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“É para interferir mesmo”, diz Bolsonaro sobre general no comando da Petrobras

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General Silva e Luna, nomeado por Bolsonaro como presidente da Petrobras
Osni Alves

General Silva e Luna, nomeado por Bolsonaro como presidente da Petrobras

O presidente Jair Bolsonaro admitiu nesta sexta-feira (28) que interferiu na Petrobras ao mudar o comando da empresa, em fevereiro, quando o economista Roberto Castello Branco foi substituído pelo general da reserva Joaquim Silva e Luna . Bolsonaro ressaltou que é presidente e que não era obrigado a manter todos que estavam na empresa.

“Eu troquei o comando da Petrobras. No começo, foi um escândalo. ‘Interfere….’. É para interferir mesmo, eu sou presidente. Ou eu assumo e tenho que manter todo mundo que está empregado?”, disse Bolsonaro, em conversa com apoiadores ao chegar no Palácio da Alvorada.

O presidente disse que a troca foi demorada devido à burocracia ( Silva e Luna só tomou posse em abril) e que o novo presidente da Petrobras está fazendo estudos para dar mais “previsibilidade” aos aumentos no preço dos combustíveis . Os seguidos reajustes foram a principal razão do desgaste de Bolsonaro com Castello Branco.

“Ele (Silva e Luna) foi para lá, assumiu. O então presidente levou quase dois meses para sair, porque tem conselho, que vota… O negócio é burocrático”, disse, acrescentando: “E ele está ultimando estudos, com o conselho novo também, que foi colocado lá, para ter previsibilidade no aumento de combustíveis. Não é interferência, é previsibilidade.”

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Governo anuncia leilão para compra simplificada de energia em outubro

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Em meio a maior crise hídrica já registrada nos últimos 91 anos e considerando estudos sobre as condições de fornecimento nos próximos anos, em outubro haverá um leilão emergencial de energia para garantir o suprimento a partir de 2022. 

Segundo portaria normativa do Ministério de Minas e Energia (MME), publicada em edição extra do Diário Oficial da União de ontem (17), o objetivo é a contratação de forma simplificada. O edital está sendo elaborado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

A medida atende recomendação do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) e foi aprovada pela Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética (Creg), órgão presidido pelo Ministério de Minas e Energia (MME) para tratar da crise hídrica.

O leilão emergencial vai contratar energia de reserva, na modalidade por quantidade para usinas termelétricas a biomassa, eólica e solar fotovoltaica, e na modalidade por disponibilidade para termelétricas a gás natural, óleo combustível e óleo diesel, sendo estas duas mais caras para o consumidor, ambas com suprimento entre 1º de maio de 2022 e 31 de dezembro de 2025.

Como será

Pelas regras, não poderão participar do leilão emergencial usinas que não estejam nos submercados Sudeste/Centro-Oeste e Sul, hidrelétricas, além de empreendimentos com capacidade instalada menor ou igual a três megawatts (MW) para usinas a óleo diesel e cinco MW para as demais, e termelétricas com Custo Variável Unitário (CVU) superior a R$ 750 por megawatt-hora (MWh) para gás natural e R$ 1 mil por MWh para diesel e óleo combustível.

Também ficarão de fora térmicas a diesel, óleo combustível ou gás natural que não sejam despachadas centralizadamente pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e térmicas a diesel cuja indisponibilidade programada seja diferente de zero, em ciclo combinado e a biomassa, além de eólica e solar cujo CVU seja diferente de zero.

Edição: Kleber Sampaio

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