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Educação, educação, educação

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Relaciono o assunto em quatro abordagens abaixo:

 

O crescimento da produção agropecuária de Mato Grosso até 2025 prevê 88% a mais em grãos e fibras, e 88,5% em carnes (Imea). O impacto será extraordinário sobre o comércio, a indústria, a agroindústria, serviços, infraestrutura, etc.

 

O crescimento populacional será muito pequeno. O IBGE estima a população estadual em 3.750 mil em 2025. Logo, teremos grande produção e pequena população. Assim, o crescimento se dará em cima do uso intensivo de tecnologias em todas as áreas citadas;

 

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar divulgou pesquisa recente onde mostra que os produtores estaduais estão com a frota em excelente qualidade e modernidade. Mas enfrentam a falta de recursos humanos qualificados para operar as máquinas modernas. Uma máquina projetada para render 100% frequentemente rende apenas 50% por falta de operadores qualificados;

 

Enquanto isso a classificação de Mato Grosso nos rankings que medem a qualidade da educação são péssimos. Segundo o Indice de Desenvolvimento da Educação Básica – Ideb de 2014, o último medido, Mato Grosso ocupa a 24ª. posição, à frente apenas do Pará, do Rio Grande do Norte e de Alagoas. Essa série de educação fracassada vem de pelo menos uma década;


Agora, juntando as quatro abordagens fica a questão: para desenvolver sua economia de alta tecnologia em todos os setores nos próximos anos, é preciso uma base de pessoas qualificadas para serem treinadas. Esse treinamento terá que vir do mercado, porque a educação formal é incapaz de dar as respostas que o mercado precisa no tempo que ele precisa. Mas o pior mesmo não é isso. É a massa de jovens analfabetos que terá à disposição para ocupar os postos de trabalho.

A educação torna-se, assim, absolutamente estratégica para o desenvolvimento de Mato Grosso. Difícil construir isso num ambiente ideológico de esquerda no mundo pedagógico desde o ensino fundamental até o ensino superior e até mesmo nas pós-graduações. Mesmo que não fosse esse domínio de ideologias de esquerda que negam o desenvolvimento e pregam alguma coisa parecida com uma “revolução social” a la bolivarianismo, a construção de um sistema de educação leva muitos anos para ficar pronto.

No próximo artigo gostaria de relatar uma experiência a respeito da contradição desenvolvimento versus educação.

 

 

 

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A hora da colheita

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Francisney Liberato

Francisney Liberato

Aquele que espera pelo que plantou nunca se decepcionará. Ainda que demore, o tempo certo para que todas as coisas se cumpram, não se atrasa.

 

Qual seria o momento ideal para uma colheita? Se você é um agricultor e planta o milho, quanto tempo é necessário para colhê-lo? O momento certo da colheita traz outros fatores indispensáveis para o sucesso do plantio.

 

Segundo especialistas do ramo, antes de começarmos a pensar na colheita, é relevante que se planeje o plantio. Você precisa analisar o solo adequado para se plantar o milho, avaliar se o solo precisa de correções para que a plantação seja bem-sucedida.

 

É importante deixar o espaçamento adequado para o plantio. A depender do tipo do milho, alguns podem necessitar de mais espaços, já outros tipos, não; saber escolher bem as sementes; cuidar para que as pragas não invadam e destruam a sua plantação; suprir com irrigação necessária; colocar a temperatura apropriada. O milho precisa de muita iluminação da luz solar. Guardadas as variações das espécies dos milhos, a colheita pode acontecer em cerca de três meses ou levar até dez meses.

 

Então, qual é o tempo necessário para colheita do milho? Conforme acima dito entre três e doze meses. De todo modo, o milho precisa de tempo, entre a sua preparação até chegar o momento da colheita.

 

Já temos debatidos em outros textos sobre o plantio e sempre dei ênfase, na lição de quem planta, colhe; quem não planta, não colhe. Quem planta banana, colherá banana. Quem planta melancia, colherá melancia. Não tem como ser diferente disso, é a lógica do plantio e da colheita.

 

Além dos fatores já mencionados, é importante frisarmos de que todo plantio depende de tempo para a sua maturidade.

Na nossa vida comportamental, muitos não plantam nada, e pretendem colher; outros plantam errado e desejam colher o certo. Além do mais, é necessário tempo para que o fruto esteja maduro. Ninguém em sã consciência planta a semente hoje e espera que o fruto nasça amanhã

Qual é o momento da colheita? Depende, pois assim como o milho, que existem de vários tipos e espécies, e cada qual com o seu tempo de maturidade, nós, como seres humanos não somos diferentes disso, pois, cada indivíduo tem a sua particularidade e o seu tempo para se tornar maduro. Contudo, infelizmente, alguns nunca conseguirão obter a maturidade e gozar da colheita correta.

 

Levando em consideração a criatura ímpar que é o ser humano, a variação de cada um, o solo em que ele está vivendo, o ambiente, os cuidados que têm com a sua plantação, o zelo para que a plantação dê resultados satisfatórios, é difícil o dizer o tempo exato da colheita.

 

O momento da colheita não sabemos quando será. Porém, de um cenário eu tenho certeza, quem planta, colhe, pode ser que a colheita demore um pouco, além do seu esperado, porém, no momento exato, você colherá os frutos desejados.

 

*Francisney Liberato Batista Siqueira é Auditor Público Externo do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Chefe de gabinete de Conselheiro do TCE-MT, Palestrante Nacional, Professor, Coach, Mentor, Advogado e Contador, Autor dos Livros “Mude sua vida em 50 dias”, “Como falar em público com eficiência” e “A arte de ser feliz”.

 

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