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Dólar fecha em alta após comentários do Banco Central americano

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O tom mais duro do Banco Central norte-americano na reunião de hoje (26) fez o dólar reverter a queda e fechar em leve alta. A bolsa de valores resistiu ao mercado internacional por mais um dia e encerrou no maior nível desde o fim de outubro.

O dólar comercial fechou a quarta-feira vendido a R$ 5,441, com alta de apenas 0,11%. A cotação alternou altas e baixas durante a manhã. À tarde, chegou a cair para R$ 5,40, mas voltou a subir após declarações do presidente do Federal Reserve (Fed, Banco Central dos Estados Unidos), Jerome Powell.

Apesar da alta, a moeda norte-americana está na terceira menor cotação do mês. A divisa acumula queda de 2,42% em janeiro.

O mercado de ações teve um dia de otimismo. O índice Ibovespa, da B3, fechou aos 111.289 pontos, com alta de 0,98%. O indicador subia 2,2% por volta das 16h, mas desacelerou após o fim da reunião do Federal Reserve.

Como previsto, a autoridade monetária norte-americana não elevou os juros básicos na reunião de hoje. Após o fim da reunião, no entanto, Powell indicou que começará a aumentar os juros da maior economia do planeta em março e que poderá fazer reajustes em todas as reuniões deste ano.

Atualmente, os juros básicos nos Estados Unidos estão no menor nível da história, entre 0% e 0,25% ao ano, como medida de estímulo monetário durante a pandemia de covid-19.

Taxas mais altas em economias avançadas estimulam a fuga de capitais de países emergentes, como o Brasil. No entanto, nos últimos dias, a pressão sobre o dólar e a bolsa diminuíram porque os investidores entendem que os efeitos do aperto monetário nos Estados Unidos estão precificados (incorporados aos preços dos ativos).

*Com informações da Reuters

Edição: Nádia Franco

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Servidores do Banco Central continuam em greve por tempo indeterminado

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Servidores do Banco Central continuam em greve por tempo indeterminado
Redação 1Bilhão

Servidores do Banco Central continuam em greve por tempo indeterminado

Os servidores do Banco Central, decidiram nesta terça-feira (24), continuar em greve por tempo indeterminado. O movimento foi aprovado por 90% dos votos válidos em assembleia deliberativa realizada pelo Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal). 

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A categoria reivindica reajuste salarial de 27% para repor as perdas inflacionárias nos últimos três anos sem aumentos, além de reestruturação de carreiras. 

A greve dos servidores do BC teve início em 1º de abril, mas foi suspensa entre os dias 20 de abril e 2 de maio como um “voto de confiança” no presidente da instituição, Roberto Campos Neto, e nas tentativas de negociação com o governo. Sem avanços, a paralisação foi retomada no dia 3 de maio.

Na semana passada, a categoria já havia decidido  permanecer de braços cruzados.

A paralisação tem prejudicado a publicação de diversos relatórios e indicadores econômicos da entidade monetária, como o Boletim Focus.

Desde ontem, funcionários do Tesouro Nacional  também estão parados. Já os da Controladoria-Geral da União (CGU) iniciam movimento paredista na próxima segunda (30).

Ambos também reivindicam reajuste salarial e reestruturação de carreiras e estão insatisfeitos com a proposta do presidente Jair Bolsonaro (PL) de  conceder tratamento diferenciado a carreiras policiais.

Ontem, após o fim da greve dos médicos peritos do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), os demais servidores do órgão  decidiram encerrar a paralisação da categoria que já durava cerca de dois meses.  A decisão aconteceu após acordo com o Ministério do Trabalho e Previdência.

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