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Divórcio do casal Gates: Bill teria renunciado à Microsoft por traição; entenda

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Bill e Melinda Gates anunciaram doação de US$ 100 bilhões para combate ao coronavírus
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Bill e Melinda Gates anunciaram doação de US$ 100 bilhões para combate ao coronavírus

O motivo de Bill Gates ter renunciado ao conselho da Microsoft apenas três meses depois de assumir o cargo não foi para se concentrar na filantropia , conforme ele disse na época. De acordo com o jornal norte-americano The Wall Street Journal, a saída do fundador do conselho da empresa teria sido por causa de uma relação extraconjugal com uma ex-funcionária.

Segundo o jornal, em 2019, os membros do conselho da empresa começaram a investigação depois que uma engenheira da Microsoft enviou uma carta que teve um relacionamento sexual por anos com Gates.

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Os diretores consideraram o relacionamento impróprio eque, diante disto, não era mais adequado que Gates ocupasse o cargo de diretor da empresa de software que fundou e liderou por décadas. A porta-voz de Gates disse que a decisão de deixar o conselho em 2020 não estava relacionada ao assunto.

No início do mês, Gates anunciou o divórcio com Melinda Gates , depois de 27 anos de casamento. Entre as curiosidade envolvendo a separação bilionária polêmica, na semana passada, foi divulgado que ele tinha um acordo, por escrito, com a ex-esposa, onde lhe era permitido encontros anuais com uma ex-namorada em uma propriedade da família.

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G7 apoia taxa mínima global para multinacionais e buscará acordo final em julho

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O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7
Foto: LEON NEAL / AFP

O presidente americano Joe Biden e o premier britânico Boris Johson entre outros líderes no encontro do G7

Em seu comunicado final, os líderes do G7 apoiaram a proposta dos ministros de Finanças do bloco de criar um imposto mínimo global de 15% para as multinacionais, em especial as gigantes de tecnologia americanas como Google, Facebook, Apple e Amazon, e prometeram aprofundar o debate sobre a medida.

“Precisamos de um sistema tributário que seja justo em todo o mundo. Apoiamos o compromisso histórico assumido pelo G7 em 5 de junho”, diz o comunicado.

“Vamos agora continuar a discussão para chegar a um consenso sobre um acordo global visando a uma solução equitativa na atribuição de (…) um ambicioso imposto mínimo de pelo menos 15% em uma base país a país, por meio do quadro de inclusão do G20 e da OCDE. E esperamos chegar a um acordo na reunião de julho do G20”, acrescentou. o bloco.

O próprio presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, demonstrou apoiar a medida.

— Empresas demais têm recorrido a paraísos fiscais — afirmou Biden à Reuters. — Um imposto mínimo vai nivelar a competição. Vou avançar nesse tema nos EUA.

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Para o G7, os ministros de Finanças, na reunião preparatória, deram “um passo significativo para criar um sistema tributário mais justo para o século XXI”.

“Nossa colaboração criará um campo de jogo mais forte e nivelado, que ajudará a aumentar a receita tributária para apoiar os investimentos e acabar com a evasão fiscal”, afirmou a nota.

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