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Dominando Congresso e Casa Civil, Centrão acelera fluxo de verbas e cargos

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e senador Ciro Nogueira (PP-PI)
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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e senador Ciro Nogueira (PP-PI)

Com a chegada ao Palácio do Planalto do senador Ciro Nogueira (PP-PI), nomeado formalmente nesta quarta-feira, 28, como novo ministro da Casa Civil, a expectativa do Centrão é que ele, uma das principais lideranças do grupo político, passe a liberar verbas para o reduto eleitoral de aliados e destrave a nomeações de cargos na estrutura federal. A ajuda é considerada crucial para elevar as chances de reeleição dos congressistas e do próprio presidente Jair Bolsonaro.

Com Nogueira à frente da articulação do Planalto, o PP acabará comandando os dois lados do guichê político. De um lado, estará o ministro-chefe da Casa Civil, que é presidente do partido. De outro, o deputado Arthur Lira, da mesma legenda, na presidência da Câmara. Próximos, ambos devem tabelar nas negociações envolvendo emendas e cargos. O deputado André Fufuca (PP-MA), um dos vices do partido, assumiu interinamente a presidência da legenda em substituição a Nogueira.

Como primeiro aceno aos congressistas, Nogueira deixou para a próxima quarta-feira a sua posse, às 16h, no Planalto. O novo ministro quis esperar a volta do recesso parlamentar para contar com a presença de deputados e senadores. Em áudio enviado a parlamentares na noite de ontem disse que “gostaria de contar com a presença de amigos e amigas.”

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Bolsonaro deve quase R$ 100 mil por não utilizar máscara em locais públicos

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Bolsonaro deve quase R$ 100 mil por não utilizar máscara em locais públicos
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Bolsonaro deve quase R$ 100 mil por não utilizar máscara em locais públicos

O hábito de circular pelo país sem máscara e de promover aglomerações mesmo em momentos críticos da pandemia da Covid-19 pode pesar no bolso do  presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O Maranhão já o inscreveu na dívida ativa do estado por causa de uma multa de R$ 80 mil, valor que pode vir a ser cobrado judicialmente. Há ainda autuações não pagas em São Paulo que podem somar R$ 3.868,97, no mínimo.

Bolsonaro esteve na cidade de Açailândia (MA) para entregar 287 títulos de propriedade rural no dia 21 de maio deste ano. Como de costume, ao chegar ao local, o presidente, sem máscara, cumprimentou apoiadores que se aglomeravam atrás de uma grade de proteção.

No discurso, ele fez críticas ao governador e seu adversário político Flávio Dino, na época no PCdoB, e perguntou para a plateia quem era “o gordinho ditador do Maranhão”.


Um decreto estadual proibia a realização de eventos com mais de cem pessoas. O auto de infração diz que fotos e vídeos não deixam dúvida de que Bolsonaro cometeu “transgressões da legislação sanitária vigente”.

Foi ainda considerado que houve agravante porque, supostamente, ele agiu com dolo (intenção). O documento também diz que a Presidência realizou o ato “sem os mínimos cuidados exigidos nas normas referentes à Covid-19”.

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