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Dez séries com protagonismo feminino para você assistir no Dia da Mulher

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Alto Astral

10 séries com protagonismo feminino para você assistir no Dia da Mulher
Reprodução: Alto Astral

10 séries com protagonismo feminino para você assistir no Dia da Mulher

Com o isolamento social, para evitar a proliferação do coronavírus, a procura por séries nos catálogos de streaming estão cada vez requisitadas. Afinal de contas, todos merecem uma produção digna de Oscar sem sair do sofá de sua casa. Neste momento, mais do que nunca, se fez necessário investir em conteúdos com temáticas relevantes e representativas.


Confira uma seleção incrível de séries com foco no protagonismo feminino, perfeito para comemorar o Dia da Mulher (08/03):

I May Destroy You (HBO)

I May Destroy You
Reprodução / HBO

No processo de criação do seu segundo livro, a londrina Arabella (Michaela Coel), vê sua vida sofrer uma reviravolta quando colocam drogas em sua bebida e a abusam sexualmente. A partir desse momento, ela começa a questionar e reconstruir todos os elementos de sua vida, até então estável e promissora. Uma série intensa e intimista, que faz um retrato importante sobre a saúde mental da mulher e o duro processo de recuperação após sofrer um abuso.

Coisa Mais Linda (Netflix)

Coisa Mais Linda
Reprodução / Netflix

Em um Rio de Janeiro dos anos 50, Malu (Maria Casadevall), faz de tudo para dar a volta por cima, após ser abandonada pelo marido e perder todo o seu dinheiro. Ao conhecer a cantora Adélia e a escritora Thereza, ela resolve abrir seu próprio clube noturno de bossa nova. Ainda, mostram-se muito atuais as temáticas abordadas, como o patriarcado, o protagonismo feminino no mercado de trabalho, o feminismo negro e o feminicídio.

Orange is The New Black (Netflix)

Orange is The New Black
Reprodução / Netflix

Baseada em fatos reais, a série conta a história de Piper Chapman (Taylor Schilling), uma mulher que é presa por um crime de tráfico de drogas que cometeu há anos e precisa cumprir pena em um presídio feminino. A produção é cheia de diversidade e traz debates importantes sobre temas variados, em uma trama que mistura drama e comédia na medida certa.

The Handmaid’s Tale (Amazon Prime Video)

The Handmaids Tale
Reprodução / Amazon Prime Video

Após a morte do presidente dos Estados Unidos por conta de um atentado terrorista, uma facção religiosa toma o poder com o objetivo de selar a paz. No entanto, o grupo instaura um regime autoritário baseado no Antigo Testamento, retirando os direitos das minorias, sobretudo das mulheres. Elas são divididas entre Esposa, Aia e Martha. A última exerce a função de serva, enquanto as Aias, mulheres férteis, são utilizadas exclusivamente para gerar filhos, já que muitas não conseguem mais engravidar por conta de problemas ambientais.

As Telefonistas (Netflix)

As Telefonistas
Reprodução / Netflix

Você viu?

Em 1929, quatro mulheres vêm de diferentes partes da Espanha para trabalhar como operadoras de telefonia em uma empresa em Madri, que vai revolucionar o mundo das telecomunicações. No único lugar que representa progresso e modernidade para as mulheres da época, elas aprendem a lidar com inveja e traição, enquanto embarcam em uma jornada em busca do sucesso. Paralelamente, movimentos sufragistas começam a tomar conta das ruas, gerando questionamentos e reflexões.

Fleabag (Amazon Prime Video)

Fleabag
Reprodução / Amazon Prime Video

Criada e protagonizada por Phoebe Waller-Bridge (Fleabag), a série conta a história de uma jovem adulta que tenta lidar com os problemas da vida. No entanto, recusa-se a aceitar ajuda daqueles que estão em volta para manter sua fama de intimidante intacta. Além do protagonismo feminino, o humor irônico da personagem principal é um destaque da produção.

Emily em Paris (Netflix)

Emily em Paris
Reprodução / Netflix

O seriado conta a história de uma jovem americana que conquista uma oportunidade única em uma empresa de marketing na França. Emily (Lily Collins) não tem medo de defender suas opiniões, é uma profissional exemplar, exerce sua liberdade sexual sem tabus e dá uma lição nos homens machistas. Além disso, conta com cenários extraordinários e looks estilosos.

Anne With an E (Netflix)

Anne With an E
Reprodução / Netflix

Depois de treze anos sofrendo no sistema de assistência social, a orfã Anne (Amybeth McNulty) é mandada para morar com uma solteirona e seu irmão. Munida de sua imaginação e de seu intelecto, a protagonista vai transformar a vida de sua família adotiva e da cidade que lhe abrigou, lutando pela sua aceitação e pelo seu lugar no mundo.

Jane The Virgin (Netflix)

Jane The Virgin
Reprodução / Netflix

Adaptada da novela venezuelana de sucesso de mesmo nome, a aclamada série conta a história de uma jovem mulher devota, de 23 anos, que descobre que foi inseminada artificialmente por acidente. A vida de Jane (Gina Rodriguez) torna-se tão dramática e complicada quanto as telenovelas que ela sempre amou.

Orphan Black (Netflix)

Orphan Black
Reprodução / Netflix

Após presenciar o suicídio de uma desconhecida muito parecida consigo, a protagonista Sarah (Tatiana Maslany) decide assumir a identidade da morta. No entanto, conforme ela vai se adaptando à vida sob um novo nome, descobre uma complicada conspiração. A protagonista, então, precisa se proteger enquanto tenta descobrir mais pistas sobre uma trama que coloca sua vida em risco.

