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DF: para algumas categorias, lockdown pode durar menos de 15 dias

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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, afirmou nesta segunda-feira (1º) que vai flexibilizar a abertura de atividades, como escolas e academias, com a diminuição da taxa de transmissão do novo coronavírus. A previsão do governo do DF é que o fechamento do comércio local seja mantido por, no máximo, 15 dias. 

Segundo Ibaneis Rocha, a decisão de fechar o comércio foi tomada devido à alta taxa de transmissão do vírus no Distrito Federal.

“Diminuindo a taxa de transmissão e aumentando o número de leitos de UTI vou reabrir todas as atividades, começando com as de menor impacto. O GDF depende da geração de empregos e dos impostos; é do meu maior interesse que o setor produtivo volte a funcionar”, disse o governador por meio do Twitter.

Em reunião com empresários e deputados distritais, Ibaneis Rocha afirmou que pretende abrir 130 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ainda nesta semana. Outros 200 leitos serão disponibilizados com apoio do Ministério da Saúde nos próximos dias. O GDF também negocia a contratação da rede privada para a abertura de 150 a 200 leitos.

“A culpa não é de nenhum dos setores, mas se não interrompemos o fluxo de pessoas não conseguimos diminuir o índice de transmissibilidade da doença no DF. Quando retomarmos as condições de saúde e atendimento à população, com novos leitos de UTI, nós iremos retomar as atividades aos poucos. Não vou deixar a população morrer sem atendimento”, disse Ibaneis Rocha.

Desde 00h01 de domingo (28) estão impedidos de funcionar academias, bares, boates, casas noturnas, shoppings, feiras e clubes recreativos. Restaurantes só poderão funcionar com serviço de entrega, sem abertura ao público. 

O decreto de fechamento do comércio no DF libera o funcionamento de agências bancárias, lotéricas, bancas de jornais e revistas, empresas de manutenção de equipamentos hospitalares, toda a cadeia do segmento de veículos automotores e escritórios de advocacia, contabilidade e imobiliárias.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Geral

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PF faz operação contra fraudes em licitações no Vale do Paraíba

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A Polícia Federal (PF) deflagrou hoje (15) a Operação Quid Pro Quo contra um grupo suspeito de fraudar licitações na região do Vale do Paraíba, em São Paulo. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão e foram concedidas, segundo a polícia, nove medidas cautelares de suspensão de exercício de função pública, duas de suspensão de atividades econômicas e uma de recolhimento domiciliar.

Ainda de acordo com a PF, foi concedido o bloqueio de contas bancárias e sequestro de bens dos investigados. A operação abrange os municípios de Aparecida, Guaratinguetá, Taubaté e a capital paulista.

A investigação é um desdobramento de uma operação lançada em maio do ano passado para apurar suspeitas de superfaturamento na compra de medicamentos pela prefeitura de Piquete (SP). Segundo a PF, os materiais apreendidos na ocasião revelaram um esquema para fraudar licitações e compras com dispensa de concorrência pelo Executivo municipal.

As investigações apontam que eram feitos acordos com servidores públicos para determinar com antecipação os vencedores das licitações. Os produtos fornecidos eram vendidos por preços superfaturados ou entregues em quantidades inferiores às estipuladas nos contratos.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Geral

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