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DF: mulher é presa após jogar faca em ex-namorado; confira vídeo

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Mulher, de 28 anos,  joga faca em seu ex-namorado
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Mulher, de 28 anos, joga faca em seu ex-namorado

Na noite de quinta-feira (21), a 35ª Delegacia de Polícia (Sobradinho 2), no Distrito Federal , uma mulher, de 28 anos, foi presa em flagrante por ter jogado uma faca em seu ex-namorado. As informações foram apuradas pelo Metrópoles. 

Segundo as informações divulgadas, a mulher agiu dessa forma por não aceitar o fim do relacionamento , a cerca de uma semana, e pelo fato de o ex-namorado já ter uma nova parceira.  

A acusada então foi encaminhada para a 13ª Delegacia de Polícia (Sobradinho) e indiciada pelos crimes de  violência doméstica e ameaça. Teve a possibilidade de pagar uma fiança de mil reais, mas ela não efetuou o pagamento e foi levada para a Polícia Civil do Distrito Federal ( PCDF ). 

A vítima, de também 28 anos, foi encaminhado para atendimento médico e lá foi constatado que sofreu lesões leves. Em seguida, ele foi medicado e recebeu alta do hospital. A arma do crime foi apreendida pelas autoridades. 

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Investigada por racismo, mulher teria comparado negros a urubus: “Tenho nojo”

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Delegacia da Polícia Civil de Campo Belo
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Delegacia da Polícia Civil de Campo Belo

A Polícia Civil de Campo Belo (MG) analisa áudios repassados pelas redes sociais de uma técnica de enfermagem investigada por racismo. Um inquérito foi aberto para investigar o caso, mesmo sem denúncia das vítimas.

O áudio compartilhado nas redes sociais mostra a mulher dizendo: “odeio preto e tenho nojo” e “Deus me livre desse bicho, desse urubu”.

A própria suspeita teria acionado a polícia após algumas pessoas terem aglomerado em frente a porta e sua casa proferindo xingamentos e jogando pedras no imóvel.

“A mulher foi conduzida até a delegacia de Polícia Civil até para preservar a integridade dela, que corria o risco até de ser linchada”, disse delegado, Alessandro Gambogi.

Segundo o delegado que abriu o inquérito para investigar o caso, a suspeita foi ouvida e pediu desculpa “aos que se sentiram ofendidos”

 “O que tudo indica é que os áudios teriam sido emitidos para uma terceira pessoa, que teria tornado público. O inquérito policial foi aberto para apuração do caso, dos áudios, que foram encaminhados para a perícia. Apesar da suspeita ter confessado a autoria dos áudios, temos que finalizar a perícia e descobrir a circunstância de que foram emitidos. Por isso, também é necessário identificar esse interlocutor”, afirma.

O Estado de Minas  procurou a técnica de enfermagem, que disse que faz tratamento psiquiátrico. “Faço tratamentos psiquiátricos. No dia do acontecido um tal de Lucas entrou no meu perfil me instigando a falar da raça negra. Como estava irritada falei e ele jogou em todas as redes”, justificou.

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