Já escolheu a obra para sua sessão da tarde? Após a seleção, inove fazendo uma pipoca diferenciada . Bom filme!

Fonte: IG Mulher

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O contatinho sumiu? Veja como o “ghosting” afeta as relações

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O termo ghosting vem da palavra em inglês ghost, que significa fantasma
Reprodução/Ghost – Do Outro Lado da Vida

O termo ghosting vem da palavra em inglês ghost, que significa fantasma


Como cantava Roxette em “It Must Have Been Love”, deve ter sido amor, mas agora acabou… Você conhece uma pessoa legal, trocam algumas mensagens , o interesse cresce…. e, do nada, ela some. A prática do ghosting afeta jovens e muitos adultos. O termo se tornou comum para se referir a quem deixa a paquera sem respostas após rolar um interesse ou depois das duas partes já terem se relacionado .

A expressão ghosting vem da palavra em inglês “ghost”, que significa fantasma e ocorre principalmente quando uma das partes perde o interesse e desaparece, sem dar a menor satisfação. A administradora Sabrina Rocha*, de 22 anos, conta que já sumiu de algumas conversas e o motivo dependia muito de quem era o contato.

“Tinha casos que eu pegava ranço/preguiça, mas sempre tive essa coisa que não saber falar não depois de já ter ficado com a pessoa. Então, eu só sumia ou dava umas respostas em aberto e não continuava os papos”, diz. 

Ela explica que quando percebia que a pessoa era legal, até respondia, mas deixava o papo em aberto. Quando era alguém com um histórico ruim, ela não se importava. “Quando o cara me irritava e eu sabia que era um boy que não valia muita coisa, eu sumia mesmo. É péssimo quando é com a gente, não me orgulho de ter feito. Sempre no fundinho quando você dá o gosthing, você sabe que pode voltar atrás quando quiser, porquê nunca falou nada de fato negativo pra ficar com a pessoa”.

É muito difícil não sofrer com o desinteresse e o ghosting em tempos de aplicativos de namoro, como conta a jornalista Bianca Soletti, de 20 anos: “Às vezes o seu match não tá na mesma vibe que você, quer ter uma conversa de um tom diferente. Se você dá uma cortada ou tenta desviar o assunto, acabou ali o “encanto” para eles”, diz.  

O QUE DIZEM OS ESPECIALISTAS? 

Para quem pratica o ghosting, pode até parecer uma forma mais rápida e tranquila de terminar um relacionamento ou um bate-papo, mas é também insensível com a outra parte.Bianca Liberati, psicóloga e terapeuta integrativa, diz que o ghosting acontece por causa de desinteresse, jogo de sedução e ego inflado. 

A psicóloga clínica Triana Portal diz que essas pessoas, para evitar aborrecimentos, acham no sumiço a solução mais fácil. “Em outros casos, podem ser pessoas bastante inseguras que têm medo de relacionamento, medo de sofrer, de ser deixadas e preferem dar um basta antes que o outro termine com ela, como autoproteção”, explica. 

Você viu?

Com o isolamento social, o aumento de contato pela internet se tornou ainda maior. Flertes, brincadeiras e até comunidades de anúncio para relacionamentos no Facebook foram criadas. Portal diz que com essa movimentação nas redes sociais e a quarentena, o número de casos do ghosting vêm aumentando. Para a especialista, os ambientes virtuais facilitam muito o sumiço inesperado.

“Certo é que é ainda mais difícil lidar com o abandono e se recuperar dele em um período de isolamento social, considerando que todas as pessoas estão mais fragilizadas e sob diversos estressores durante a pandemia. Além disso, com atividades restritas, confinamento, relações sociais mais restritas, o foco no par aumenta, tendendo a maior apaixonamento, pelo tempo e energia investimento na relação. Ou seja, se sentindo mais junto do que nunca, o golpe é maior e a rede de apoio menor”, diz a profissional. 

COMO LIDAR COM O GHOSTING? 

O sumiço repentino não é apenas um sumiço. Ele pode causar abalos na autoestima de quem o recebe. Bianca Soletti diz que todas às vezes que isso aconteceu, o mal-estar era imediato e os pensamentos como “por que será? será que não sou bonita o suficiente? será que não sou interessante? será que meu papo é tão chato assim” sempre acabam aparecendo, fazendo a autoestima despencar.

“Quando responde de vez em nunca é ainda pior, porque você pensa ‘ele viu as mensagens anteriores, só não quis responder mesmo’. Definitivamente é uma sensação ruim. Sem falar na vergonha que dá, a famosa vontade de enfiar a cabeça na terra e fingir que nada aconteceu!”, completa. 

Lidar com a insegurança gerada pelo ghosting exige paciência e apoio dos amigos. Portal ressalta a importância de se distrair, desabafar e caso precise, procurar um psicólogo. “Lidar com o ghosting requer paciência, lidar com algo que não teve um término justificado dificulta o processo de luto, não fique sozinho, peça ajuda sentir que está difícil demais”, encerra.

A coach Andrea Deis diz que o risco de levar ou aplicar o ghosting em alguém é menor quanto mais as pessoas falam sobre suas relações, alinhadando suas expectativas e necessidades. Por isso não tenha medo de perguntar e de falar.

“Não deixe isso somar ao longo do relacionamento. Quanto mais você falar ao longo da relação, sejam elas pessoais ou profissionais, menos chances de chegar a essa decisão extrema. Ela pode até acontecer, mas não de uma forma tão danosa que gere uma exaustão emocional, uma tristeza profunda e uma queda de elos”, diz. 

Fonte: IG Mulher

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