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Embraer recebe novas encomendas da Congo Airways

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Raphael Magalhães

Embraer recebe novas encomendas da Congo Airways

Hoje (13), a Embraer recebeu o pedido firme de mais duas unidades do Embraer E195 E2, da companhia aérea africana Congo Airways. Dessa forma, a empresa dobra o número de pedidos firmes do novo jato brasileiro, que se somarão aos dois E190 E2 previamente encomendados.

Com as duas novas adições, o contrato das quatro aeronaves tem um valor total de US$ 272 milhões, de acordo com o preço de lista atual. Além disso, essa nova encomenda será incluída na carteira de pedidos firmes da Embraer do quarto trimestre de 2020.

Ademais, as aeronaves serão configuradas com um layout de duas classes, totalizando 120 assentos: 12 na classe executiva e 108 na econômica. Em comparação aos E190 E2, que possuem configuração de 96 assentos, terão uma capacidade adicional de 25%.

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As entregas dos E2 deverão começar em 2022, no entanto, poderão ser consideradas potenciais antecipações do início das entregas. Segundo a Embraer, existem atualmente 206 aeronaves da fabricante operando na África, em 56 companhias aéreas de 29 países.

Desire Bantu, CEO da Congo Airways, disse: “Enxergamos uma oportunidade em nosso mercado para que a Congo Airways saia mais forte da crise que todos nós estamos enfrentamos. Esses novos jatos permitirão estender nossas operações de passageiros e carga regionalmente a destinos de alta demanda como Cidade do Cabo, Joanesburgo e Abidjan. Enquanto nos preparamos para o sucesso futuro, teremos a flexibilidade e as aeronaves mais eficientes, no tamanho adequado, para servir nossos clientes à medida que o mercado retorna.”

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Vendas no comércio fecham novembro em estabilidade, aponta IBGE

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Marcelo Casal/Arquivo/Agência Brasil

Nem Black Friday ajudou no aumento das vendas

As vendas no varejo ficaram estáveis em novembro, com ligeira queda de 0,1%, na comparação com outubro, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) , divulgada nesta sexta-feira (15) pelo  IBGE . O resultado interrompe uma série de seis altas seguidas e confirma que o setor perdeu fôlego nos últimos meses. A projeção de analistas ouvidos pela Reuters era de alta de 0,4%.

A queda no consumo de alimentos foi a principal responsável por frear a sequência de altas do setor, o que analistas atribuem à alta da inflação, que corrói o poder de compra, especialmente dos mais pobres.

Das oito atividades investigadas, cinco cresceram na comparação com outubro, porém o grupo hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que têm peso de cerca de 45% no índice, apresentou retração de 2,2%.

“É comum que o consumidor, quando tem uma queda de renda ou do seu poder de compra, passe a comprar menos produtos que não são essenciais e a optar por marcas mais baratas”, diz o gerente da PMC, Cristiano Santos.

Nem Black Friday faz vendas avançarem

Nem a Black Friday , que costuma inflar o desempenho das vendas do varejo em novembro, conseguiu manter a trajetória de altas no comércio. O segmento de móveis e eletrodomésticos, que é geralmente impactado pelas promoções, ficou estável, com ligeiro recuo de 0,1% ante outubro.

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Mas outros dois segmentos que costumam ser beneficiados pelas ofertas apresentaram avanços: outros artigos de uso pessoal e doméstico (1,4%) e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (3,0%) .

Mesmo com a perda de fôlego, o comércio já recuperou as perdas da pandemia. No ano, acumula alta de 1,2% e, em 12 meses, de 1,3%.

Na comparação com igual mês de 2019, também houve perda de ritmo, com o varejo crescendo 3,4% em novembro, bem menos que a alta de 8,4% registrada em outubro.

Se considerado o chamado comércio varejista ampliado, que inclui, além das oito atividades de varejo, os segmentos de veículos, motos e peças e material de construção , o setor manteve expansão, embora em ritmo modesto.

Houve crescimento de 0,6% no varejo ampliado em novembro em relação a outubro, a sétima alta seguida.

Nesta semana, o IBGE divulgou também o resultado de serviços, que surpreendeu e avançou 2,6% em novembro na comparação com outubro. A indústria avançou 1,2% no penúltimo mês do ano.

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