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Doria liga para Lula para se solidarizar por ameaça de tiros ao ex-presidente

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Doria e Lula se falaram neste sábado por telefone, após o ex-presidente ser ameaçado
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Doria e Lula se falaram neste sábado por telefone, após o ex-presidente ser ameaçado

O governador do estado de São Paulo, João Doria , fez um telefonema para o ex-presidente Lula nesta segunda-feira (15) para prestar solidariedade ao petista sobre a ameaça de tiros feita por um homem em vídeo publicado nas redes sociais. A presidente do PT, Gleisi Hoffman, também recebeu ligação do tucano.

Doria, que também vem sofrendo ameaças de bolsonaristas, disse que determinou ao secretário de Segurança Pública, general João Camilo de Campos Pires, que investigue o caso com “o máximo rigor”. As informações são da Folha de S. Paulo .

No vídeo, Lula é ameaçado por um homem que, enrolado em uma bandeira do Brasil, atira em alvos improvisados e chama Lula de “Filho da p…”

“Hoje é sábado, 13 de março, presta atenção no recado que eu vou dar para você, seu vagabundo: se você não devolver os R$ 84 bilhões que roubou do fundo de pensão dos trabalhadores, você vai ter problema, hein, cara? Você vai ter problema”, diz o homem que profere as ameaças. 

O vídeo foi feito após o ex-presidente ter todas as suas condenações da Lava-Jato anuladas pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

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 'Queiroga com certeza será reconvocado à CPI', diz Omar Aziz
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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

O senador e presidente da CPI da Covid , Omar Aziz (PSD-AM), se posicionou sobre o depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, como a “grande decepção” da comissão até o momento. Em relação as falas pouco objetivas, Aziz reiterou que Queiroga “com certeza” será reconvocado. As falas foram reproduzidas em uma entrevista no YouTube para o canal do historiador Marco Antônio Villa.

O motivo que levou o presidente da comissão em buscar uma nova audiência para ouvir Queiroga é a constante contradição entre as diretrizes do Ministério da Saúde e as políticas públicas do governo Bolsonaro .

Queiroga declarou inúmeras vezes que não se pronunciaria em seu depoimento pois não havia um protocolo de tratamento para a covid-19 elaborado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Renan Calheiros declarou no último sábado (08) que a estratégia adotada pelo cardiologista comandante do Ministério da Saúde de não responder objetivamente as perguntas é uma outra maneira de “não falar a verdade”.

Aziz ratificou o posicionamento de Calheiros ao declarar que “a gente perguntava se ele era a favor da cloroquina – e ele não citava a palavra cloroquina, falava em ‘fármacos’ -, ele jogava para a Conitec”.


O presidente da CPI argumentou que o posicionamento de Queiroga visa “não magoar o chefe” e que as contradições existentes dão base para que o ministro seja reconcado”.

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