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Embrapa lança livro sobre cultivares BRS Capiaçu e BRS Kurumi

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Publicação será apresentada em live no canal da Embrapa, no Youtube, nesta quarta-feira (19) às 19h. Interessados poderão fazer o download gratuito do livro

As cultivares mais recentes de capim-elefante desenvolvidas pela Embrapa (BRS Capiaçu e BRS Kurumi) são tema de livro a ser lançado no dia 19 de maio, às 19h, no canal da Embrapa, no Youtube, iniciando as comemorações dos 45 anos da Embrapa Gado de Leite. Durante a live, serão fornecidas instruções para o que os interessados façam o download do livro, gratuitamente, em formato de e-book ou PDF. As cultivares BRS Capiaçu e BRS Kurumi tem despertado grande interesse do produtor de leite devido a sua alta qualidade nutricional, seja para pastejo (BRS Kurumi), seja para produção de silagem (BRS Capiaçu) o que, segundo o editor técnico da publicação e pesquisador da Embrapa Gado de Leite, Antônio Vander Pereira, motivou a edição do livro.

Com o título BRS Capiaçu e BRS Kurumi – Cultivo e uso, a publicação apresenta, na forma de perguntas e respostas, todas as instruções e recomendações técnicas necessárias a respeito das cultivares. “Optamos pelo formato de pergunta e resposta por ser mais objetivo e acessível a todos os produtores”, diz Pereira. As perguntas apresentadas são respondias por 16 pesquisadores da Embrapa, especializados em diversas áreas. Há questões sobre nutrição, controle de pragas, época de plantio, produção de silagem, irrigação, fertilização etc. “Apresentamos ainda avaliações econômicas a respeito das cultivares”, completa o pesquisador.

Pereira destaca que a Embrapa tem sido muito demandada por informações a respeito das cultivares. “O preço elevado que o milho alcançou nos últimos anos fez com que o interesse pela BRS Capiaçu crescesse muito entre os pecuaristas”, avalia. “O mesmo ocorre com a BRS Kurumi, de baixo porte e de manejo simples, indicado para pastejo rotacionado”, conclui. Durante a live, quatro pesquisadores irão apresentar o conteúdo do livro. Em seguida, eles responderão as perguntas da audiência.

Veja a seguir alguns detalhes sobre cada uma das cultivares:

– BRS Capiaçu – é um clone de capim-elefante (Pennisetum purpureum Schum) de alto rendimento para suplementação volumosa na forma de silagem ou picado verde. Devido ao seu elevado potencial de produção (50t/ha/ano), também pode ser utilizada para a produção de biomassa energética. Tem porte alto (até 4,20 metros de altura), destacando-se pela produtividade e pelo valor nutritivo da forragem quando comparada com outras cultivares de capim-elefante. A BRS Capiaçu apresenta maior produção de matéria seca a um menor custo em relação ao milho e à cana-de-açúcar. A silagem deste capim constitui uma alternativa mais barata para suplementação do pasto no período da seca. Sua propagação ocorre por meio de colmos e apresenta gemas com elevado poder de brotação. Caracteriza-se por apresentar touceiras densas e colmos eretos, o que facilita a colheita mecânica; folhas longas, largas e de cor verde. A cultivar possui boa tolerância ao estresse hídrico, mas é susceptível às cigarrinhas das pastagens. Entretanto, quando a capineira é bem manejada, apresenta boa tolerância ao ataque da praga.

– BRS Kurumi – cultivar de capim elefante anão, destaca-se por apresentar alto potencial de produção de forragem com excelentes características nutricionais, o que possibilita ao produtor de leite intensificar a produção animal com menor uso de concentrado. Caracteriza-se por apresentar touceiras de formato semiaberto; folha e colmo de cor verde e internódio curto. A BRS Kurumi tem crescimento vegetativo vigoroso com rápida expansão foliar, intenso perfilhamento e porte baixo. Chama a atenção a elevada relação folha/colmo e facilidade de manejo devido seu porte. A cultivar possui propagação vegetativa por meio de estacas, e é indicada para uso forrageiro nos biomas Mata Atlântica, Amazônia e Cerrado.

Fonte: Embrapa

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Startup faz certificação internacional

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  A startup CertifiCafé, acelerada na primeira edição (2019) do Avança Café, programa idealizado pela Embrapa Café, já fez a certificação internacional de 21 produtores de café abrindo oportunidade de negócios, especialmente na área de produção orgânica e de cafés especiais. Os cafeicultores que adotam a tecnologia da CertifiCafé obtém o selo Rainforest Alliance. A certificação internacional identifica cafés cultivados em propriedades que seguem rigorosamente as leis do país e os padrões socioambientais estabelecidos pela certificadora.

   A startup elabora o diagnóstico da propriedade e disponibiliza um aplicativo que mostra aos cafeicultores as adequações a serem feitas, de forma rápida e dinâmica. A cada etapa concluída, os produtores lançam na plataforma as comprovações em texto, áudio ou imagens e recebem relatórios sobre os progressos alcançados. Assim, de forma bem ágil, toda a documentação necessária para a certificação fica disponível digitalmente para os produtores e os auditores, simplificando e diminuindo o custo do processo e otimizando o tempo de auditoria na propriedade. 

   O Avança Café funciona a partir da iniciativa da Embrapa Café, executado pelas universidade federais de lavras(UFLA) e da Viçosa(UFV) em Minas Gerais. Para a edição deste ano, unem-se aos parceiros (OCB e FAEMG) o Instituto Federal de Rondônia. As inscrições estão abertas, basta acessar o site do programa aqui

   Para mais informações sobre o processo de certificação e saber mais da startup que se lançou a partir do programa da Embrapa basta acessar o site aqui.

Fonte: Embrapa

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