POLÍTICA NACIONAL

Em reta final, Covas gasta quase sete vezes mais do que Boulos no Facebook

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Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) estão no 2º turno na cidade de São Paulo.
Arte iG

Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) estão no 2º turno na cidade de São Paulo.

Durante a reta final da disputa pela prefeitura de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) gastou quase sete vezes mais do que Guilherme Boulos (PSOL) em anúncios no Facebook e no Instagram. As informações foram dadas pelo jornal Folha de S. Paulo .

De 16 a 23 de novembro,  Covas direcionou R$ 34.429 para impulsionamento (conteúdo pago) em redes sociais.  Boulos investiu R$ 4.958 no mesmo serviço.

As últimas três publicações pagas do candidato do PSOL divulgam as propostas de governo de Boulos .

Entre elas, está o programa Renda Solidária, que pretende disponibilizar R$ 400 para famílias em extrema pobreza. Além disso, um modelo de transparência de governo com dados abertos e a ampliação da rede de urgência de saúde são ações defendidas por Guilherme Boulos .

candidato do PSDB investiu em uma peça que diz “quem compara vota Covas”.

O vídeo traz o currículo do tucano : “direito na USP, economia na PUC, deputado estadual, secretário do Meio Ambiente, deputado federal, vice-prefeito e prefeito de São Paulo “.

Considerando um período de 90 dias, incluindo também semanas de pré-campanha,  Boulos gastou R$ 236.040, enquanto  Covas utilizou R$ 234.249.

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POLÍTICA NACIONAL

Após Maia falar com embaixador, governo diz ser “único interlocutor” com a China

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Presidente da Câmara%2C Rodrigo Maia (DEM-RJ)
Najara Araújo/Câmara dos Deputados

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ)

O governo federal disse nesta quarta-feira (20) que é o “único interlocutor” das negociações com a China para a importação dos insumos farmacêuticos para a produção de doses de vacinas contra a Covid-19 no Brasil.

De acordo com nota divulgada pelo Planalto, o Ministério das Relações Exteriores, comandado pelo chanceler Ernesto Araújo , está mantendo as negociações com o governo chinês por meio da embaixada de Pequim.

Ainda de acordo com o comunicado, que é assinado pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República e pelo Ministério das Comunicações, foi realizada nesta quarta uma reunião por videoconferência com o embaixador Yang Wanming.

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O encontro virtual contou com a presença dos ministros Eduardo Pazuello (Saúde), Tereza Cristina (Agricultura) e Comunicações (Fábio Faria). Ernesto Araújo, que é o responsável por tratar dos assuntos diplomáticos brasileiros não participou.

A divulgação da nota do governo federal ocorre após o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também se encontrar com Yang Wanming . Nesse encontro, Maia disse que foi informado sobre os motivos para o atraso na importação de insumos para a produção de vacinas, recebendo a garantia de que não se tratam de “obstáculos políticos”, mas por problemas de ordem técnica. 

De acordo com Maia, Wanming disse que trabalharia para acelerar o processo de liberação de substâncias essenciais para a produção dos imunizantes no Brasil. Tanto a CoronaVac, desenvolvida pelo laboratório Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, quanto a vacina de Oxford/Astrazenica, que será produzida pela Fiocruz, necessitam de matéria-prima chinesa.

Nesta quarta (20), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também disse que o escritório do governo estadual em Xangai, na China, está negociando a liberação de matéria-prima para a produção da CoronaVac , desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech.

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