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Doria diz que ACM Neto lhe garantiu que o DEM não vai apoiar governo Bolsonaro

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Governo Doria anuncia alterações no Plano SP nesta quarta
Reprodução: ACidade ON

Governo Doria anuncia alterações no Plano SP nesta quarta

O governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB), disse, nesta quarta-feira (10), durante coletiva de imprensa, que o presidente nacional do Democratas (DEM), ACM Neto, lhe garantiu que o seu partido não vai apoiar o governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

Segundo o governador de São Paulo, a decisão vale tanto para a atuação dos parlamentares da sigla no dia a dia do Congresso Nacional como um possível apoio à Bolsonaro em sua corrida pela reeleição no ano que vem.

Doria recebeu ACM Neto na noite desta terça-feira (9), em um jantar no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo. A reunião aconteceu em um momento de aproximação entre Doria e o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que já anunciou sua intenção de deixar o DEM.

“O jantar foi produtivo, sereno e a informação mais importante, ouvimos do presidente do DEM, quando afirmou cabalmente que o DEM não apoia e não apoiará o governo Jair Bolsonaro, nem neste momento, nem no futuro, para o programa sucessório”, afirmou Doria.

Maia, inclusive, está na mira do PSDB, que, segundo Doria, fará também oposição ao governo de Jair Bolsonaro. “Chega de PSDB do muro, sem coragem para defender o que precisa ser defendido”, afirmou o governador.

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‘Gabinete paralelo’ da Saúde tinha ligação com Prevent Senior, diz documento

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O presidente Jair Bolsonaro ao lado de Osmar Terra durante reunião com gabinete parapelo para discutir a Covid-19 em setembro de 2020
Reprodução/Facebook/Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro ao lado de Osmar Terra durante reunião com gabinete parapelo para discutir a Covid-19 em setembro de 2020

Além das denúncias sobre a  ocultação de mortes ocorridas durante testes com pacientes, um documento subscrito por 15 médicos que afirmam ter trabalhado na operadora de saúde Prevent Senior sustenta que o chamado “gabinete paralelo” do Palácio do Planalto não só tinha conhecimento, como acompanhava de perto das práticas ilegais da empresa.

Assim foi batizado um  grupo de especialistas que assessoravam informalmente o presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia, muitas vezes contrariando orientações do Ministério da Saúde.

De acordo com o dossiê elaborado pelos médicos, que está em posse da CPI da Covid, a diretoria da operadora “fez um pacto com o gabinete paralelo” para livrar a Prevent de ataques.

A empresa foi criticada publicamente pelo ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta em março do ano passado, depois que foi registrado um grande número de mortes num hospital administrado pela Prevent em São Paulo.


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