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Embraer 195 que homenageia Ayrton Senna retorna ao Brasil

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Gabriel Araújo

Embraer 195 que homenageia Ayrton Senna retorna ao Brasil

Retornou ao Brasil nesta quinta-feira (21) o Embraer 195 da Azul que homenageia Ayrton Senna, piloto brasileiro de Fórmula 1, campeão da categoria três vezes.

O jato, matrícula PR-AYU, foi entregue à Azul em junho de 2011, e batizado “AzulTec”. Em 2014, para lembrar o legado e os 20 anos da morte de Ayrton Senna, a Azul pintou a seção frontal do E-Jet com as cores do capacete do tricampeão mundial, e rebatizou com o nome “#sennasempre”.

Em fevereiro de 2019, o E195 deixou a frota da companhia e desde então ficou estocado no aeroporto de Middle Georgia, localizada em Macon, Estados Unidos.

O traslado da aeronave para o Brasil começou ontem (20), partindo de Middle Georgia (MCN) para Fort Lauderdale (FLL). De FLL seguiu hoje (21) para Boa Vista (BVB), realizando uma parada técnica antes de seguir para Confins (CNF), onde será feito todos os trâmites de entrada no país.

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Abaixo, veja fotos da passagem do jato por Boa Vista, gentilmente cedidas pelo Renato Maia/BVB Spotter :

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Balança comercial tem superávit de US$ 1,152 bilhão em fevereiro

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A importação de uma plataforma de petróleo fez a balança comercial (diferença entre exportações e importações) registrar o menor resultado para meses de fevereiro em sete anos. No mês passado, o Brasil exportou US$ 1,152 bilhão a mais do que importou. O valor é 50,4% inferior ao de fevereiro do ano passado e representa o saldo mais baixo para o mês desde 2014.

Com o desempenho de fevereiro, a balança comercial acumula superávit de US$ 27 milhões nos dois primeiros meses de 2021. Em janeiro, o indicador tinha registrado déficit de US$ 1,125 bilhão.

No primeiro bimestre, a balança acumula o menor saldo para o período desde 2001. Naquele ano, a balança tinha registrado déficit de US$ 337,86 bilhões nos dois primeiros meses.

Em fevereiro, as exportações somaram US$ 16,183 bilhões, com crescimento de 3,9% pela média diária em relação ao mesmo mês do ano passado. Por causa da plataforma de petróleo, avaliada em US$ 1,4 bilhão, as importações atingiram US$ 15,030 bilhões, com alta de 13,9% na mesma comparação.

Principais produtos

No mês passado, as exportações da agropecuária caíram 10,8% na comparação com fevereiro de 2020, puxada pela entressafra e pelo atraso no plantio de alguns produtos. As maiores quedas foram observadas nas vendas de soja (-33,1%) e de animais vivos (-44,2%). O impacto só não foi maior porque os preços médios dos bens agropecuários aumentaram 8,4% em fevereiro.

O recuo nas exportações do agronegócio foi compensado pela expansão nas vendas da indústria extrativa, que subiram 13,8% em fevereiro em relação ao mesmo mês do ano passado. Os destaques foram minério de ferro e seus concentrados (+94,7%) e minérios de alumínio e seus concentrados (+12,6%). As exportações da indústria de transformação cresceram 3,5% na mesma comparação, com destaque para açúcares e melaços (+58,0%), farelos de soja e outros alimentos para animais (+77%) e ouro não monetário (+79,6%).

Importações

Em relação às importações, a entrada no país da plataforma de petróleo engordou as compras externas. Sem a operação, a balança comercial teria registrado superávit de US$ 2,5 bilhões em fevereiro e teria alta em relação ao resultado de fevereiro do ano passado, quando o superávit somou US$ 2,325 bilhões.

Até meados da década passada, o Brasil registrava em subsidiárias da Petrobras no exterior plataformas de petróleo que na prática jamais saíam do país. Essas operações eram registradas como exportações. Com o Repetro, novo regime tributário para o setor, várias plataformas estão sendo registradas no Brasil, com o procedimento sendo contabilizado como importação.

Outros destaques nas importações foram o aumento nas compras de adubos e fertilizantes (+71,3%) e válvulas e tubos termiônicos (+36,6%). A desvalorização do real, que aumenta o preço das mercadorias de outros países, contribuiu para o aumento do valor importado desses produtos.

Estimativas

Em janeiro, a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério da Economia divulgou que a balança comercial deverá encerrar o ano com superávit de US$ 53 bilhões. O valor representaria alta em relação ao superávit de US$ 50,99 bilhões registrado no ano passado, mas está abaixo das estimativas das instituições financeiras. Segundo o boletim Focus, pesquisa semanal divulgada pelo Banco Central, os analistas de mercado projetam superávit comercial de US$ 55,1 bilhões para 2021.

Edição: Denise Griesinger

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