conhecimentos no dia a dia do clube.

Nesta quarta-feira (25) Felipe participou da entrevista coletiva do dia. Comentou sobre a opção de ficar fora das quatro linhas para recuperação física e demonstrou gratidão a Chape, clube que proporcionou o retorno aos gramados. “Foi uma opção que eu escolhi tomar para minha carreira, sabia que ia ser difícil, mas sou extremamente agradecido a Chapecoense pela oportunidade que me deu e fiquei imensamente feliz por fazer parte de um time que vem se reconstruindo não só como nome, mas também como equipe. Me lembro quando cheguei em junho, a equipe estava sendo desacreditada, não estava indo bem no Campeonato Catarinense, precisou de muito trabalho para que revertesse a situação e tornasse essa situação de título. Isso se transpôs para o Campeonato Brasileiro, quando o atleta tem confiança pra jogar as coisas tendem a fluir, nossa equipe readquiriu confiança, começou a prospectar coisas grandes pro campeonato, minha parcela de contribuição entra no momento em que tem uma mentalidade de campeão, mentalidade vencedora, que sempre tive e por sorte quase todos os clubes onde passei fui campeão”.

Foto: Guilherme Griebeler /ACF
Foto: Guilherme Griebeler /ACF

A felicidade em contribuir com o grupo foi destacada pelo zagueiro. “Fico muito feliz em voltar ajudar, voltar a jogar, claro que tive que respeitar um processo, até porque a zaga da Chapecoense vem fazendo um grande campeonato com a defesa menos vazada”.

Após a derrota para o Cruzeiro, na última rodada da Série B, o Verdão iniciou a preparação para enfrentar o Guarani. Por fim, o zagueiro relata aprendizado para o restante do Campeonato Brasileiro. “Futebol tem essas situações, ocorrem de uma hora pra outra, uma vitória ou uma derrota. O Cruzeiro durou por apenas 12 horas, pra nós é claro que a derrota nos machuca assim como vitória nos deixam feliz, mas faz parte do jogo em nenhum momento queríamos perder essa invencibilidade de 19 jogos. Aprendemos com essa partida, assim como a gente aprendeu também na partida contra o Sampaio Corrêa, onde iniciamos perdendo a partida e corremos atrás. Infelizmente contra o Cruzeiro isso não conseguiu se realizar, mas faz parte do futebol, bola pra frente”.

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