BRASIL E MUNDO

Doador processa grupo pró-Trump que prometeu expor fraude eleitoral nos EUA

Publicados

em


source
donald trump
Shealah Craighead/Official White House

O republicano Donald Trump conseguiu 232 votos do Colégio Eleitoral.

Fred Eshelman, gerente financeiro fundador da Eshelman Ventures LLC, está processando um grupo pró-Trump que prometeu investigar e comprovar uma suposta fraude nas eleições presidenciais dos Estados Unidos . As informações foram dadas pela Bloomberg .

Fred Eshelman doou US$ 2,5 milhões (cerca de R$ 13,3 milhões) para a organização True the Vote Inc. Ele diz que não viu as promessas serem cumpridas e, por isso, quer seu dinheiro de volta.

O processo foi aberto na última quarta-feira (25) no tribunal federal de Houston.

Segundo o documento, Eshelman solicitou atualizações sobre o projeto “regular e repetidamente”, mas os pedidos “foram respondidos com respostas vagas, banalidades e promessas vazias”.

A True the Vote Inc., por sua vez, prometia “investigar, abrir processos e expor suspeitas de votação ilegal e fraude nas eleições gerais de 2020″, aponta o documento.

Após o dia da eleição , que ocorreu em 3 de novembro, a organização abriu quatro processos. Todos eles, porém, foram retirados na semana passada.

O grupo informou, através do seu site, que “as barreiras para avançar nos argumentos, juntamente às limitações de tempo, tornaram necessário um caminho diferente”.

A True the Vote Inc. ofereceu um acordo de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5,3 milhões), mas Eshelman manteve o pedido pelo reembolso total da doação.

Para vencer a eleição americana, é necessário obter pelo menos 270 votos do Colégio Eleitoral. O democrata Joe Biden conseguiu 306 votos, enquanto o republicano Donald Trump levou 232. No dia 14 de dezembro, o resultado deverá ser formalizado.

Fonte: IG Mundo

Comentários Facebook
Propaganda

BRASIL E MUNDO

Ministério da Saúde pediu 50 milhões de doses da Covaxin 10 dias após acordo

Publicados

em


source
Vacina indiana Covaxin, que custou ao Brasil 1000% a mais do que o valor inicial informado pela fabricante
Reprodução

Vacina indiana Covaxin, que custou ao Brasil 1000% a mais do que o valor inicial informado pela fabricante

O Ministério da Saúde encaminhou à Precisa Medicamentos um ofício pedindo a compra de mais 50 milhões de doses da vacina Covaxin menos de dez dias após fechar a compra de 20 milhões de doses em um contrato no valor de R$ 1,6 bilhão . As informações são de Caio Junqueira , da CNN Brasil.

No dia 6 de março, a pasta encaminhou o Ofício nº 561 do Ministério da Saúde com o tema “Aquisição de 50 milhões de doses de vacina contra a COVID-19 adicionalmente aos Contratos celebrados entre a União e a empresa Bharat Biotech Limited International, representada pela empresa Precisa Comercialização de Medicamentos Ltda”.

Nove dias depois, em 15 de março, o ministério volta a pressionar a empresa por mais vacinas por meio de um novo ofício “solicitando a antecipação do máximo possível de doses ao Brasil”.

A informação está na Nota Informativa Nº 24 do Ministério da Saúde enviada à CPI da Covid, que atende a um pedido do vice-presidente da comissão, Randolfe Rodrigues (Rede-AP). A Precisa Medicamentos e o Ministério da Saúde ainda não se pronunciaram sobre o assunto.

MPF vê indícios de crime em contrato

Ministério Público Federal (MPF) identificou indícios de crime na compra feita pelo Ministério da Saúde de 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin e pediu que o caso seja investigado na esfera criminal. Até então o caso vinha sendo apurado dentro de um inquérito que tramitava na esfera cível. O contrato para a compra da Covaxin totalizou R$ 1,6 bilhão.

Você viu?

Nesta terça-feira, o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) deu a entender que o  contrato entre o governo federal e a Precisa Medicamentos pela compra da vacina Covaxin deve ser alvo de investigação da CPI da Covid.

“A Comissão Parlamentar de Inquérito entra em uma terceira e decisiva fase, que é a investigação de outros crimes além dos anteriores. Até então, os indícios eram de crimes contra a ordem de saúde sanitária, de prevaricação, basicamente estes. Nós vamos entrar agora na área de investigação em relação à corrupção ativa e passiva de agentes públicos e privados”, disse.


Comentários Facebook
Continue lendo

Polícia

ENTRETENIMENTO

MATO GROSSO

Política Nacional

CIDADES

Mais Lidas da Semana