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Duas pessoas são presas após cachorro matar um bebê de 12 dias

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Google Street View/Reprodução

A polícia foi chamada após o ataque de cão em um endereço na Welfare Road, na cidade inglesa de Doncaster


Duas pessoas foram presas após um cachorro atacar um bebê  com apenas 12 dias de vida, na cidade de Doncaster, na Inglaterra. A polícia de South Yorkshire disse que a criança sofreu ferimentos graves e morreu no hospital no último domingo (13).


Um homem de 35 anos e uma mulher de 27 chegaram a ser presos, sob suspeita de homicídio culposo por negligência , mas ambos soltos sob fiança enquanto as investigações continuam.

Em um comunicado, a força policial disse que foi chamada para um endereço em Welfare Road, Doncaster, por volta das 15h30 de domingo, após relatos de que um cachorro havia atacado uma criança.

“Na chegada à propriedade, os serviços de emergência descobriram que um menino de 12 dias foi mordido por um cachorro e sofreu ferimentos graves. A criança foi levada ao hospital, mas, infelizmente, morreu pouco tempo depois”, diz o documento.

Segundo a polícia, o animal foi  encaminhado a um local não informado. 

Fonte: IG Mundo

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Justiça suspende decisão de Salles que acabou com proteção a manguezais

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Ricardo Salles / Twitter

Ricardo Salles, Frederico D’Ávilla e Jair Bolsonaro

A Justiça Federal do Rio de Janeiro suspendeu, nesta terça-feira (29), a extinção de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que é presidido pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que delimitavam as áreas de proteção permanente (APPs) de manguezais e de restingas do litoral brasileiro.

A decisão permitia a exploração comercial e imobiliária de regiões protegidas por determinações ambientais. “Tendo em vista o evidente risco de danos irrecuperáveis ao meio ambiente, defiro antecipação dos efeitos da tutela para suspender os efeitos da revogação apreciada na 135ª Reunião Ordinária do Conama”, escreveu a juíza Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho.

A decisão tem caráter liminar e foi protocolada com a justificativa de que a ação do Conama “viola o direito constitucional a um meio ambiente ecologicamente equilibrado”.

Ao explicar a extinção das normas, governo havia dito que essas resoluções já não eram mais cumpridas na prática. Especialistas em meio ambiente apontaram, porém, que até hoje essas normas são aplicadas, porque são os únicos instrumentos legais que protegem, efetivamente, essas áreas. 

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