POLÍTICA NACIONAL

Em telegrama, Ciro Gomes presta “condolências” à rainha e divide opiniões na web

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O ex-governador Ciro Gomes publicou a carta em seu perfil do Twitter
André Carvalho/CNI

O ex-governador Ciro Gomes publicou a carta em seu perfil do Twitter

Nesta sexta-feira (9), o ex-ministro Ciro Gomes usou sua conta nas redes sociais para publicar uma carta que escreveu à rainha Elizabeth II para “oferecer condolências” pela morte do príncipe Philip , que foi anunciada na manhã de hoje pelo Palácio de  Buckingham. 

“Estou enviando o seguinte telegrama para a rainha Elizabeth II”, escreveu Ciro na publicação. “Faço-o na condição de cidadão brasileiro que atua para ajudar a abrir, para nosso país, um rumo alternativo capaz de ganhar amplo apoio no povo brasileiro”, diz um trecho da carta, que foi escrita em duas versões: uma em português e outra em inglês.

O ex-governador também elogiou Philip, dizendo que ele era muito “admirado” no Brasil “por seu compromisso com a preservação do planeta e de suas muitas formas de vida”. Ele ainda acrescentou que o país está determinado a “andar na direção das esperanças do príncipe”, em referência à biodiversidade brasileira e à Floresta Amazônica.

O texto, porém, arrancou risadas e críticas dos internautas no Twitter . “A rainha: ‘Ciro II, do império da Aquemênida? Que bom que ele ainda está vivo! Me sinto menos só assim…'”, escreveu um homem. “Podia escrever uma carta por dia pela morte de 3 ou 4K de brasileiros por dia vitimas da covid”, disse um usuário. “Ciro tá arrumando o próximo lugar pra onde ele vai viajar e abandonar o Brasil depois de perder no primeiro turno”, brincou outro.



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*Sob supervisão de Valeska Amorim

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POLÍTICA NACIONAL

Projeto torna obrigatório incluir dados sobre eficácia e procedência em embalagem de genéricos

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Maryanna Oliveira/Câmara dos Deputados
Breves comunicações. Dep. Glaustin da Fokus (PSC - GO)
Glaustin da Fokus: a medida vai dificultar a venda de remédios falsos

O Projeto de Lei 1935/21 torna obrigatória a impressão de um código de resposta rápida (QR Code, na sigla em inglês) nas embalagens de medicamentos genéricos a fim de que o consumidor tenha acesso a informações sobre eficácia e procedência desses produtos. O texto tramita na Câmara dos Deputados e altera o Código de Defesa do Consumidor.

Segundo a proposta, o QR Code deverá revelar, por exemplo, dados dos testes de equivalência farmacêutica, que mostram a eficiência do genérico em comparação com o medicamento de referência. O consumidor também deverá ter acesso a dados do perfil de dissolução e dos lotes de matéria-prima dos princípios ativos usados na fabricação do medicamento genérico.

Autor da proposta, o deputado Glaustin da Fokus (PSC-GO) lembra que a Lei 9.787/90 e a Resolução 31/10 definiram diversos critérios para que os medicamentos genéricos mantivessem o mesmo padrão de qualidade dos medicamentos de referência. O deputado, entretanto, argumenta que a falta de comprometimento de alguns laboratórios, associada a uma fiscalização insuficiente, tem tornado perigoso o consumo de genéricos.

“Tanto que vários testes particulares realizados e divulgados pela imprensa demonstraram que inúmeros laboratórios, bem como uma quantidade razoável de remédios, não guardavam compatibilidade com as exigências estabelecidas”, diz o parlamentar.

Ele acredita que as informações mostradas por meio do Código QR poderão auxiliar os consumidores no momento da compra e também contribuir para dificultar a disseminação de remédios falsificados no mercado.

Tramitação
O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Defesa do Consumidor; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Murilo Souza 

Edição – Pierre Triboli

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