AGRO & NEGÓCIO

Embrapa Cocais, secretarias de estado e Conecta Brasil assinam acordo de cooperação técnica para inovação social

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Nesta segunda, 1 de março, às 10h, será realizada cerimônia de assinatura de termo de cooperação técnica entre Embrapa Cocais, Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI, Secretaria de Estado dos Direitos Humanos e Participação Popular e a startup Conecta Brasil 360. O acordo tem o objetivo de desenvolver metodologia de implantação, monitoramento e avaliação de estratégia de inovação social no estado do Maranhão. O evento será transmito online pelo you tube da Embrapa e da Secti Maranhão. 
 
A iniciativa se espelhou no negócio Delícias do Babassu, gerido por quebradeiras de coco babaçu quilombolas da Comunidade de Pedrinhas Clube de Mães de Anajatuba – MA. A Embrapa Cocais buscou a Conecta Brasil 360 para construir curso virtual para as quebradeiras de coco da comunidade e proporcionar visibilidade, conexão e estruturação de negócios para os produtos oriundos do coco babaçu. O curso está vinculado ao Projeto Bem Diverso, na atividade “Novos Processos Alimentícios com Babaçu. 
 
Segundo a pesquisadora Guilhermina Cayres, o curso está sendo realizado desde junho, totalmente online por conta da pandemia, para manter os contatos neste momento de distanciamento social e promover processo de capacitação em gestão de empreendimento coletivo, identificando e agregando valor aos seus produtos e desenvolvimento pessoal e profissional para autonomia e empoderamento às quebradeiras de coco. “O curso tem propiciado também criar espaços significativos de aprendizagem e troca de experiências e apoiar no planejamento das atividades do grupo, contribuindo para o protagonismo das quebradeiras de coco nesse processo de maturidade do grupo, o que vai repercutir no produto final do trabalho delas e na cadeia de valor do coco babaçu”, completa Guilhermina.
Fonte: Embrapa

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AGRO & NEGÓCIO

Série de vídeos aborda as boas práticas para a produção da pimenta-do-reino

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A pimenta-do-reino (Piper nigrum L.) é a especiaria mais consumida no mundo e um importante produto do agronegócio brasileiro. A pesquisa da Embrapa desenvolveu tecnologias e boas práticas que fazem da produção brasileira de pimenta uma das mais sustentáveis do mundo. Parte deste material está reunido em uma série de vídeos produzidos pela Embrapa Amazônia Oriental, que são apresentados a partir desta segunda (19/04) no canal da instituição no Youtube.

A série, disponível na playlist “Cultivo da pimenta-do-reino”, é baseada nos principais desafios do pipericultor brasileiro e apresenta tecnologias que aumentam a produção, a longevidade e a sustentabilidade dos pimentais, além de melhorarem a qualidade do produto final, tornando a atividade mais rentável e competitiva no mercado internacional.

O primeiro vídeo aborda a manutenção e manejo dos plantios de pimenteira-do-reino e a produção de mudas. O pesquisador Oriel Lemos, da Embrapa Amazônia Oriental, explica que um bom plantio depende de podas e manejo adequado, e com a pimenteira-do-reino não é diferente.

Acesse aqui o primeiro vídeo da série:

As podas devem ser feitas a um metro de altura do solo para facilitar e promover a emissão de novos ramos principais. “As estacas cortadas podem ser aproveitadas para produzir novas mudas, mas é importante colocar esses ramos imediatamente na água para manter a umidade”, ressalta o especialista.

O pesquisador faz um alerta ao agricultor que deseja produzir suas mudas: “é importante escolher plantas sadias e vigorosas”. Já para quem prefere comprar as mudas, é fundamental recorrer a viveiristas credenciados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Produção nacional

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de pimenta-do-reino, com uma produção aproximada de 110 mil toneladas, em 2019 (IBGE). Os estados do Espírito Santo, na região Sudeste, e Pará, na região Norte, são destaques na produção nacional, com 62 mil toneladas e 35 mil toneladas em 2019 (IBGE), respectivamente.

Em 2019 a produção brasileira de pimenta-do-reino movimentou em torno de 680 milhões de reais, segundo o IBGE. A maior parte da produção é direcionada à exportação como matéria-prima para condimentos e temperos industrializados.

O próximo vídeo da playlist “Cultivo da pimenta-do-reino” vai abordar a escolha da área para o plantio, a análise e o preparo do solo. O material vai ser publicado na quinta-feira (22), no canal da Embrapa no Youtube.

Fonte: Embrapa

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