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Divórcio de Bill e Melinda Gates: para onde vai a fortuna de R$ 674 bilhões?

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Bill e Melinda Gates
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Bill e Melinda Gates

Ontem (03), o casal bilionário Bill e Melinda Gates anunciaram a separação após 27 anos juntos. Em um tweet, eles afirmam que não havia mais possibilidade de ” crescer juntos “. Mas, a fortuna do casal, avaliada em US$ 124 bilhões (R$ 674 bilhões), para onde vai? 

Eles se conheceram na década de 80, na empresa fundada por Bill, Microsoft. O casamento foi em 1994,e hoje, ele tem três filhos e dirigem em conjunto a Fundação de caridade Bill e Melinda Gates.

Em um breve tweet, Bill anunciou a separação: 


 A revista Forbes lista Bill Gates como o quarto indivíduo mais rico do planeta, atrás dos empresários Jeff Bezos, dono da Amazon, Elon Musk, proprietário da Tesla e Bernard Arnault, diretor-executivo da LVMH.

A revista também destacou Melinda como quinta mulher mais poderosa do mundo em seu ranking do ano passado. Ela é a primeira mulher fora do mundo da política a aparecer na lista (que é liderada por Angela Merkel, Christine Lagarde, Kamala Harris e Ursula von der Leyen).

“Bill e eu somos parceiros iguais”, disse Melinda à Associated Press em uma entrevista em 2019. “Homens e mulheres devem ser iguais no trabalho.”

O casal ainda não decidiu o que fará com o dinheiro, e pede “privacidade neste momento”. 


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Fundação Bill e Melinda

A fundação também tem futuro incerto, uma fonte ligada à fundação criada pelo casal disse ao jornal britânico Financial Times que os dois são conhecidos pelo pragmatismo, e que provavelmente vão continuar colaborando para não enfraquecer os trabalhos de caridade.

A fundação foca em saúde pública, educação e mudança climática, e ajudou a custear cerca de US$ 1,75 bilhão em iniciativas de vacinas e pesquisas durante a pandemia de Covid-19.

Em 2019, a Bill & Melinda Gates Foundation tinha mais de US$ 43 bilhões (R$ 233 bilhões) em ativos líquidos.

O bilionário abandonou, no ano passado, a direção da Microsoft para se concentrar nas atividades da fundação. 


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Podcast: Entenda a importância do Censo Demográfico, que deve ficar para 2022

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Após corte de verbas, governo federal anunciou o cancelamento da pesquisa neste ano
Reprodução: iG Minas Gerais

Após corte de verbas, governo federal anunciou o cancelamento da pesquisa neste ano

O plenário do Supremo Tribunal Federal ( STF ) decidiu, na sexta-feira (14), que o governo federal é obrigado a realizar o Censo Demográfico , realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas ( IBGE ). No entanto, a Corte entendeu não ser necessário fazer a pesquisa em 2021 e passou a obrigatoriedade para 2022.

A decisão põe fim às discussões de corte de verba para o Censo neste ano. A Lei Orçamentária Anual, assinada por Bolsonaro no fim de abril, prevê corte de R$ 1,7 bilhão para as pesquisas. Na época, o governo justificou necessidade de adequação de contas devido à inflação dia cofres públicos.

Nesta semana, o podcast Economia Descomplicada conversa com o professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Mauro Rochlin, que traz um parâmetro sobre os cortes de verbas e o impacto do adiamento da pesquisa.

Ele defende o Censo antes das eleições, mas não vê problemas na realização dos estudos em 2022. As apurações, segundo Rochlin, não devem ser prejudicadas e podem ajudar na elaboração de políticas públicas.

Economia Descomplicada

O podcast Economia Descomplicada visa tirar as dúvidas dos leitores do iG e democratizar a economia. Os episódios estão disponíveis em agregadores de podcasts e nas redes sociais do portal.

Sugestões de assuntos e dúvidas podem ser encaminhados para o e-mail [email protected] . O internauta deve colocar “podcast” como assunto da mensagem.

Confira a entrevista completa abaixo


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