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“É impossível ignorar a renda variável” no Brasil de hoje, diz Fabrizio Gueratto

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Na live do Brasil Econômico desta quinta-feira (8), o youtuber, escritor e palestrante Fabrizio Gueratto falou sobre educação financeira on-line
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Na live do Brasil Econômico desta quinta-feira (8), o youtuber, escritor e palestrante Fabrizio Gueratto falou sobre educação financeira on-line


O entrevistado da live do  Brasil Econômico desta quinta-feira (8), Fabrizio Gueratto, do canal 1Bilhão Educação Financeira, explicou, durante a transmissão, porque os investimentos de renda variável são cada dia mais incontornáveis no Brasil. “Deixar o dinheiro na poupança é coisa de preguiçoso que não quer estudar finanças”, sentencia. 

Autor do livro “De Endividado a Bilionário”, de 2020, Gueratto conta que, apesar da opção mais popular e conhecida de investimento, a poupança já não é recomendada. Isto porque seu rendimento é inferior à flutuação da inflação, o que, na prática, faz o dinheiro se desvalorizar.

Para iniciar uma vida de investimentos, ele recomenda a criação de uma reserva de emergências, que é uma quantia de dinheiro guardada para um imprevisto maior ou menor, como um acidente ou a perda de emprego. O valor deve ser o bastante para se manter durante seis meses. 


Depois disso, Guerato aposta no estudo e na prática do investimento como única saída para uma vida financeira de liberdades. “A gente precisa cortar o ‘eu mereço’, que nos faz cometer loucuras, e substituir pelo ‘eu posso’ ou ‘não posso”. Através do hábito do autoconhecimento financeiro, diz Gueratto, é possível se libertar do endividamento e iniciar um novo planejamento estratégico de lucro.   

Dívidas e bilhões

Gueratto também explica que, muitas vezes, os hábitos de gastos e investimentos são hereditários. E exemplifica: “Se eu vejo meu pai gastando mais do que ganha, vivendo no cheque especial, negociando dívidas, e hoje ele está bem, esse comportamento de endividado parece ser algo natural e aceitável”.

Você viu?

Para ele, a pandemia está servindo de propulsor de mudanças dos hábitos financeiros e de consumo do brasileiro médio. “As crises acelerar processos que já vinham acontecendo”, explica, mas ressalta que “não vai ser uma revolução, mas um passo muito maior que não daríamos antes”. 

O youtuber também destaca a importância do equilíbrio emocional na vida financeira. De acordo com ele, carências e dependências afetivas aumentam a necessidade de gastos materiais supérfluos e, eventualmente, que desencadeiam dívidas. “Quanto mais equilíbrio emocional, menor o gasto com coisas inúteis”, sintetiza.

Lives do Brasil Econômico

Semanalmente, a redação do iG Economia entrevista algum especialista para aprofundar um tema relevante do noticiário da economia do Brasil e do Mundo 

Nesta semana , a entrevista foi conduzida pela editora do portal iG, Ludmila Pizarro, e pelo jornalista e fundador do Brasil Econômico, Ricardo Galuppo.

Fabrizio Gueratto é especialista em investimentos, com mais de 15 anos de experiência, além de ser o apresentador e financista de um canal no Youtube com mais de 320 mil inscritos e 14 milhões de visualizações.

As entrevistas são transmitidas ao vivo, toda quinta-feira, às 17h, pela  página do Facebook do portal iG e pelo canal do youtube oficial .

Assista à entrevista completa com Fabrizio Gueratto:


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Bolsonaro sanciona projeto que libera gastos econômicos e pandemia fora do Teto

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Esse é o primeiro passo para a sanção do Orçamento de 2021, que deve ser assinado por Bolsonaro nesta quinta-feira (22)
Alan Santos/PR – 25.7.2019

Esse é o primeiro passo para a sanção do Orçamento de 2021, que deve ser assinado por Bolsonaro nesta quinta-feira (22)

O presidente Jair Bolsonaro sancionou o projeto de lei que libera a reedição de medidas econômicas contra a pandemia da Covid-19 e viabilizou o acordo para o Orçamento de 2021 , que precisa ser sancionado até amanhã, quinta-feira (22).

A alteração das diretrizes orçamentárias para esse ano retira a exigência de compensação para despesas temporárias. É isso que vai possibilitar que o governo retome ações como a medida provisória 936, que criou o programa de manutenção do emprego e renda (BEm) , e o Pronampe , uma linha de crédito específica para pequenas empresas.

O Ministério da Economia estima que as duas medidas custarão R$ 15 bilhões – são R$ 10 bilhões para o programa que permite a redução de jornada e salário e a suspensão de contratos de trabalho e  R$ 5 bilhões para os empréstimos.

Fora do teto

A proposta inicial do governo apenas alterava um dispositivo da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021 para permitir a execução de projetos com duração apenas no ano corrente sem a necessidade de apresentar medida compensatória para a despesa.

Isso permitiria editar as ações fora do teto de gastos, a regra que limita o aumento das despesas da União à inflação, mas ainda exigiria a observância da meta fiscal. O texto final, no entanto, retirou os gastos com a pandemia – como as despesas de saúde, do Pronampe e do BEm – da meta do resultado das contas públicas para 2021.

Você viu?

Dessa forma, o governo não terá de modificar a meta para acomodar esses novos gastos. Para esse ano, é previsto um déficit de R$ 247 bilhões. Os R$ 44 bilhões do auxílio emergencial já estavam fora da meta fiscal.

O texto também autoriza que o Executivo faça bloqueios dos gastos livres e investimentos no valor necessário para cobrir as despesas obrigatórias. De acordo com o governo, essa medida vai permitir que sejam recompostos as dotações da Previdência e outros gastos obrigatórios, como subvenções econômicas ao plano Safra e o abono-salarial e seguro desemprego, que acabaram subestimadas no Orçamento.

Veto à emenda

Além dessas modificações, os parlamentares incluíram um dispositivo que permitia a assinatura de contratos e a realização de transferências e doações para municípios com até 50 mil habitantes em situação de inadimplência com a União. Essa inclusão havia sido feita após apresentação de emendas do deputado Lucas Vergílio (Solidariedade-GO) e do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), líder do governo no Senado.

Bolsonaro vetou esse trecho, a pedido da equipe econômica. A avaliação é de que, ainda que a intenção do Legislativo serja louvável, a medida enfraqueceria o controle das contas públicas e a fiscalização dos valores transferidos pela União.

“Os municípios com menos de 50.000 habitantes representam cerca de 88% dos municípios brasileiros, fato que, combinado com as exceções já existentes, tornaria os instrumentos de controle e de boa gestão fiscal ineficazes”, diz a mensagem de Bolsonaro que justifica o veto.

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