POLÍTICA NACIONAL

Eduardo Pazuello já recebeu ‘em mãos’ formulário para se explicar ao Exército

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 Eduardo Pazuello em ato político ao lado de Jair Bolsonaro
Reprodução/redes sociais

Eduardo Pazuello em ato político ao lado de Jair Bolsonaro

Na noite de ontem (24), o ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello recebeu o protocolo do procedimento disciplinar que foi aberto pelo Exército para apurar sua participação em ato político ao lado do presidente Jair Bolsonaro , no último domingo (23). 

Havia a expectativa de que o próprio Comandante do Exército, general Paulo Sérgio , entregasse o formulário. Mas, segundo fontes do UOL , por conta de um “desencontro de horários” o documento foi entregue “em mãos” a Pazuello por outro oficial do Exército. 

Somente após a manifestação do ex-minsitro é que o Comandante do Exército tomará uma decisão sobre uma punição ao general. Há pressão na caserna para que, além de ir para a reserva, haja uma punição exemplar. O maior receio de oficiais é o péssimo exemplo que pode ser passado a subordinados do Exército em um ano pré-eleitoral.

A princípio, Pazuello tem até 72 horas para formalizar sua defesa. O prazo, porém, pode ser estendido caso o ex-ministro solicite e tenha a aprovação do Comandante. O procedimento pode durar até 30 dias , afirmam fontes.

A punição pode ser julgada como transgressão leve, média ou grave. No final do processo, o comandante do Exército pode aplicar desde uma pena de advertência até mesmo determinar  prisão e exclusão das fileiras do Exército. 

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POLÍTICA NACIONAL

TSE abre inquérito para apurar ataques à legitimidade das eleições

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu hoje (2) um inquérito administrativo para apurar ataques ao sistema eletrônico de votação e à legitimidade das Eleições de 2022.

A investigação vai apurar fatos que podem configurar abuso de poder econômico e político, propaganda eleitoral antecipada, uso indevido dos meios de comunicação, fraude e condutas vedadas a agentes públicos.

Além disso, o plenário aprovou documento assinado pelo presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e encaminhou ao Supremo Tribunal Federal (STF) uma queixa-crime contra o presidente Jair Bolsonaro.

No documento, que foi endereçado ao ministro Alexandre de Moraes, Barroso pede a apuração de “possível conduta criminosa” relacionada à live transmitida pelo presidente na semana passada. Moraes é relator do inquérito que apura divulgação de informações falsas e ataques ao STF.

Na transmissão, foram apresentados vídeos de eleitores que foram às urnas em eleições anteriores apontando supostos indícios de fraudes na utilização da urna eletrônica.

TSE

Mais cedo, todos os 15 ex-presidentes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desde a promulgação da Constituição de 1988 assinaram nota em que defendem a lisura e a segurança do atual formato das eleições no Brasil, realizado por meio da urna eletrônica. O documento é assinado também pelo atual presidente do TSE, ministro Luís Roberto Barroso, e por dois futuros presidentes, os ministros Edson Fachin e Alexandre de Moraes.

Edição: Aline Leal

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