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DF: Mulher tira arma de policial e atira para o alto em delegacia

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 DF: Mulher tira arma de policial e atira para o alto em delegacia
Reprodução/redes sociais

DF: Mulher tira arma de policial e atira para o alto em delegacia

Uma mulher foi presa neste sábado (17) em Brasília pela Polícia Militar do  Distrito Federal após agredir a mãe e a irmã em Planaltina. Após a prisão, a agressora sacou a arma de um policial civil, dentro da delegacia onde foi conduzida, e realizou disparos para o alto. As informações são do jornal Correio Braziliense .

De acordo com oficiais, o motivo da revolta foi a assinatura do Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). A mulher discutiu com policiais ao se negar a assinar o documento. Após a negativa, os agentes a cercaram para conduzi-la a prisão.

Neste momento, a mulher tomou a arma de um policial e realizou o disparo para o alto. Segundo informações da polícia, a trava do coldre apresentou uma falha que permitiu o saque da arma pela detida.


Após o ocorrido, a situação foi controlada por um grupo de policiais. A acusada se rendeu , entregou a arma e deitou-se no chão. Ninguém ficou ferido.

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Latinos viajam aos Estados Unidos em busca de imunização

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Cidade do México e Lima – Um anúncio de uma agência de viagens oferece promoções para que mexicanos viajem aos Estados Unidos (EUA) a fim de receber a vacina contra a covid-19. “Quer a vacina contra a covid-19? Tem um visto para entrar nos Estados Unidos? Entre em contato com a gente”, diz o anúncio. 

Do México até a Argentina, milhares de latino-americanos estão reservando voos para os Estados Unidos a fim de se beneficiar de uma das mais bem-sucedidas campanhas de vacinação do mundo, enquanto o andamento da vacinação em seus países caminha lentamente. 

A América Latina é uma das regiões mais afetadas pela pandemia de covid-19, com o número de mortos próximo de superar 1 milhão neste mês, e muitos não querem esperar tanto por sua vez na fila da vacina.

Algumas pessoas estão fazendo os trâmites sozinhas, enquanto outras utilizam agências de viagem, que responderam oferecendo pacotes que disponibilizam um compromisso para a vacinação, voos, estadia em hotel e até alguns extras como passeios pela cidade e tours de compras.

Glória Sánchez, de 66 anos, e seu marido, Angel Menendez, de 69, viajaram no final de abril para Las Vegas, com o objetivo de tomar a dose única da vacina da Johnson & Johnson’s.

“Nós não confiamos nos serviços de saúde pública neste país”, disse Sánchez, agora de volta ao México. “Se não tivéssemos viajado para os Estados Unidos, onde eu me senti um pouco mais confortável, eu não teria me vacinado aqui”.

Um agente de viagens na Cidade do México organizou a viagem e um associado em Las Vegas conduziu o processo no lado norte-americano, disse Sánchez. 

O associado nos Estados Unidos arranjou um horário para que eles fossem vacinados, e então os conduziu a um centro de convenções em Las Vegas, onde apresentaram seus passaportes mexicanos e receberam as doses.

“Decidimos transformar a viagem em um passeio de férias e ficamos por uma semana, andamos como loucos, comemos uma comida muito cara, porém boa, e também fizemos compras”, disse. 

Enquanto a demanda dispara, os preços de voos do México para os Estados Unidos cresceram em média de 30% a 40% desde meados de março, disse Rey Sanchez, que dirige a agência de viagens RSC Travel World. 

“Há milhares de mexicanos e milhares de latino-americanos que foram para os Estados Unidos se vacinar”, disse o agente de viagens, acrescentando que os principais destinos têm sido Houston, Dallas, Miami e Las Vegas.

A Reuters não conseguiu encontrar dados oficiais sobre o número de latino-americanos que estão viajando aos EUA em busca de vacina. Os viajantes normalmente não declaram “vacinação” como motivo para a viagem.

A Embaixada dos Estados Unidos no Peru informou recentemente no Twitter que as pessoas podem visitar os EUA para tratamento médico, incluindo vacinas.

Na Argentina, um anúncio em Buenos Aires detalha o custo estimado para se vacinar em Miami: passagem aérea US$ 2 mil, hotel por uma semana US$ 550, comida US$ 350, aluguel de carro US$ 500, vacina US$ 0, totalizando cerca US$ 3.400.

Os latino-americanos que viajaram com visto de turista aos EUA, com quem a Reuters falou, disseram que conseguiram ser vacinados com documentos de identidade de seus países de origem.

* Com informações de Anthony Esposito, Cassandra Garrison e Marco Aquino – Repórteres da Reuters

Edição: Graça Adjuto

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