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Disney prepara novo streaming com Simpsons completo no Brasil

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Disney prepara novo streaming com Simpsons completo no Brasil

O Disney+ acaba de fazer a sua estreia no Brasil , mas a Disneyjá está preparando um novo serviço de streaming para o mercado nacional. A plataforma Star Plus deve atuar por aqui de forma equivalente ao Hulu, agregando conteúdo no segmento de entretenimento geral.

A confirmação foi feita pela gerente de estratégia e desenvolvimento de negócios da Disney no Brasil, Juliana Oliveira, de acordo com o portal Na Telinha, ao responder uma dúvida sobre a presença de Os Simpsons no Disney+.

Seguindo a estratégia da empresa para a implementação do Star Plus por aqui, a animação terá apenas alguns episódios e curtas no recém-lançado Disney+ . Juliana afirmou que a Disney acredita que Os Simpsons tenham grande importância para o novo serviço, que deve ter mais detalhes divulgados “nos próximos meses”.

Vale lembrar que o Star Plus já existe na TV indiana, na qual é o terceiro canal mais assistido do país. Ao atuar por aqui como o Hulu nos Estados Unidos, o Star Plus deve englobar todo o conteúdo que não se encaixa no pacote familiar do Disney+ , como algumas produções da Fox – podendo incluir até alguns originais do próprio Hulu.

A chegada do streaming da Disney no Brasil

A estreia do Disney+ no Brasil aconteceu no início da semana passada, com plano de assinatura mensal de R$ 27,90 ou anual de R$ 279,90. O serviço já conta com mais de 70 milhões de assinantes no mundo todo, e pretende rivalizar com a Netflix ao oferecer mensalidade mais baixa.

O catálogo conta com obras da Disney , Pixar , Marvel e Star Wars . Um dos destaques da plataforma é a função nativa da plataforma para assistir filmes e séries em grupo, o GroupWatch , que já está disponível por aqui.

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Signal é melhor que o WhatsApp? Compare os dois mensageiros

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Signal recebeu muitos downloads após mudança de política de privacidade do WhatsApp

Com a recente alteração nos termos de uso e privacidade do WhatsApp , o número de usuários buscando por mensageiros alternativos aumentou. Dentre todas as opções, dois se destacam : Signal e Telegram . Mas o que possuem de especial para terem roubado a atenção dos usuários do maior mensageiro do mundo?

Para se tornar um dos aplicativos de mensagens mais proeminentes das lojas oficiais do Google e Apple em dezenas de países nos últimos dias, o Signal passou, praticamente, três anos no ‘escuro’. Voltado à privacidade do usuário, o app nasceu em 2017 graças à dupla Brian Acton e Moxie Marlinspike. O primeiro já era uma figura muito conhecida no meio da tecnologia: antes do Signal, Acton foi cofundador do famoso WhatsApp .

Ainda novo, com apenas um ano, o mensageiro já começava a despertar a atenção de inúmeras personalidades, como o ex-NSA Edward Snowden, Jack Dorsey, CEO do Twitter , Laura Poitras, jornalista e cineasta, e Elon Musk , CEO da Tesla.

Por outro lado, o WhatsApp, fundado pelo mesmo Brian Acton e Jan Koum, colegas que passaram quase 20 anos no Yahoo!, ganhou o mundo em 12 anos de existência. Presente em 180 países e com mais de 2 bilhões de usuários, ele se tornou o aplicativo de bate-papo mais utilizado no Brasil.

Apesar de terem o cofundador em comum, eles guardam recursos distintos. Fizemos um rápido comparativo entre os dois mensageiros e traçamos as principais diferenças entre eles. Confira.

O WhatsApp oferece muitos recursos em um aplicativo de mensagens. Wallpapers, grupos com suporte até 256 pessoas, exportação de chats para outros aplicativos (de maneira individual), personalização de toques para conversas e mensagens temporárias, essas com duração de 7 dias.

Além disso, há também outros recursos extras, como o Status , uma espécie de ‘stories’, muito popular para quem gosta de compartilhar imagens ou recados com duração de 24 horas.

Você viu?

No que diz respeito ao armazenamento e backup de conversas e conteúdo, o app permite que o usuário utilize serviços de nuvem como iCloud e G oogle Drive .

Em relação ao compartilhamento, o WhatsApp limita o tamanho de fotos, vídeos e áudios até 16 MB. Já para documentos, é permitido o envio de até 100 MB.

Além disso, o mensageiro permite o compartilhamento de localização em tempo real com contatos, dentro de uma conversa ou um grupo.

Signal: privacidade importa

Com proposta distinta, o Signal é um aplicativo mais básico em relação à interface gráfica. Apesar do visual despojado, o mensageiro não fica devendo ao que se propõe entregar: privacidade e segurança online.

Em relação às funcionalidades padrões, todas são encontradas facilmente por aqui: acesso a chats, chamadas de voz e vídeo. Tudo isso com criptografia de ponta a ponta , também presente no WhatsApp, que garante que o aplicativo não armazene o conteúdo das conversas nos servidores da empresa.

Quanto aos recursos distintos ao WhatsApp, o Signal traz mensagens que se apagam automaticamente por meio de um temporizador regulado pelo próprio usuário. Há também uma função no chat voltada especialmente para compartilhamento de imagens: ao escolher “ver apenas uma vez”, o destinatário terá apenas uma chance de visualização. Após fechá-la, o conteúdo é deletado para ambos os participantes do chat .

Além disso, o app conta com o “Notas para mim”, um recurso no qual é possível fazer anotações com rapidez no próprio aplicativo (quem nunca abriu um chat no WhatsApp para anotar alguma informação, hein?). Para usá-lo, basta tocar no ícone de lápis no canto esquerdo da tela e encontrar ‘Nota para mim’ na própria lista de contatos.

Outro ponto interessante é retransmissão de chamadas de voz para os servidores do aplicativo , para que a identidade do usuário permaneça oculta para contatos e não contatos. A ferramenta é similar a uma rede VPN.

O app ainda conta com uma função integrada para ocultar o endereço IP, e uma ferramenta para borrar rostos em fotos antes de enviá-las em uma conversa, protegendo a identidade de terceiros que aparecerem por acaso nas imagens.

Outro recurso que não encontramos no WhatsApp foram as reações de mensagens em um chat: o usuário tem à disposição todos os emojis para reagir a qualquer mensagem, tanto em recebidas quanto em enviadas.

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