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Dona do Facebook interrompe planos de lançar seu próprio smartwatch

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Meta interrompe planos de lançar relógio inteligente
Unsplash/Dima Solomin

Meta interrompe planos de lançar relógio inteligente

A Meta, controladora do Facebook, WhatsApp e Instagram, estava preparando um relógio próprio há cerca de dois anos. A ideia era lançar um smartwatch com duas câmeras, sendo uma para videoconferências em 1080p e outra para tirar fotos ocasionalmente. Mas a aposta ambiciosa da empresa foi colocada na gaveta.

O novo vazamento dá sequência às informações reveladas em 2021. Naquela época, a Bloomberg publicou a imagem de um relógio com a caixa quadrada e uma câmera frontal de 5 megapixels alocada em um notch na tela. O dispositivo era reconhecido internamente pelo codinome “Milan” e ainda não tinha um nome comercial.

Nesta quinta-feira (9), o site disponibilizou novas fotos do dispositivo. Dessa vez, as fotos vazadas mostram uma câmera de 12 MP na porção inferior, a parte que fica em contato com o pulso. A ideia, apesar de estranha, era até interessante e única: remover o wearable da pulseira para tirar fotos rápidas, mesmo sem ter o celular por perto.

Imagem de relógio da Meta
Reprodução/Bloomberg

Imagem de relógio da Meta

Mas, ainda que a proposta seja um baita diferencial, a câmera impediu o funcionamento de outro recurso: os sensores responsáveis pela eletromiografia. Trata-se de uma técnica que monitora as atividades elétricas dos músculos. Assim, o relógio conseguiria converter os sinais dos nervos em comandos digitais.

Estas limitações foram fundamentais para a suspensão do projeto. O site explica que, para a Meta, a eletromiografia era um dos fatores mais importantes do relógio. Afinal, este recurso seria um divisor de águas para controlar outros dispositivos. E, como sabemos, a empresa está depositando todas as suas fichas no metaverso.

Dona do Facebook ainda pensa em pulseira inteligente

A empresa, por outro lado, deve manter o objetivo de lançar outros wearables para serem usados no pulso. A Bloomberg aponta que a companhia está trabalhando no desenvolvimento de outras pulseiras.

E até que isso faz bastante sentido: os óculos de realidade virtual precisam de outros acessórios para registrar ações. Criar um dispositivo que capta sinais de nervos pode ser, de fato, um divisor de águas no desenvolvimento dessa tecnologia.

Todavia, caso os planos da Meta fossem adiante, o relógio seria lançado em 2023 por US$ 349 (cerca de R$ 1.710 em conversão direta). O valor configuraria outra vantagem, pois competiria com o Apple Watch Series 7, que custa a partir de US$ 399 (R$ 1.955) nos Estados Unidos. O Galaxy Watch 4, por sua vez, está à venda com preços a partir de US$ 249 (R$ 1.220).

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Windows 11 tem falha que pode causar perda de dados em PCs novos

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Windows 11 tem novo bug
Divulgação/Microsoft

Windows 11 tem novo bug

Nesta semana, a Microsoft reconheceu a existência de mais uma falha no Windows 11. Desta vez, o problema envolve um recurso de criptografia e pode causar perda de dados em computadores novos.

Sendo mais preciso, a falha pode atingir PCs e servidores com processadores baseados nas arquiteturas Ice Lake, Tiger Lake, Rocket Lake e Alder Lake. Entre eles estão alguns chips Intel Core de 10ª geração, bem como todos os processadores da 11ª e da 12ª geração.

Servidores também podem ser afetados. Isso porque, além do Windows 11, a falha envolve o Windows Server 2022. As versões anteriores desses sistemas — Windows 10 e Windows Server 2019 — estão imunes ao problema porque não contam com os códigos problemáticos.

Que códigos? Os sistemas operacionais Windows usam o SymCrypt, uma biblioteca de funções criptográficas cujo desenvolvimento teve início em 2006. Nos Windows 11 e Server 2022, o SymCrypt passou por algumas atualizações, razão pela qual ambos os sistemas tiveram que receber novos “caminhos de código” para usarem a biblioteca. É aqui que os problemas começam.

A intenção era boa

As tais atualizações incluem recursos para que o sistema operacional possa aproveitar as instruções Vector Advanced Encryption Standard (VAES). Como o nome indica, estas têm como base o conhecido padrão de criptografia AES.

De modo geral, instruções VAES servem para acelerar operações criptográficas. Mas o processador deve ser compatível com elas. Os mencionados chips da Intel suportam o conjunto de instruções AVX-512 que, veja só, inclui as especificações VAES.

Nos Windows 11 e Server 2022, o SymCrypt foi atualizado justamente para permitir que computadores com processador compatível possam aproveitar as instruções VAES. A Microsoft não dá detalhes, mas explica que os “caminhos de código” adicionados para esse fim podem causar perda de dados.

A falha só não é mais grave porque recursos avançados de criptografia no Windows 11 só costumam ser usados em aplicações corporativas. Em outras palavras, usuários domésticos devem ser pouco prejudicados.

Tem solução, mas…

Ela é um pouco confusa. Para as máquinas suscetíveis ao problema, a Microsoft recomenda a instalação de atualizações de segurança lançadas em 24 de maio ou 14 de junho de 2022.

Essas atualizações resolvem o problema, mas podem deixar o desempenho de alguns recursos mais lentos. De acordo com a Microsoft, a taxa de transferência de dados da unidade de armazenamento e aplicações baseadas no BitLocker e no Transport Layer Security (TLS) podem ser as mais afetadas.

Se isso acontecer, a companhia recomenda a instalação das seguintes atualizações, ambas liberadas em 23 de junho:

  • Windows 11: KB5014668
  • Windows Server 2022: KB5014665

Ou a instalação das atualizações liberadas em 12 de julho:

  • Windows 11: KB5015814
  • Windows Server 2022: KB5015827

Fonte: IG TECNOLOGIA

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