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Doria anuncia redução no intervalo entre doses da Pfizer de 12 para 8 semanas

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Intervalo entre doses da Pfizer cai para 8 semanas
Reprodução: iG Minas Gerais

Intervalo entre doses da Pfizer cai para 8 semanas

O governador de São Paulo, João Doria, anunciou hoje que o estado vai reduzir o intervalo entre as doses da vacina da Pfizer de 12 para 8 semanas. A ideia é que as pessoas completem o esquema vacinal em menos tempo para frear o avanço do número de casos. Cerca de 2 milhões de doses estão sendo enviadas aos postos de saúde para colcar a medida em prática.

O anúncio aconteceu durante uma cerimônia onde o Butantan assinou um acordo de fornecimento de 2,5 milhões de doses para Ceará, Espírito Santo, Mato Grosso, Pará e Piauí.

Em agosto, o Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, informou em um evento em Brasília a antecipação da aplicação do segunda dose. A previsão era setembro, mas a medida chegou a ser posta em dúvida em alguns estados pela falta de vacinas.

A estratégia é definida pelo Plano Estadual de Imunização (PEI) pode ser colocada em prática já a partir desta sexta-feira pelos 645 municípios. Segundo balanço do governo estadual, 6,9 milhões de pessoas já imunizadas serão beneficiadas com a medida.

Os cidadãos serão avisados por mensagens de texto e-mails. Cada pessoa imunizada com a Pfizer poderá conferir sua carteirinha para verificar a nova previsão de retorno ao posto, contando no calendário 28 dias antes da data previamente sinalizada para receber a segunda dose.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde

Tendência de morte por câncer de mama aumenta entre mulheres negras

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Pesquisa realizada pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostrou uma tendência de aumento na taxa de mortalidade por câncer de mama entre mulheres negras, enquanto entre as mulheres brancas a tendência foi de redução, considerando a população do estado de São Paulo, no período de 2000 a 2017.

O estudo Disparidades raciais na mortalidade por câncer de mama de 2000 a 2017 em São Paulo, Brasil, realizado por pesquisadores do Caism – Hospital da Mulher José Aristodemo Pinotti, foi publicado pela revista BMC Cancer.

Segundo dados apresentados no estudo, houve 60.940 mortes registradas por câncer de mama no estado no período, 46.365 em brancas e 10.588 em mulheres negras, conforme apontam os pesquisadores. As taxas de mortalidade para 100 mil mulheres em 2017 foram de 16,5 nas brancas e 9,6 nas negras. Em 2000, as taxas foram de 17,1 e 7,4, respectivamente.

De acordo com os pesquisadores, a redução da mortalidade por câncer de mama é o resultado de melhor acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento oportuno, citando ainda a evolução terapêutica, o desenvolvimento de novos fármacos e terapias específicas como fatores de impacto nesses resultados.

A conclusão do artigo relata que as divergências observadas entre mulheres brancas e negras podem indicar desigualdade no acesso a cuidados de saúde de alta complexidade nesta área.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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