Novo coronavírus

Mato Grosso registra 132.024 casos e 3.622 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste domingo (11.10), 132.024 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 3.622 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 170 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 132.024 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 15.124 estão em isolamento domiciliar e 112.653 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 217 internações em UTIs públicas e 226 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 52,93% para UTIs adulto e em 26% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (25.854), Várzea Grande (9.504), Rondonópolis (9.474), Sorriso (5.934), Sinop (5.927), Lucas do Rio Verde (5.747), Tangará da Serra (5.326), Primavera do Leste (4.485), Cáceres (3.228) e Campo Novo do Parecis (2.812).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 105.829 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 776 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

No último sábado (10), o Governo Federal confirmou o total de 5.082.637 casos da Covid-19 no Brasil e 150.198 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 149.639 óbitos e 5.055.888 confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de domingo (11).

Recomendações

Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Saúde

Bio-Manguinhos fornece novo remédio para doenças reumatológicas ao SUS

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O Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fundação Oswaldo Cruz (Bio-Manguinhos/Fiocruz) começou em outubro a fornecer um novo medicamento contra doenças reumatológicas ao Sistema Único de Saúde (SUS). Chamado golimumabe, o remédio é utilizado por 11 mil pacientes em tratamento de artrite reumatoide, artrite psoriásica, espondilite anquilosante e espondiloartrite axial não radiográfica.

O início da produção do medicamento em Bio-Manguinhos se deu por uma parceria com a farmacêutica Janssen, detentora da tecnologia do produto, e a Bionovis, formada por uma joint venture entre os laboratórios Aché, EMS, Hypera Pharma e União Química. Esse acordo prevê a transferência total do conhecimento, tecnologia de produção e célula-mestre do golimumabe, que é um medicamento biológico.

Antes de ser fornecido por Bio-Manguinhos, o medicamento era adquirido da Janssen pelo Ministério da Saúde. Com a transferência de tecnologia e a produção na Fiocruz, haverá uma queda gradual do preço, explica o tecnologista em Saúde Pública Hugo Defendi, da Divisão de Novos Negócios do Departamento de Relações com o Mercado de Bio-Manguinhos.

“Um outro ganho indireto é que os concorrentes que também estão ofertando o produto acabam também baixando os preços”, afirma Defendi, que descreve o golimumabe como uma boa opção terapêutica. “Ele tem um bom perfil de risco e benefício, causa poucos eventos adversos, efeitos colaterais, e isso é uma grande vantagem, porque ele tem uma eficácia muito boa”.

Para o tratamento das quatro doenças reumatológicas, Bio-Manguinhos também fornece ao SUS os biofármacos infliximabe e etanercepte. Além disso, o instituto também passou a produzir este ano o medicamento rituximabe, para artrite reumatoide.

Além da maior acessibilidade dos usuários do SUS ao medicamento, Hugo Defendi destaca a importância de incorporar a tecnologia de produção à estrutura pública da Fiocruz

“Bio-Manguinhos vai ter acesso a essa tecnologia, vai poder internalizar isso dentro das nossas fábricas e isso é um grande ganho tecnológico”.

Doenças

As enfermidades para as quais o golimumabe é indicado pelos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Ministério da Saúde são doenças inflamatórias crônicas.

A artrite reumatoide atinge entre 0,5% e 1% da população mundial e brasileira e é mais frequente em mulheres, na faixa etária de 30 a 50 anos. A inflamação crônica causa dor e edema nas articulações de mãos e pés, além de rigidez matinal, levando a dificuldade de movimentação devido a artrite/sinovite das articulações.

A artrite psoriásica tem uma prevalência de 0,3% a 1% da população mundial, mas esse percentual sobe para 6% a 41% entre as pessoas com psoríase. No Brasil, a prevalência entre as pessoas que tiveram ou têm psoríase chega a 33%. A doença causa acometimento da pele (psoríase), unhas, articulações periféricas, do esqueleto axial, inflamações da ênteses (tecido conjuntivo entre o tendão e osso) e inflamação dos tendões em toda a sua extensão, o que leva a um edema no dedo como um todo.

Já a espondilite anquilosante é uma doença inflamatória crônica que acomete preferencialmente a coluna vertebral, podendo causar rigidez e limitação funcional progressiva do esqueleto axial. O pico da incidência é nos homens dos 20 aos 30 anos, especialmente em portadores do antígeno HLA-B27, o que representa cerca de 60% dos pacientes no Brasil. A doença se manifesta por meio de sintomas como dor lombar inflamatória e sintomas periféricos, como artrite, entesite e dactilite.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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